Todos os animais merecem o Céu

Escrito por Érika Silveira

Entrevista exclusiva com Dr. Marcel Benedeti, sobre o destino espiritual dos animais
Este foi o título escolhido pelo autor e veterinário Marcel Benedeti para o livro que relata a reencarnação dos animais, a eutanásia, o sofrimento como forma de evolução desses seres, a existência de colônias que cuidam dos animais no plano espiritual e outras questões importantes.
A obra foi uma das premiadas no Concurso Literário Espírita João Castardelli 2003-2004, promovido pela Fundação Espírita André Luiz. Esse foi o primeiro livro do autor que se especializou em homeopatia para animais e conheceu a doutrina espírita na época em que cursava a faculdade, apesar de sua mediunidade ter se manifestado muito antes desse período. Marcel relata que quando trabalhava em uma livraria e se preparava para prestar vestibular, em um dia de pouco movimento, foi para a parte de baixo da loja estudar e notou que estava sendo observado por um senhor. Resolveu perguntar se o senhor desejava alguma coisa e ele lhe respondeu que só estava achando interessante ele estudar, então explicou que queria passar no vestibular de veterinária e o velhinho disse que não se preocupasse porque passaria. Previu também outros fatos que aconteceriam.
Em seguida se despediu dizendo que se veriam depois. Após alguns instantes comentou com seu colega de trabalho que tinha achado aquele homem esquisito por fazer previsões do futuro. O colega disse que não havia entrado ninguém na livraria, foi então que se deu conta de que se tratava de um espírito. Este mais tarde é que lhe ditaria o livro.
O tema da obra fez tanto sucesso que se transformou também em programa de rádio. Nossos irmãos animais vai ao ar toda quarta-feira, às 13h na Rede Boa Nova. Com apresentação de Ana Gaspar, Maria Tereza Soberanski e Marnel Benedeti.

Como o livro foi escrito?
Escrevi o livro em menos de um mês, durante os intervalos das consultas, mas o espírito que ditou não quis se identificar. As cenas foram surgindo em uma tela mental e ao mesmo tempo um espírito narrava os episódios. Outras vezes, não havia imagem, apenas a narrativa; nesses momentos se tornava mais difícil. Apesar de achar o livro maravilhoso, não acreditava que alguma editora pudesse se interessar pelo assunto. Mas certo dia estava ouvindo a rádio Boa Nova quando anunciaram o concurso literário espírita. Resolvi participar e acabei ganhando o concurso 2003-2004 e editando o livro pela editora Mundo Maior.

O que o livro acrescentar para os veterinários e pessoas que possuem animais?
Se as pessoas não tiverem a visão espiritual em relação aos animais, que eles tem espírito e sentimentos vão continuar tratando esses seres como objetos, como era há pouco tempo atrás. Essa onda de conscientização é recente.
Entramos na questão também de comer carne; cada um tem que perceber o que está fazendo. Eu mesmo comia carne e parei para pensar porque comia, se meu corpo recusava, me fazia mal… Mas quando comecei a lembrar as descrições feitas no livro a respeito do matadouro, passei a sentir repugnância da carne.

Sendo veterinário e espírita, como analisa a questão da eutanásia?
O ser humano tem o carma, o animal não. O animal tem consciência, mas muito mais restrita, em relação ao ser humano. Ele segue muito mais os seus instintos.
Então, como não tem carma, a eutanásia deve ser o último recurso utilizado; o veterinário deve fazer todo o possível para salvá-lo.
Se o animal estiver sofrendo muito e não existir outra maneira, o plano espiritual não condena, porque é um aprendizado tanto para o animal quanto para o dono que precisa tomar a decisão.

Os animais reencarnam?
Há um capítulo no livro que explica como ocorre a reencarnação dos animais. Este descreve que cada espécie de animal leva um tempo para reencarnar, mas por possuírem o livre-arbítrio ainda muito restrito, uma comissão avalia as fichas dos animais e estabelece o ambiente que deverão nascer e a espécie.

Como o conhecimento espiritual pode ajudar o veterinário no trato com os animais?
O veterinário, em geral, por natureza, mesmo não sabendo já é espiritualizado, pelo fato de gostar de animais e querer salvar a vida deles. Quando o veterinário adquire consciência de que o animal não é um objeto e sim um ser espiritual, que possui inteligência e sentimento, muda o seu ponto de visa, passa a enxergar os fatos de uma forma mais ampla. Com certeza se mais veterinários tivessem um conhecimento espiritual, o tratamento em relação aos animais seria melhor.

Como é aplicada a homeopatia para animais?
No Brasil, a homeopatia ainda é pouco aplicada nos animais porque muitos acham que não funciona. Só utilizo a homeopatia quando o dono do animal permite e, em casos mais graves, a homeopatia entra como terapia complementar, porque demora um pouco mais para trazer resultado e alguns casos são urgentes.
O uso da homeopatia é igual tanto para pessoas quanto para animais. A única diferença é que o animal não fala, então o dono precisa ser um bom observador para relatar a personalidade do animal para o veterinário, e muitas vezes, não possui as informações necessárias para um diagnóstico mais preciso. Pergunto, por exemplo, se o animal gosta de quente ou frio, do verão ou do inverno, a posição em que dorme, entre outras perguntas do gênero.
Tive o caso, de um gato com câncer e que em decorrência da doença estava com o rosto deformado. Como tratamento ele melhorou 70%. Só não foi melhor porque esse gato saia e demorava a voltar e com isso interrompia o tratamento. Cuidei também de um cachorro com problema de comportamento muito; agressivo. O animal, depois de 10 dias, parecia outro, muito mais calmo. Utilizo também florais para animais em casos emocionais. Se nós equilibramos emocional, o organismo ganha condições combater as bactérias.

E os próximos livros?
Já tenho na editora outro livro em análise que tem o título: Todos os animais são nossos irmãos. E já estou escrevendo o terceiro. Pelas informações que recebi do plano espiritual, serão seis livros.

Entrevista publicada na Revista Cristã de Espiritismo, ed. 29, em 2004.
Dr. Marcel Benedeti desencarnou em fevereiro de 2010.

SEPDA – Castração RJ

Prezados (as) protetores (as),
conforme havíamos informado em comunicado anterior, o Programa Bicho Rio está passando por mudanças. Por isso, após pedidos de protetores de diversas localidades, fizemos ajustes no sistema de agendamento para esterilização.
A partir do dia 14 de janeiro de 2010,  o protetor (a) deverá agendar suas vagas diretamente com os agentes administrativos de cada centro de esterilização. Ou seja, se desejar agendar as cirurgias no centro da Praça Seca, deverá ligar diretamente para lá.
Segue abaixo os nomes dos agentes e respectivos telefones de cada centro de esterilização:
Bonsucesso – Danielle – 21 9366-3336
Coelho Neto – Caroline – 21 9496-9452
Realengo – Marcos – 21 9496-9455
Largo do Machado – Kelly – 21 9496-9451
Praça Seca – Aila – 21 9496-9454
O centro do Campo de Santana terá agendamento em todos os dias da semana, a partir das 9h, pelo telefone 21 2293-6518, diretamente com a Dra. Luciana.
Qualquer dúvida, favor telefonar para: 21 2292-6516 e 21 2273-2816.
Att,
Clarisse Chalréo – Imprensa
Comunicação SEPDA
Secretaria Especial de Promoção e Defesa dos Animais
Rua Afonso Cavalcanti, 455 – Sala 348.
Rio de Janeiro
Tel.: 21 2292-6516 /21 2273-2816

R J Onde denunciar maus tratos?

INFORMAÇÕES ÚTEIS

S.O.S. Vira-lata (Petropolis-RJ)
Tel.: (24) 9225-3753

Um breve estudo de como tratar na Delegacia de Polícia para denunciar maus-tratos a animais e obter o Boletim de Ocorrência (BO) – Drª Maria Cristina Azevedo Urquiola – Advogada
Apreda como denunciar MAUS-TRATOS

Caso você veja ou saiba de maus-tratos como estes:
Envenenamento de animal
Manter o animal em lugar anti-higiênico
Manter animal trancafiado em locais pequenos
Manter animal permanentemente em correntes
Golpear e/ou mutilar um animal
Usar animais em shows que possam lhe causar pânico ou estresse
Agressão física a um animal indefeso
Abandono de animais
Sumir com um animal sem explicaçaõ
Não procurar um veterinário se o animal adoecer, etc…

(ver art. 3º do Decreto Federal 24.645/34], não pense duas vezes: vá à delegacia mais próxima para lavrar boletim de ocorrência ou, na dúvida, no receio, compareça ao fórum para orientar-se com o Promotor de Justiça. A Denúncia de maus-tratos é legitimada pelo Art. 32, da Lei Federal n.º 9.605 de 1998 (Lei de Crimes Ambientais).
Preste atenção a esta dica: leve com você, por escrito, o número da lei (no caso a 9605/98) com o art. 32, porque em geral a autoridade policial nem tem conhecimento dessa lei, ou baixe pela internet a íntegra da lei para entregá-la na Delegacia.

Assim que o Escrivão ouvir seu relato sobre o crime, a ele cumpre instaurar inquérito policial ou lavrar um Termo Circunstanciado. Se se negar a fazê-lo, sob qualquer pretexto, lembre-o que ele pode ser responsabilizado por crime de prevaricação, previsto no art. 319 do Código Penal do Código Penal (retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal). Leve esse artigo também por escrito naquele mesmo pedaço de papel.
Se o Escrivão tentar barrar o seu acesso ao Delegado, faça valer os seus direitos: exija falar com o Delegado, que tem o dever de te atender e o dever de fazer cumprir a lei, principalmente porque você é quem paga o salário desses funcionários, com seus impostos.

Diga que no Brasil os animais são “sujeitos de direitos”, vez que são representados em Juízo pelo Ministério Público ou pelos representantes das sociedades protetoras de animais (§3º, art. 2º do Decreto 24.645/34) e que, se a norma federal dispôs que eles são sujeitos de direitos, é obrigação da autoridade local fazer cumprir a lei federal que protege os animais domésticos.

Como último argumento, avise-o que irá queixar-se ao:

Ministério Público Federal – Procuradoria Regional da República –
Rio de Janeiro (www.prrj.mpf.gov.br)
End.: Av. Nilo Peçanha, 23/31 – Centro – Tel: (21) 2107-9300;

Ministério Público Estadual – Rio de Janeiro
Petrópolis (www.mp.rj.gov.br)
End.: Rua Dr. Nelson Sá Earp, 95, sala 502 – Centro –
Tel: (24) 2245-6370 e Fax: (24) 2245-6369;

Ministério da Justiça – Secretaria Nacional de Segurança Pública (www.mj.gov.br/senasp);
Corregedoria da Polícia Civil (www.policiacivil.rj.gov.br/dpma);

Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente
End.: Largo da Cancela, s/nº – São Cristóvão/RJ – Tel/Centrex: (21) 3399-9030 / 3399-9032 / 3399-9033

e ainda, que você fará uma denúncia ao:

Secretário de Segurança Pública – Corregedoria
End.: Rua da Relação, nº 42/3º Andar – Centro/RJ –
Tel/Centrex: (21) 3399-3330/3399-3331/3399-3332

Aliás, carregue sempre esses telefones na sua carteira. Para tanto, anote o nome e a patente de quem o atendeu, o endereço da Delegacia, o horário e a data e faça de tudo para mandá-lo lavrar um termo de que você esteve naquela delegacia para pedir registro de maus-tratos a animal.

Se você estiver acompanhado de alguém, este alguém será sua prova testemunhal para encaminhar a queixa ao órgão público.

Se você tiver em mãos fotografias, número da placa do carro que abandonou o animal, laudo ou atestado veterinário, qualquer prova, leve para auxiliar tanto na Delegacia quanto no MP.

Não tenha receio em denunciar porque você não será o autor do processo judicial, que por ventura for aberto a pedido do Delegado! Sabe por quê? Preste atenção: O Decreto 24.645/34 reza em seu artigo 1º que: “Todos os animais existentes no país são tutelados pelo Estado”; e em seu artigo 2º – parágrafo 3º, que: “Os animais serão assistidos em juízo pelos representantes do Ministério Público, seus substitutos legais e pelos membros das Sociedades Protetoras dos Animais”. Logo, uma vez concluído o inquérito para apuração do crime, ou elaborado o Termo Circunstanciado, o Delegado o encaminhará ao Juízo para abertura da competente ação, onde o Autor da ação será o Estado.

Se o crime for contra Animais Silvestres
Animais Silvestres são todos aqueles animais pertencentes às espécies nativas, migratórias e quaisquer outras aquáticas ou terrestres, que tenham a sua vida ou parte dela ocorrendo naturalmente dentro dos limites do Território Brasileiro e suas águas jurisdicionais (fonte: Renctas).

Pode, também, dar ciência às autoridades policiais militares, mas, em especial, a Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente:

Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente
(www.policiacivil.rj.gov.br/dpma)
End.: Av. São Luiz Gonzaga, 275 – Realengo/RJ – Tel/Centrex: (21) 3399-9030 / 3399-9032 / 3399-9033
E-mail: delegaciadomeioambiente@hotmail.com

Ibama – Procuradoria Geral no Rio de Janeiro
(www.ibama.gov.br/proge)
End.: Praça Quinze de Novembro, 42/7º Andar – Centro/RJ – Tel.: (21) 3077-4358 e Fax: (21) 3077-4359/21-3077-4360
Procurador-chefe: Dr. Alessandro Quintanilha Machado
Procurador Chefe – Substituto: Dr. Mauro Costa Leite
E-mail: mauro.leite@ibama.gov.br

Se você for do RJ, tenha em mãos o telefone do Disque-denúncia (21)-2253-1177 que também recebe denúncias sobre maus-tratos, tráfico de animais, envenenamentos, trabalhos forçados, espetáculos que praticam abusos e maus-tratos (circos, rodeios, brigas de cães e de galos etc.).

Associações de Bairro
Uma outra dica também muito importante: Você sabia que as Associações de Bairro representam uma força associativa que pode provocar as autoridades na tomada de atitudes concretas em prol da comunidade?

Pois é, existe uma Lei de n.º 7.347, de 24.07.85, que confere a essas associações, qualificadas como entidades de função pública, ingressar em juízo na proteção dos bens públicos para preservar a qualidade de vida, inclusive com mandado de segurança (Constituição Federal, art.5º, LXX, “b” ) para a preservação desse bens e como a flora e a fauna é um patrimônio público, esta associação tem legitimidade para tanto.

Portanto, se o seu bairro estiver organizado em Associação, procure-a e peça que alguém o acompanhe até a Delegacia ou ao Fórum mais próximo.

Não se esqueçam também que o B.O. pode ser feito, dentro do Rio de Janeiro, pela internet, através dos sites http://www.ssp.rj.gov.br ou http://www.policiacivil.rj.gov.br. Preencha o formulário de DENÚNCIA na tela
do computador e, em após um espaço de tempo, a Polícia entrará em contato para a confirmação das informações prestadas. A partir daí, o B.O. estará disponível para cópia via impressora, procedimento este, também, que é muito mais demorado para determinados casos que requerem urgência.

O E os cavalos?
O que fazer quando presenciar maus-tratos ou ver cavalos ou burros doentes, magros? Não chame a carrocinha. Antes, peça orientação às Sociedades Protetoras de Animais ou, ainda, informe-se melhor acessando os únicos site brasileiros totalmente destinados aos eqüinos, à sua proteção e defesa:
Em Defesa dos Equinos (http://br.geocities.com/equinosbrasil)
Pró-Vida Animal – Jegues Escravos (a página está em construção: http://www.providaanimal.hpg.ig.com.br)

Telefones Úteis:
Promotoria de Defesa do Meio Ambiente
Porto Alegre/RS: (51) 3224-3033
São Paulo/SP: (11) 3119-9524

Batalhão Ambiental da Brigada Militar
Rio Grande do Sul – (51) 3339-4568 / 3339-4219

Ministério Público
Rio de Janeiro – (21) 2261-9954
Rio Grande do Sul – (51) 3224-3033 – meioambiente@mp.rs.gov.br
São Paulo – (11) 6955-4352 – meioamb@mp.sp.gov.br
Santa Catarina – (48) 229-9000 – pgj@mp.sc.gov.br

Corregedoria da Polícia Civil
São Paulo – (11) 3258-4711 / 3231-5536 / 3231-1775
Rua da Consolação, 2333

Polícia Florestal
São Paulo/SP – (11) 221-8699
São José do Rio Preto/SP – (17) 234-3833
Guarujá/SP – (13) 354-2299
Birigui/SP – (18) 642-3955

IBAMA PARA TODO TERRITÓRIO NACIONAL
“Linha Verde” – 0800-618080

Castracao GRATUITA em SBC – SP

Prefeitura de S. Bernardo faz castração gratuita de cães e gatos
Por: Redação
Primeira etapa da campanha será feita no Distrito de Riacho Grande
A Prefeitura de São Bernardo do Campo está iniciando uma campanha de castração gratuita pela Divisão de Veterinária e Controle de Zoonoses. O objetivo é reduzir o crescimento desordenado da população de cães e gatos e minimizar o problema do abandono desses animais nas ruas.
Inicialmente será dada prioridade à esterilização de cães abandonados e aos chamados cães comunitários, que são animais que também vivem nas ruas, mas que recebem alimentação e cuidados de alguns moradores dos bairros. A expectativa é que possam ser esterilizados cerca de 100 animais por mês.
As ações serão direcionadas a todas as regiões do município, mas a primeira etapa da campanha será concentrada no Riacho Grande, onde é frequente o abandono de animais por pessoas de outras localidades.
A castração gratuita atende a uma antiga reivindicação das entidades protetoras de animais, uma vez que o abandono de cães e gatos representa risco epidemiológico na transmissão das doenças ao homem, além de facilitar a ocorrência de maus-tratos, atropelamentos e outros sofrimentos a esses animais. “O controle da natalidade de cães e gatos é um trabalho que deverá contar com a participação e a conscientização da população para que alcance os resultados desejados”, expicou o diretor do Departamento de Proteção à Saúde e Vigilâncias, Luiz Francisco de Souza.
A cirurgia de esterilização e o tratamento prévio de endo e ectoparasitas será custeado pela Secretaria da Saúde, com base em contrato firmado com a Clínica Veterinária Pronto Socorro Animal, de São Bernardo, feito por meio de edital de convocação.
Os interessados em participar da Campanha de Controle de Natalidade de Animais deverão obter a Guia de Autorização para Emissão do Termo de Ciência e Responsabilidade junto à Divisão de Veterinária e Controle de Zoonoses, dirigindo-se pessoalmente à avenida Doutor Rudge Ramos, 1740, no Bairro Rudge Ramos, de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h.
Para a emissão da guia, os moradores deverão apresentar comprovante de residência e documento de identidade. Após a obtenção da guia de autorização, o interessado deve entrar em contato com a clínica veterinária e marcar uma consulta pelo telefone 11 4338-3222.  Mais informações sobre a Campanha de Controle da Natalidade de Animais podem ser obtidas pelos telefones 11 4367-3306 e 11 4365-3349.

Prefeitura de S. Bernardo faz castração gratuita de cães e gatos

Primeira etapa da campanha será feita no Distrito de Riacho Grande

A Prefeitura de São Bernardo do Campo está iniciando uma campanha de castração gratuita pela Divisão de Veterinária e Controle de Zoonoses. O objetivo é reduzir o crescimento desordenado da população de cães e gatos e minimizar o problema do abandono desses animais nas ruas.

Inicialmente será dada prioridade à esterilização de cães abandonados e aos chamados cães comunitários, que são animais que também vivem nas ruas, mas que recebem alimentação e cuidados de alguns moradores dos bairros. A expectativa é que possam ser esterilizados cerca de 100 animais por mês.
As ações serão direcionadas a todas as regiões do município, mas a primeira etapa da campanha será concentrada no Riacho Grande, onde é frequente o abandono de animais por pessoas de outras localidades.

A castração gratuita atende a uma antiga reivindicação das entidades protetoras de animais, uma vez que o abandono de cães e gatos representa risco epidemiológico na transmissão das doenças ao homem, além de facilitar a ocorrência de maus-tratos, atropelamentos e outros sofrimentos a esses animais. “O controle da natalidade de cães e gatos é um trabalho que deverá contar com a participação e a conscientização da população para que alcance os resultados desejados”, expicou o diretor do Departamento de Proteção à Saúde e Vigilâncias, Luiz Francisco de Souza.
A cirurgia de esterilização e o tratamento prévio de endo e ectoparasitas será custeado pela Secretaria da Saúde, com base em contrato firmado com a Clínica Veterinária Pronto Socorro Animal, de São Bernardo, feito por meio de edital de convocação.

Os interessados em participar da Campanha de Controle de Natalidade de Animais deverão obter a Guia de Autorização para Emissão do Termo de Ciência e Responsabilidade junto à Divisão de Veterinária e Controle de Zoonoses, dirigindo-se pessoalmente à avenida Doutor Rudge Ramos, 1740, no Bairro Rudge Ramos, de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h.

Para a emissão da guia, os moradores deverão apresentar comprovante de residência e documento de identidade. Após a obtenção da guia de autorização, o interessado deve entrar em contato com a clínica veterinária e marcar uma consulta pelo telefone 11 4338-3222.

Mais informações sobre a Campanha de Controle da Natalidade de Animais podem ser obtidas pelos telefones 11 4367-3306 e 11 4365-3349.

http://www.abcdmaior.com.br/noticia_exibir.php?noticia=18878

Se eu não tivesse cachorros…

Eu poderia andar pelo jardim de pés descalços completamente a salvo de “minas terrestres”.

Todos os cantos, roupas, móveis e carro seriam livres de pelos.

Quando toca a campanhia, a casa não pareceria um canil.

Eu poderia deitar na cama  do jeito que bem entendo, sem pensar em quanto de espaço devo deixar para que um outro corpo fique confortavelmente deitado ali.

Eu teria dinheiro…. e não sentiria culpa em viajar.

As palavras mas comuns eu meu vocabulário não seriam: Vem, sai, senta, deita, não pula aí, não pula na visita.

Minha casa não pareceria uma creche com brinquedos por todo lado.

Meus bolsos não teriam coisas como, biscoitos caninos, sacos para recolher cocô e uma coleira extra.

Eu não teria tantas folhas DENTRO de casa como do lado de fora.

Eu não estranharia pessoas que pensam que ter um cachorro as prenderiam demais.

Eu não pensaria nas estações chuvosas como as estações da lama em casa.

Eu não teria que responder a pergunta: “Porque você tem cachorro?” vinda de pessoas que não tem/terão em suas vidas a alegria e a certeza que você é amado incondicionalmente por uma criatura que a mais próxima de um anjo que possa existir.
A.D.

Livreto Mudando Destinos, leitura gratuita!!!

Leia este livreto e reafirme como a presença de um animal e o seu amor incondicional e gratidão eterna podem transformar nossas vidas, são histórias reais, depoimentos emocionados, uma grande lição de vida e a certeza que ainda temos muito a aprender com nossos amigos peludos! Cada um que passa em nossas vidas deixa uma lição… Conteúdo gratuito, acesse o link

Gato salva idosa de 97 anos de incêndio

Gato salva idosa de 97 anos de incêndio Bichano começou a miar e acordou dona às 4h da madrugada.

Por ato heróico, americana prometeu comprar lata de salmão. Grace George, uma aposentada americana de 97 anos, estava dormindo quando sua casa começou a pegar fogo na manhã de quarta-feira (30/07).

A moradora de Independence, no estado americano de Missouri, diz só percebeu que algo estava errado quando seu gato, Boo Boo, começou a se esgoelar na janela do quarto. ”

Fiquei preocupada”, conta Grace. “Eu não entendi porque ela estava miando tão alto”.

Eram 4h da manhã, e Grace queria continuar dormindo. Ela se levantou, pegou o gato – um animal de rua adotado há cerca de 15 anos – e o levou até a cozinha. Lá, sentiu, enfim, o cheiro de fumaça.

“O gato salvou minha vida. Naquela hora, percebi que precisava sair da casa, ou ia morrer”, conta a idosa, que está morando na casa da filha.

Sua residência foi destruída, e o corpo de bombeiros estimam os danos em US$ 115 mil. A dona prometeu que vai recompensar Boo Boo, o gato heróico, com seu prato predileto.

“Vou comprar uma lata de salmão.”

DEU NO GLOBO = 02/08/2008

O PERIGO DOS FOGOS DE ARTIFICIO E OS ANIMAIS

1)Cuidados com Fogos de Artifício

Os fogos são responsáveis por acidentes dos mais variados tipos, principalmente com cães. Natal, Ano Novo, Copa do Mundo, finais de campeonatos de futebol são ocasiões em que os animais mais se perdem de seus donos.

Todos os animais se assustam facilmente nas épocas festivas com o barulhos dos fogos e rojões. O pânico desorienta o animal, que tende a correr desesperado e sem destino.

Procure evitar tudo isso garantindo condições mínimas de segurança, evitando ambientes conturbados e barulhentos (desde antes do espocar dos fogos), passe-lhe paz e tranqüilidade, e a sensação de que tudo está bem e sob controle.

Tudo isso pode ser evitado com prudência, atenção e um pouco de boa vontade.

2)Os Perigos dos Fogos

Fugas – tornando-se animais perdidos, atropelados e que vão provocar acidentes;

Mortes – enforcando-se na própria coleira quando não conseguem rompê-la para fugir; atirando-se de janelas; atravessando portas de vidro; batendo a cabeça contra paredes ou grades;

Graves ferimentos – quando atingido ou sem saber abocanhando um rojão achando que é algum objeto para brincar;

Traumas – com mudanças de temperamento para agressividade;

Ataques – investidas contra os próprios donos e outras pessoas;

Brigas – com outros animais com os quais convivem, inclusive;

Mutilações – no desespero de fugir chegam a se mutilar ao tentar atravessar grades e portões;

Convulsões (ataques epileptiformes);

Morte e alteração do ciclo reprodutor dos animais da fauna silvestre;

Afogamento em piscinas;

Quedas de andares e alturas superiores;

Aprisionamentos indesejados em porões e em lugares de difícil acesso;

Paradas cardiorespiratórias etc..

3) Recomendações para Com os Animais

Acomodar os animais dentro de casa, em lugar onde possam se sentir em segurança, com iluminação suave e se possível um radio ligado com música;

Fechar portas e janelas para evitar fugas e suicídios;

Dar alimentos leves, pois distúrbios digestivos provocados pelo pânico podem matar (torção de estômago, por exemplo);

Cobrir gaiolas de pássaros e checar cercados de animais (cabras, galinhas etc.);

Cobertores pesados estendidos nas janela abafam o som, assim como cobertores no chão ou um edredom sobre o animal;

Não deixar muitos cães juntos, pois, excitados pelo barulho, brigam até a morte. Tente deixá-los em quartos separados pois, na hora dos fogos, eles poderão morder-se uns aos outros, no desespero;

Um pouco antes da meia-noite leve seu animal para perto da tv ou de um aparelho de som e aumente aos poucos o volume de tal forma que ele se distraia e se acostume com um som alto. Assim não ficará tão assustado com o barulho intenso e inesperado dos fogos;

Procurar um veterinário para sedar os animais no caso de não poder colocá-los para dentro de casa. Animais acorrentados acabaram se enforcando em função do pânico;

Alguns veterinários aconselham o uso de tampões de algodão nos ouvidos que podem ser colocados minutos antes e tirados logo após os fogos;

Assim como calmantes naturais que apresentam resultado bastante eficiente para os animais que historicamente apresentam o estresse.

4)Recomendações para com Gatos

Escolha um quarto da casa que tenha uma cama e um armário, e prepare para ser o quarto dos gatos no reveillon.

Abra um ou dois armários e coloque cobertores para forrar e formar tocas confortáveis;

Desarrume a cama e coloque cobertores formando tocas; tocas embaixo da cama também são boas;

Feche toda a janela, passe a cortina e, se possível, encoste um colchão na janela para abafar o barulho;

Água, comida e caixinha de areia devem ficar distribuídos estrategicamente pelo quarto, sempre encostados na parede, para evitar serem derrubados e tudo acabar na maior sujeira;

Tire qualquer coisa que possa ser derrubada, quebrada, derramada;

Feche os gatos neste quarto a partir dos primeiros rojões e deixe-os lá. Deixá-los soltos aumenta o medo, a correria e o desespero, e eles acabam se enfiando em lugares como embaixo da máquina de lavar e da geladeira;

Para quem mora em casa, com gatos que tem acesso à rua, recolha os gatos antes do pôr-do-sol e feche-os da mesma maneira. Na rua é mais perigoso, pois, quando se assustarem, podem se perder. Além disso, podem ser alvo de maus-tratos;
Fonte: PEA

Campanha adotar é tudo de bom, da Pedigree

Companheiros de abandono e frio….. (clique na imagem para ampliar, muito lindo!)

Quanta solidão nesse olhar!

Vamos ajudar nossos amigos cãezinhos abandonados?

A pedigree está com a campanha “Adotar é tudo de bom” e a cada visualização do video, vai fornecer uma refeição para cães abandonados.A pedigree, auxilia mais de 30 ongs de proteção à animais abandonados, e está reforçando essa campanha com esse lance de visualização do vídeo.Acho que com isso, eles tem um feedback de como a campanha está atingindo as pessoas.
Vamos lá, assista o vídeo e dê uma forcinha, o video é muito bonito e tocante!E se puder ajudar ou adotar um cãozinho abandonado, melhor ainda!
Prece de um cão abandonado

“Sabe Senhor, ainda não entendi. Viemos à praça.
Pensei ser um passeio, estranhei. Ele não tinha esse hábito, mas vim feliz.
Aqui chegando, me deu as costas, entrou no carro, e nem disse adeus.
Olhei para os lados, nem sabia o que fazer – ainda tentei segui-lo e quase fui atropelado.
O que eu teria feito de tão mau?
À noite, quando ele chegava, eu eu abanava o rabo, feliz mesmo que ele nunca viesse me ver no quintal.
Às vezes eu latia, mas havia estranhos no portão e não poderia deixá-los entrar sem avisar o meu dono. Quem sabe foi a mando da minha dona, por eu estar lhe dando trabalho.
Não foram as crianças: elas me adoram e creio que nem sabem do que aconteceu – devem ter-lhes dito que fugi.Como sinto saudades! Puxavam-me a cauda, às vezes eu ficava uma fera, mas logo éramos amigos novamente. Estou faminto. Só bebo água suja, meus pêlos caíram quase todos.
Nossa, como estou magro!
Sabe Pai, aqui neste canto que arrumei para passar a noite, faz muito frio, o chão está molhado. Creio que hoje vou me encontrar aí Contigo, no céu. Meu sofrimento vai terminar, e, mesmo em espírito, vou ter premissão para ver as crianças.
Peço-vos, então, não mais por mim, mas pelos meus irmãozinhos.
Mande-lhes pessoas que deles tenham compaixão.
Como eu, sozinhos não viverão mais que alguns meses na terra do homem.
Amenize-lhes o frio, igual ao que agora sinto, com o calor de atos de pessoas abençoadas.
Diminua-lhes a fome, tal qual a que sinto com o alimento do amor que me foi negado.
Mate-lhes a sede com a água pura de Seus sentimentos, transmitidos ao homem.
Elimine a dor das doenças, extirpando a ignorância da Terra. Tire o sofrimento dos que estão sendo sacrificados, em rituais, em laboratórios e tudo mais, tirando dos humanos o gosto pelo sangue. Ampare as cachorrinhas prenhas que verão suas crias morrerem de fome, frio e peste, sem nada poderem fazer.
Abrande a tristeza dos que, como eu, foram abandonados – entre todos os males, o que mais doeu foi isso.
Receba, Pai, nesta noite gélida, a minha alma, pois não será mais meus o sofrimento, mas dos que ficarem e por eles vos peço.”
Chegará o dia em que o homem conhecerá o íntimo dos animais. Nesse dia um crime contra um animal será considerado um crime contra a própria humanidade.(Leonardo Da Vinci)

http://home-boxer.blogspot.com/search/label/adote%20um%20c%C3%A3o

Cinco motivos para adotar um animal

1. Não apenas cães e gatos provocam sensações positivas.
Observar um peixe em um aquário pode ter efeitos semelhantes aos da hipnose, reduzindo a ansiedade em pacientes à espera de uma cirurgia, por exemplo.
E melhor: aquários são obras vivas de decoração.

2. Tanto para adultos quanto para crianças, interagir com animais diminui a pressão arterial.
“Essa relação acalma e também mobiliza a sair da inércia”, diz a psicóloga Denise Gimenez Ramos.
Um estudo publicado no British Journal da Royal Society of Medicine sustenta que quem tem um bicho em casa reclama menos de pequenos problemas de saúde, por isso, é mais feliz.

3. Animais em geral também são bons aliados de adultos e crianças mais inibidos.
“Para idosos, podem até ajudá-los a sair da depressão”, afirma Denise Gimenez Ramos.
Com o peso desse argumento, recentemente, nos Estados Unidos, cães passaram a ser adotados em visitas hospitalares, com resultados visíveis na recuperação de pacientes.

4. Para a ciência, animais se integram tão facilmente em nossa vida porque possuem estruturas anatômicas idênticas às nossas.
“Eles têm sensações, são inteligentes, têm memória e uma profunda sensibilidade de convívio com outras espécies e como ser humano”, analisa a médica veterinária Irvênia Prada.

5. Uma tese um pouco mais audaciosa sustenta até uma certa telepatia entre homens e animais.
“O biólogo inglês Rupert Sheldrake, autor de Cães sabem quando seus donos estão chegando, diz que os cachorros se comunicam telepaticamente com os cuidadores humanos”, cita Irvênia Prada.
Basta olhar fundo nos olhos deles para sentir essa interação mágica.

Texto Carol Scolforo