ABANDONO DE ANIMAIS: UMA SOLUÇÃO PARA O PROBLEMA QUE PARECE NÃO TER FIM

A quantidade de bichinhos abandonados nas ruas do Brasil é enorme, e isso porque grande parte da população que tem um pet acaba desistindo e os deixando largados em qualquer esquina. Os motivos para abandonar um animal indefeso sozinho pelas ruas pode variar, seja o ato de fazer necessidades em lugares inapropriados, soltar uma grade quantidade de pelos ou até mesmo por crescer mais do que esperado pelo Por conta desse tipo de pessoa, a tendência do número de animais de rua crescer é cada vez maior, sendo estes em sua maioria gatos e cachorros. Mas, o que não explica essa atitude, é que antes de qualquer pessoa adotar ou comprar um bichinho, ela fica ciente do comportamento do animal, de que ele irá brincar, crescer, dormir e fazer necessidades, por isso, é sempre reforçado que antes de levar o animal embora, seja perguntado sobre a estrutura e disponibilidade para cuidado dele.

Segundo estatísticas da Organização Mundial de Saúde, existem cerca de 20 milhões de gatos e cachorros de rua no Brasil. Estima-se que eles vivam em média dois anos, dependendo muito se está recebendo os itens básicos para sobreviver, essencialmente água e comida. Além de sofrer traumas devido ao abandono, o bichinho também poderá sofrer agressões, logo a pessoa que abandonar um animal estará cometendo o crime, previsto em lei, no artigo 3º do Decreto Federal 24.645/34, que considera o abandono como um dos exemplos de maus tratos, assim como, manter preso, espancar, mutilar, explorar, entre outros. Diante de atos de abandono ou violência, faça sua parte e denuncie a situação à polícia.

Abandono1 (2)

Caso você realmente queira um animal de estimação, uma solução bem viável para amenizar a população de animais de rua, é a adoção dos bichinhos abandonados. Mas, antes mesmo de pensar em levá-lo para casa, verique se terá as condições de cuidar e prover uma boa vida à esses peludos que merecem nossa atenção e talvez já tenham passado por um grande trauma, procurando agora um cantinho para ser feliz.

Fonte: Oficial Brandabandono

Fonte Imagens: Irmão Animal, Pinterest, Ajudar Animais e Eu Quero Ajudar Curitiba
maus tratos copy

Anúncios

Qual a maneira correta de alimentar seu bichanos? Dicas de manejo dietético para gatos!

Estepost faz parte da série

Texto gentilmente escrito com exclusividade para o Mãe de Cachorro pela médica veterinária, editora do site Cachorro Verde, Sylvia Angélico.

  • EXCLUSIVO: Prefira comedouros e bebedouros de inox ou de vidro. Os de alumínio podem liberar esse metal na comida ao longo do tempo, o que é potencialmente prejudicial à saúde. E os de plástico estão associados à acne na face dos felinos.
  • Distribua pontos de água fresca (se possível, filtrada, para redução da ingestão de metais pesados), pela casa para estimular a ingestão hídrica. Bebedouros do tipo “fonte”, que circulam a água sem parar, costumam atrair os bichanos.
  • Se optar por oferecer ração seca, prefira pacotes menores aos maiores. Sim, a economia é considerável comprando sacos grandes, mas o abre-e-fecha constante causa oxidação das gorduras que foram borrifadas nos grânulos, os expõe à luz (o que degrada substâncias) e favorece a proliferação de bactérias e fungos.
  • Pior ainda é conservar a ração seca em recipientes transparentes, por conta da constante exposição à luz. Mantenha a ração na embalagem (elas são projetadas para conservar melhor o produto), bem lacradas, sem ar e usando vários prendedores de roupa para fechá-la.
  • Não deixe ração seca à vontade. Procure estabelecer horários, se for possível. Comer à vontade leva os gatos ao sobrepeso e contamina a ração com saliva, além de atrair formigas.
  • Não compre ração à granel, por todos os motivos citados acima (exposição contínua ao ar, à luz, às mãos das pessoas…).
  • Não alimente seu gato com ração para cães. Em geral, elas não apresentam o elevado teor protéico que o organismo felino requer, muitas não contêm taurina em quantidade suficiente e podem ser pobres em arginina, niacina, vitamina A, ácido araquidônico e ômegas-3 de origem animal.
  • Evite oferecer “porcarias” ao seu bichano, como pedaços de pão branco, de doces, bolos, borda de pizza, bolacha. Isso só tornará a preferência gustativa dele mais seletiva, o predisporá a males dentários, além de obesidade e outros problemas metabólicos.
  • Petiscos industrializados também merecem ser analisados. Evite produtos com corantes, com os conservadores citados no post “Como escolher a melhor ração para o meu gato? – Parte 1”, com ingredientes majoritariamente vegetais e muito calóricos. Na verdade, o ideal seria não oferecer petiscos comerciais, uma vez que são dispensáveis econtribuem pouco nutricionalmente, quando não fazem mal.

Mais observações pertinentes:

  • Há pessoas que se queixam da consistência e odores das fezes dos gatos que passam a receber ração em lata. É verdade que nem todo gato se adapta a esse tipo de alimentação. Cada organismo é único. Portanto, além de todas essas dicas e orientações gerais, é importante pestar atenção à reação do seu gato à dieta. Qual tipo/marca de ração reduz mais a queda de pelos? Deixa-os mais brilhantes? Engorda mais? Deixa as fezes mais bem formadas? E o xixi menos concentrado? Os dentes mais limpos? E por aí vai. Vou citar o exemplo da “ovelha negra” de minha família, meu Persa, o Arthur, que é um comedor de ração (todos os demais bichos da casa comem Alimentação Natural caseira). Arthur comia ração de categoria Super Premium e estava bem, mas vivia com secreções escuras ao redor dos olhos. Com a introdução da Alimentação Natural caseira, essas manchas sumiram e pelagem ficou enorme e de coloração vibrante. Mas, cerca de 1 ano e meio depois, passou a rejeitar a dieta crua, o que me fez introduzir ração úmida de lata. Ele adorava e a saúde não declinou muito. Caíam mais pelos e a pelagem adquiriu um tom menos vibrante. Só. Depois de alguns meses, o bendito não queria mais saber da ração em lata. Aí não teve jeito, parti para uma ração Super Premium seca. De início, comia avidamente, agora já parece ter começado a enjoar. Mas ainda come. Está um pouco magro, seus olhos voltaram a lacrimejar bastante (a ponto de formar uma crosta marrom-escura), o pelo cai bastante, a pelagem reduziu de volume, os ouvidos vira e mexe apresentam um pouco de cerúmen e ele se tornou muito mais sensível à infestação de pulgas. Mas as fezes estão ótimas. Então, a experiência toda é muito pessoal…
  • Não podemos esquecer que o sucesso de um novo alimento está diretamente relacionado a uma adaptação bem gradativa. Do contrário, o aparelho gastrintestinal pode se revoltar e provocar vômitos, diarreia, gases etc.
  • Você tem um filhote de gato? Aproveite e ofereça a ele vários alimentos naturais! É nessa breve fase que os gatos adquirem hábitos alimentares que via de regra os acompanham por toda a sua longa vida. Depois de adultos, é muito mais difícil fazer com que aceitem alimentos diferentes, dietas caseiras – que podem ser benéficas para o controle de quadros de saúde. Ofereça carnes cruas, vísceras, peixes, vegetais crus ou cozidos pobres em amido picadinhos ou triturados, folhas verde-escuras bem picadinhas, lombo suíno, um pouquinho de levedo de cerveja em pó, um pouco de batata cozida com casca amassadinha, um pouco de arroz integral cozido bem molinho, iogurte natural, pescoço de frango cru moído ou cortado em rodelas, ovos crus e cozidos, pés e cabeças (sem bico) de frango crus (ossos de frango só são seguros quando crus) para ele roerocasionalmente – e assim limpar os próprios dentes. Se empolgue oferecendo junto à ração alimentos saudáveis e você terá um bichano que aceitará facilmente uma dieta caseira balanceada (aqui um exemplo da cruahttp://www.cachorroverde.com.br/an_guia_gatos.pdf e das cozidas: http://www.cachorroverde.com.br/gatocozida.php) ou, no mínimo, terá a lucrar com a adição de um pouco de alimentos naturais à sua ração seca ou úmida.
  • “E se eu quiser misturar ração seca e ração de lata”? Se seu gato estiver saudável (consulte o veterinário) e aceitar bem o mix, não vejo mal algum em princípio. Afinal, ambas são consideradas completas e balanceadas. Acredito até (minha opinião) que assim será mais saudável do que oferecer exclusivamente a ração seca. E poderá melhorar a consistência das fezes, caso seu gato faça cocô amolecido comendo só dieta úmida. Só não se esqueça de realizar uma transição beeeeem gradativa, para evitar revertérios.
  • Finalmente, fique de olho nas novidades que têm surgido no mercado de petfood brasileiro. Em breve, haverá porções de dieta cozida congelada para gatos e também rações secas destituídas de grãos, com formulação mais carnívora do que onívora.

Texto gentilmente escrito com exclusividade para o Mãe de Cachorro pela médica veterinária, editora do site Cachorro Verde, Sylvia Angélico.

 

Fonte: http://www.maedecachorro.com.br/2011/11/como-escolher-a-melhor-rao-para-o-meu-gato-parte-1/

 

pYG4_6OofEI?utm_source=feedburner&utm_medium=email

Como escolher a melhor ração para o meu gato? – Parte 2

Posted: 08 Nov 2011 02:13 AM PST

Texto gentilmente escrito com exclusividade pela médica veterinária, editora do site Cachorro Verde, Sylvia Angélico.

Leia também: Como escolher a melhor ração para o meu gato? – Parte 1

EXCLUSIVO: Existe muita desinformação a respeito das dietas úmidas para gatos. Muitos pré-conceitos. Fora do Brasil, rações úmidas para gatos são tidas como as melhores opções. Mas por aqui ainda são um tabu danado.

Prós das dietas úmidas de lata (não as de sachês):

· Saciam os gatos (pelo elevado teor de umidade, chegando a 84%; contra 10-12% de água das rações secas) fornecendo menos calorias. Pra se ter uma idéia, 1kg de ração seca Super Premium para gatos adultos pode conter 4.000 calorias! É muito para os bichanos que em geral vivem em ambientes cada vez menores e comem à vontade. Não é à toa que há tantos gatos acima do peso e morbidamente obesos. (Aliás, descubra se seu felino está de bem com a balança, comparando-o a essa tabela ilustrada: http://tinyurl.com/62nlu67 ).

· Não têm conservadores, uma vez que são fechadas à vácuo. Tanto que elas estragam – o que é bom sinal, alimentos devem estragar, o anormal é durarem 1 ou 2 anos fora da geladeira…

· Para conseguirem produzir o grânulo (“bolinha”) de ração, os fabricantes em geral empregam bastante amido. Por estar na forma de “patê”, as rações de lata contêm menos amido e maior teor de proteínas e de gorduras de origem animal. Mas é preciso conhecer um segredinho para interpretar corretamente os rótulos das latas. Lá estará descrito: “contém 8-10% de proteína bruta na matéria natural”, o que fará você achar esses níveis uma miséria. Mas a questão é que é preciso descontar o teor de água presente nessas rações. Quer ver? Supondo que em 100 gramas de ração de lata, haja 80% de água.Se descontarmos os 80 gramas de água, sobram 20 gramas de matéria seca (a parte desidratada da ração), que é onde estão os nutrientes. A presença de água é o que diferencia a matéria natural (com água) da seca (sem água). E é em cima desses desses 20 gramas de matéria seca que você deve calcular os valores de proteína. Se descontarmos os 80% de água, os 10% de proteína da matéria natural, se tornam 10 gramas na matéria seca. Dez gramas equivale a metade de 20 gramas. Ou seja, uma ração de lata que contenha 80% de água e 10% de proteína bruta na matéria natural, na verdade contém 50% de proteína na matéria seca.

· Mais carnes, vísceras e gordura animal na fórmula é sinônimo de dieta mais adequada ao carnivorismo felino, o que ajuda a prevenir o diabetes (por provocar menos picos glicêmicos), a obesidade (pela menor ingestão calórica e de amido), as alergias causadas por conservadores e/ou subprodutos de milho ou soja e, por conseqüência, a temível lipidose hepática.

· O fato da ração em lata conter até cerca de 80% de umidade pode dar entender que estamos pagando muito caro por… água. Mas, para os bichanos, obter água ingerindo o alimento é muito mais fisiológico. Nossos gatos descendem de pequenos felinos do deserto africano que, sem acesso regular a fontes hídricas, evoluíram para aproveitar os 60-70% de água naturalmente presente nos corpos das presas. E essa adaptação não mudou significativamente no gato doméstico. Estudos indicam que gatos alimentados exclusivamente com rações secas não percebem que estão desidratados com a mesma eficiência com que os cães percebem. Ou seja, é possível que felinos que vivem à base de grânulos não ingiram água em volume suficiente para compensar a falta de umidade da ração seca. Esta é uma das teorias que explicaria a elevada prevalência de doenças crônicas do trato urinário inferior nos gatos de hoje em dia. Não acredita? Faça o teste: ofereça ração de lata ao gato e veja uma redução drástica na procura por água. Reinstitua a ração seca e observe o bichano aumentar o consumo de água.

· A água da ração de lata tem mais uma vantagem interessante, descoberta há pouco tempo. Ela aumenta a digestibilidade da ração! Faz sentido, afinal, o gato evoluiu – ao longo de milênios – para ingerir simultaneamente água + alimento.

· Possibilidade de variar a matéria-prima da dieta é outra vantagem. Ao contrário das rações secas, que em geral se apresentam nas versões “carne” e “peixe”, as rações de lata permitem que se varie a matéria-prima dafórmula. Há latas com atum, carne bovina, frango, peru e até de carne e um pouco de legumes. Variar a matéria-prima aumenta o aporte de nutrientes e elementos diferentes, tornando menos provável a carência ou excesso de substâncias.

· Por conterem elevado teor de carnes e gordura, agradam naturalmente ao paladar dos gatos. Todavia, as rações secas empregam flavorizantes (“cheirinhos e sabores”), que são verdadeiros segredos industriais e que parecem deixar os gatos viciados. Isso pode dificultar a transição para uma ração úmida, que muitas vezes não contém esse aditivo.

· Por não incluírem grãos (ou os conterem em baixa quantidade), as rações de lata estão menos sujeitas à contaminação por micotoxinas – perigosas toxinas produzidas por fungos que acometem cerca de 25% da nossa produção de soja e de milho. As micotoxinas podem causar ao longo do tempo danos ao sistema reprodutivo, imunológico e hepático.

· Como não sofrem o processamento industrial da extrusão (que cria as “bolinhas” das rações secas), a biodisponibilidade (grau de aproveitamento) das fontes de proteína empregadas é teoricamente superior.

Contras das dietas úmidas de lata (não as de sachês):

· A grande crítica às rações de lata é a suposição de que causam mais “tártaro” nos gatos, por serem molinhas e úmidas. Mas a verdade é que a maioria dos gatos comem ração seca e mesmo assim desenvolvem doença periodontal. Na verdade, alguns veterinários acreditam que a presença de amido (abundante nas rações secas convencionais) é justamente um fatores predisponentes, pela fermentação do amido na boca. E se engana quem pensa que o gato mastiga adequadamente os grânulos de ração seca. No máximo, quebram algumas “bolinhas” com os molares e mandam pra dentro. Quem já viu regurgitação de gato, observou que a ração seca foi devolvida do mesmo jeito que entrou: inteirinha. Essa quebradinha com os molares não é suficiente para limpar os dentes. Portanto, quando a questão é essa, creio que dá empate. Até porque entram mais fatores predisponentes ao acúmulo de “tártaro”: genética, pH da saliva, distribuição dos dentes, imunidade, número de gatos na casa etc.

· Não são práticas. As rações de lata requerem refrigeração e se mantêm frescas por no máximo alguns dias. O ideal, para que não percam sabor e odor atraentes ao gato é que, uma vez abertas, sejam conservadas em recipientes tampados e não na lata. Até por que a lata, por ser de metal, pode liberar substâncias prejudiciais à saúde dos gatos.

· Não são ecológicas. Contorne isso, lavando bem as latas e descartando-as corretamente, para reciclagem.

· Desvantagem que encaro uma vantagem: por não conterem conservadores (ou conterem pouco), é preciso restringir as refeições a determinados horários. Não dá pra encher a vasilha com ração úmida e largar lá o dia todo. Ela vai estragar, perder seus atrativos, ressecar, atrair moscas. Restringir horários de alimentação para os gatos não é um mau hábito. Eles não precisam ter comida à vontade, como muita gente pensa. Podem perfeitamente se adaptar a duas ou três refeições ao dia. Deixar de oferecer ração à vontade contribui significativamente para a prevenção ou controle da obesidade. Claro, no começo, eles miam, protestam, querem o buffet livre de volta. Mas depois se acostumam.

· A camada de gordura gelatinosa que se acumula no topo da ração úmida. Essa porção deve ser desprezada, ou então, bem misturada à ração. Gatos consomem presas magras (ratos, aves, répteis). A primeira colherada de uma lata recém-aberta pode consistir de gordura pura, o que não é nada bom.

Rações de sachê:
Dessas, particularmente, não gosto muito. Me parecem grânulos boiando em um caldo. Contêm maior teor de carboidratos (farinha de trigo) quando comparadas às de lata. E na embalagem dos saches indica-se servir quatro unidades por dia – o que encarece muito a dieta.

Fazendo um apanhado geral, uma dieta comercial adequada para as particularidades de um felino saudável deve ter:

· Elevado teor de proteína e gordura bruta (extrato etéreo): pelo menos acima de 28% para a proteína)

· Composição que prioriza alimentos de origem animal

· Baixo teor de amido (carboidratos). Infelizmente o % de carboidrato não é informado no rótulo, uma vez que carboidratos não são elementos necessários às dietas felinas e caninas… Para descobrir o valor de carboidrato contido em uma ração é preciso descontar os valores de umidade, de proteína bruta, de extrato etéreo, de fibras, de matéria mineral etc., o que dificulta a tarefa.

· Umidade vai muito bem. Estimula o gato a urinar mais diluidamente, aumenta a digestibilidade do alimento e sacia sem fornecer calorias em excesso.

· Ausência de corantes (vermelho, azul, amarelo etc.)

· De preferência, conservadores naturais (óleo de alecrim, tocoferóis), ao invés de BHT, BHA, propilenoglicol ou etoxiquina.

·Rações – tanto secas quanto úmidas – mas principalmente as secas – podem ser enriquecidas com pedacinhos de alimentos naturais nutricionalmente valiosos aos gatos.

Sobre como suplementar e enriquecer rações, leia:

LEMBRE-SE: não podemos dar cebola nem alho aos gatos, nem temperar alimentos com cebola e muito menos oferecer papinhas comerciais para bebés, que são muito salgadas e podem conter cebolas. Mesmo uma quantidade pequena de cebola e de alho pode causar anemia grave nos gatos (já o alho para cães é um ótimo suplemento em pequenas quantidades, sempre cru e picadinho, ajudando a mantê-los mais saudáveis e livres de parasitos internos e externos, entre outros benefícios).

Texto gentilmente escrito com exclusividade pela médica veterinária, editora do site Cachorro Verde, Sylvia Angélico.

 

PRÓXIMO POST: Qual a maneira correta de alimentar seu bichanos? Dicas de manejo dietético para gatos!

 

Fonte: http://www.maedecachorro.com.br/2011/11/como-escolher-a-melhor-rao-para-o-meu-gato-parte-2/

sVdSqkFYkGM?utm_source=feedburner&utm_medium=email

Remédio Natural para Cinomose

Remédio natural e infalível contra cinomose

Acredite seu cãozinho pode ser salvo até no estagio alto da doença “quando caido,sem comer,e começando a evacuar aquele sangue fedido”.

Faça um suco de quiabo com agua ou leite batido no liquidificador:

Uns 6 a 8 quiabos com uns 600ml de agua ou de leite.

Bata bem batido.

Abra a boca do cãozinho e despeje garganta á dentro delicadamente o quanto mais for possivel do suco. Faça isso umas 2 ou 3 vezes ao dia.Garanto logo ele levanta com uma fome de leão e logo vc o vera todo serelepe(animadissi mo).

Ajude-me a divulgar esse remédio pra outras pessoas, seria tão bom se todos que gostam de cães jamais perdessem seu amiguinhos dessa doença…tendo um remédio tão simples e tão eficiente.

Obrigada!

*************************************

Obs: Receita Caseira testada pela protetora que enviou e curou seu cãozinho. Alertamos, é  indispensável que  aja o acompanhamento do veterinário em todos os casos.

Todos os animais merecem o Céu

Escrito por Érika Silveira

Entrevista exclusiva com Dr. Marcel Benedeti, sobre o destino espiritual dos animais
Este foi o título escolhido pelo autor e veterinário Marcel Benedeti para o livro que relata a reencarnação dos animais, a eutanásia, o sofrimento como forma de evolução desses seres, a existência de colônias que cuidam dos animais no plano espiritual e outras questões importantes.
A obra foi uma das premiadas no Concurso Literário Espírita João Castardelli 2003-2004, promovido pela Fundação Espírita André Luiz. Esse foi o primeiro livro do autor que se especializou em homeopatia para animais e conheceu a doutrina espírita na época em que cursava a faculdade, apesar de sua mediunidade ter se manifestado muito antes desse período. Marcel relata que quando trabalhava em uma livraria e se preparava para prestar vestibular, em um dia de pouco movimento, foi para a parte de baixo da loja estudar e notou que estava sendo observado por um senhor. Resolveu perguntar se o senhor desejava alguma coisa e ele lhe respondeu que só estava achando interessante ele estudar, então explicou que queria passar no vestibular de veterinária e o velhinho disse que não se preocupasse porque passaria. Previu também outros fatos que aconteceriam.
Em seguida se despediu dizendo que se veriam depois. Após alguns instantes comentou com seu colega de trabalho que tinha achado aquele homem esquisito por fazer previsões do futuro. O colega disse que não havia entrado ninguém na livraria, foi então que se deu conta de que se tratava de um espírito. Este mais tarde é que lhe ditaria o livro.
O tema da obra fez tanto sucesso que se transformou também em programa de rádio. Nossos irmãos animais vai ao ar toda quarta-feira, às 13h na Rede Boa Nova. Com apresentação de Ana Gaspar, Maria Tereza Soberanski e Marnel Benedeti.

Como o livro foi escrito?
Escrevi o livro em menos de um mês, durante os intervalos das consultas, mas o espírito que ditou não quis se identificar. As cenas foram surgindo em uma tela mental e ao mesmo tempo um espírito narrava os episódios. Outras vezes, não havia imagem, apenas a narrativa; nesses momentos se tornava mais difícil. Apesar de achar o livro maravilhoso, não acreditava que alguma editora pudesse se interessar pelo assunto. Mas certo dia estava ouvindo a rádio Boa Nova quando anunciaram o concurso literário espírita. Resolvi participar e acabei ganhando o concurso 2003-2004 e editando o livro pela editora Mundo Maior.

O que o livro acrescentar para os veterinários e pessoas que possuem animais?
Se as pessoas não tiverem a visão espiritual em relação aos animais, que eles tem espírito e sentimentos vão continuar tratando esses seres como objetos, como era há pouco tempo atrás. Essa onda de conscientização é recente.
Entramos na questão também de comer carne; cada um tem que perceber o que está fazendo. Eu mesmo comia carne e parei para pensar porque comia, se meu corpo recusava, me fazia mal… Mas quando comecei a lembrar as descrições feitas no livro a respeito do matadouro, passei a sentir repugnância da carne.

Sendo veterinário e espírita, como analisa a questão da eutanásia?
O ser humano tem o carma, o animal não. O animal tem consciência, mas muito mais restrita, em relação ao ser humano. Ele segue muito mais os seus instintos.
Então, como não tem carma, a eutanásia deve ser o último recurso utilizado; o veterinário deve fazer todo o possível para salvá-lo.
Se o animal estiver sofrendo muito e não existir outra maneira, o plano espiritual não condena, porque é um aprendizado tanto para o animal quanto para o dono que precisa tomar a decisão.

Os animais reencarnam?
Há um capítulo no livro que explica como ocorre a reencarnação dos animais. Este descreve que cada espécie de animal leva um tempo para reencarnar, mas por possuírem o livre-arbítrio ainda muito restrito, uma comissão avalia as fichas dos animais e estabelece o ambiente que deverão nascer e a espécie.

Como o conhecimento espiritual pode ajudar o veterinário no trato com os animais?
O veterinário, em geral, por natureza, mesmo não sabendo já é espiritualizado, pelo fato de gostar de animais e querer salvar a vida deles. Quando o veterinário adquire consciência de que o animal não é um objeto e sim um ser espiritual, que possui inteligência e sentimento, muda o seu ponto de visa, passa a enxergar os fatos de uma forma mais ampla. Com certeza se mais veterinários tivessem um conhecimento espiritual, o tratamento em relação aos animais seria melhor.

Como é aplicada a homeopatia para animais?
No Brasil, a homeopatia ainda é pouco aplicada nos animais porque muitos acham que não funciona. Só utilizo a homeopatia quando o dono do animal permite e, em casos mais graves, a homeopatia entra como terapia complementar, porque demora um pouco mais para trazer resultado e alguns casos são urgentes.
O uso da homeopatia é igual tanto para pessoas quanto para animais. A única diferença é que o animal não fala, então o dono precisa ser um bom observador para relatar a personalidade do animal para o veterinário, e muitas vezes, não possui as informações necessárias para um diagnóstico mais preciso. Pergunto, por exemplo, se o animal gosta de quente ou frio, do verão ou do inverno, a posição em que dorme, entre outras perguntas do gênero.
Tive o caso, de um gato com câncer e que em decorrência da doença estava com o rosto deformado. Como tratamento ele melhorou 70%. Só não foi melhor porque esse gato saia e demorava a voltar e com isso interrompia o tratamento. Cuidei também de um cachorro com problema de comportamento muito; agressivo. O animal, depois de 10 dias, parecia outro, muito mais calmo. Utilizo também florais para animais em casos emocionais. Se nós equilibramos emocional, o organismo ganha condições combater as bactérias.

E os próximos livros?
Já tenho na editora outro livro em análise que tem o título: Todos os animais são nossos irmãos. E já estou escrevendo o terceiro. Pelas informações que recebi do plano espiritual, serão seis livros.

Entrevista publicada na Revista Cristã de Espiritismo, ed. 29, em 2004.
Dr. Marcel Benedeti desencarnou em fevereiro de 2010.

Cadela poodle adota esquilos nos EUA

Filhotes ficaram sem casa depois que árvore foi derrubada.
Cachorra da Carolina do Norte, que ainda tinha leite, acolheu-os.
Do G1, com AP


Três bebês esquilos são amamentados por Pixie, uma cachorrinha poodle de Henderson, no estado americano da Carolina do Norte. Gail Latta, dona da cadela, disse que os três filhotes ficaram sem casa depois que a árvore em que eles viviam foi derrubada. (Foto: AP)


Pixie ainda tinha leite depois de ter amamentado sua primeira ninhada de filhotes, poucos meses atrás. Depois de cinco semanas, os esquilos foram levados a um centro de animais, que vai continuar cuidando deles até que eles possam ser devolvidos à liberdade. (Foto: AP) (Foto: AP)

Papinha Milagrosa P/ Nossos Peludinhos

Essa receita tem salvo muitos bbs com inapetência (falta de apetite), erliquia, babesia, anemia, e outras doenças.

Ingredientes:

Fígado, coração e músculo de boi (200 gr de cada), inhame (1 inteiro de bom tamanho), beterraba (1/2 média) e cenoura (1 média). Cozinhar com uma pitada de sal e bater no liquidificador em consistência de purê.

Misturar esse patê com a ração. Se seu cão não come ração, misture com arroz.
Não se assuste se o coco sair avermelhado, é por conta da beterraba.
Sei, de casos de cães que se recuperaram em uma semana comendo a papinha.

Outros que engordaram quase 2kg em 20 dias.
Vamos divulgar para ajudar o máximo de cães.

SEPDA – Castração RJ

Prezados (as) protetores (as),
conforme havíamos informado em comunicado anterior, o Programa Bicho Rio está passando por mudanças. Por isso, após pedidos de protetores de diversas localidades, fizemos ajustes no sistema de agendamento para esterilização.
A partir do dia 14 de janeiro de 2010,  o protetor (a) deverá agendar suas vagas diretamente com os agentes administrativos de cada centro de esterilização. Ou seja, se desejar agendar as cirurgias no centro da Praça Seca, deverá ligar diretamente para lá.
Segue abaixo os nomes dos agentes e respectivos telefones de cada centro de esterilização:
Bonsucesso – Danielle – 21 9366-3336
Coelho Neto – Caroline – 21 9496-9452
Realengo – Marcos – 21 9496-9455
Largo do Machado – Kelly – 21 9496-9451
Praça Seca – Aila – 21 9496-9454
O centro do Campo de Santana terá agendamento em todos os dias da semana, a partir das 9h, pelo telefone 21 2293-6518, diretamente com a Dra. Luciana.
Qualquer dúvida, favor telefonar para: 21 2292-6516 e 21 2273-2816.
Att,
Clarisse Chalréo – Imprensa
Comunicação SEPDA
Secretaria Especial de Promoção e Defesa dos Animais
Rua Afonso Cavalcanti, 455 – Sala 348.
Rio de Janeiro
Tel.: 21 2292-6516 /21 2273-2816