Todos os animais merecem o Céu

Escrito por Érika Silveira

Entrevista exclusiva com Dr. Marcel Benedeti, sobre o destino espiritual dos animais
Este foi o título escolhido pelo autor e veterinário Marcel Benedeti para o livro que relata a reencarnação dos animais, a eutanásia, o sofrimento como forma de evolução desses seres, a existência de colônias que cuidam dos animais no plano espiritual e outras questões importantes.
A obra foi uma das premiadas no Concurso Literário Espírita João Castardelli 2003-2004, promovido pela Fundação Espírita André Luiz. Esse foi o primeiro livro do autor que se especializou em homeopatia para animais e conheceu a doutrina espírita na época em que cursava a faculdade, apesar de sua mediunidade ter se manifestado muito antes desse período. Marcel relata que quando trabalhava em uma livraria e se preparava para prestar vestibular, em um dia de pouco movimento, foi para a parte de baixo da loja estudar e notou que estava sendo observado por um senhor. Resolveu perguntar se o senhor desejava alguma coisa e ele lhe respondeu que só estava achando interessante ele estudar, então explicou que queria passar no vestibular de veterinária e o velhinho disse que não se preocupasse porque passaria. Previu também outros fatos que aconteceriam.
Em seguida se despediu dizendo que se veriam depois. Após alguns instantes comentou com seu colega de trabalho que tinha achado aquele homem esquisito por fazer previsões do futuro. O colega disse que não havia entrado ninguém na livraria, foi então que se deu conta de que se tratava de um espírito. Este mais tarde é que lhe ditaria o livro.
O tema da obra fez tanto sucesso que se transformou também em programa de rádio. Nossos irmãos animais vai ao ar toda quarta-feira, às 13h na Rede Boa Nova. Com apresentação de Ana Gaspar, Maria Tereza Soberanski e Marnel Benedeti.

Como o livro foi escrito?
Escrevi o livro em menos de um mês, durante os intervalos das consultas, mas o espírito que ditou não quis se identificar. As cenas foram surgindo em uma tela mental e ao mesmo tempo um espírito narrava os episódios. Outras vezes, não havia imagem, apenas a narrativa; nesses momentos se tornava mais difícil. Apesar de achar o livro maravilhoso, não acreditava que alguma editora pudesse se interessar pelo assunto. Mas certo dia estava ouvindo a rádio Boa Nova quando anunciaram o concurso literário espírita. Resolvi participar e acabei ganhando o concurso 2003-2004 e editando o livro pela editora Mundo Maior.

O que o livro acrescentar para os veterinários e pessoas que possuem animais?
Se as pessoas não tiverem a visão espiritual em relação aos animais, que eles tem espírito e sentimentos vão continuar tratando esses seres como objetos, como era há pouco tempo atrás. Essa onda de conscientização é recente.
Entramos na questão também de comer carne; cada um tem que perceber o que está fazendo. Eu mesmo comia carne e parei para pensar porque comia, se meu corpo recusava, me fazia mal… Mas quando comecei a lembrar as descrições feitas no livro a respeito do matadouro, passei a sentir repugnância da carne.

Sendo veterinário e espírita, como analisa a questão da eutanásia?
O ser humano tem o carma, o animal não. O animal tem consciência, mas muito mais restrita, em relação ao ser humano. Ele segue muito mais os seus instintos.
Então, como não tem carma, a eutanásia deve ser o último recurso utilizado; o veterinário deve fazer todo o possível para salvá-lo.
Se o animal estiver sofrendo muito e não existir outra maneira, o plano espiritual não condena, porque é um aprendizado tanto para o animal quanto para o dono que precisa tomar a decisão.

Os animais reencarnam?
Há um capítulo no livro que explica como ocorre a reencarnação dos animais. Este descreve que cada espécie de animal leva um tempo para reencarnar, mas por possuírem o livre-arbítrio ainda muito restrito, uma comissão avalia as fichas dos animais e estabelece o ambiente que deverão nascer e a espécie.

Como o conhecimento espiritual pode ajudar o veterinário no trato com os animais?
O veterinário, em geral, por natureza, mesmo não sabendo já é espiritualizado, pelo fato de gostar de animais e querer salvar a vida deles. Quando o veterinário adquire consciência de que o animal não é um objeto e sim um ser espiritual, que possui inteligência e sentimento, muda o seu ponto de visa, passa a enxergar os fatos de uma forma mais ampla. Com certeza se mais veterinários tivessem um conhecimento espiritual, o tratamento em relação aos animais seria melhor.

Como é aplicada a homeopatia para animais?
No Brasil, a homeopatia ainda é pouco aplicada nos animais porque muitos acham que não funciona. Só utilizo a homeopatia quando o dono do animal permite e, em casos mais graves, a homeopatia entra como terapia complementar, porque demora um pouco mais para trazer resultado e alguns casos são urgentes.
O uso da homeopatia é igual tanto para pessoas quanto para animais. A única diferença é que o animal não fala, então o dono precisa ser um bom observador para relatar a personalidade do animal para o veterinário, e muitas vezes, não possui as informações necessárias para um diagnóstico mais preciso. Pergunto, por exemplo, se o animal gosta de quente ou frio, do verão ou do inverno, a posição em que dorme, entre outras perguntas do gênero.
Tive o caso, de um gato com câncer e que em decorrência da doença estava com o rosto deformado. Como tratamento ele melhorou 70%. Só não foi melhor porque esse gato saia e demorava a voltar e com isso interrompia o tratamento. Cuidei também de um cachorro com problema de comportamento muito; agressivo. O animal, depois de 10 dias, parecia outro, muito mais calmo. Utilizo também florais para animais em casos emocionais. Se nós equilibramos emocional, o organismo ganha condições combater as bactérias.

E os próximos livros?
Já tenho na editora outro livro em análise que tem o título: Todos os animais são nossos irmãos. E já estou escrevendo o terceiro. Pelas informações que recebi do plano espiritual, serão seis livros.

Entrevista publicada na Revista Cristã de Espiritismo, ed. 29, em 2004.
Dr. Marcel Benedeti desencarnou em fevereiro de 2010.

Cadela poodle adota esquilos nos EUA

Filhotes ficaram sem casa depois que árvore foi derrubada.
Cachorra da Carolina do Norte, que ainda tinha leite, acolheu-os.
Do G1, com AP


Três bebês esquilos são amamentados por Pixie, uma cachorrinha poodle de Henderson, no estado americano da Carolina do Norte. Gail Latta, dona da cadela, disse que os três filhotes ficaram sem casa depois que a árvore em que eles viviam foi derrubada. (Foto: AP)


Pixie ainda tinha leite depois de ter amamentado sua primeira ninhada de filhotes, poucos meses atrás. Depois de cinco semanas, os esquilos foram levados a um centro de animais, que vai continuar cuidando deles até que eles possam ser devolvidos à liberdade. (Foto: AP) (Foto: AP)

Papinha Milagrosa P/ Nossos Peludinhos

Essa receita tem salvo muitos bbs com inapetência (falta de apetite), erliquia, babesia, anemia, e outras doenças.

Ingredientes:

Fígado, coração e músculo de boi (200 gr de cada), inhame (1 inteiro de bom tamanho), beterraba (1/2 média) e cenoura (1 média). Cozinhar com uma pitada de sal e bater no liquidificador em consistência de purê.

Misturar esse patê com a ração. Se seu cão não come ração, misture com arroz.
Não se assuste se o coco sair avermelhado, é por conta da beterraba.
Sei, de casos de cães que se recuperaram em uma semana comendo a papinha.

Outros que engordaram quase 2kg em 20 dias.
Vamos divulgar para ajudar o máximo de cães.

SEPDA – Castração RJ

Prezados (as) protetores (as),
conforme havíamos informado em comunicado anterior, o Programa Bicho Rio está passando por mudanças. Por isso, após pedidos de protetores de diversas localidades, fizemos ajustes no sistema de agendamento para esterilização.
A partir do dia 14 de janeiro de 2010,  o protetor (a) deverá agendar suas vagas diretamente com os agentes administrativos de cada centro de esterilização. Ou seja, se desejar agendar as cirurgias no centro da Praça Seca, deverá ligar diretamente para lá.
Segue abaixo os nomes dos agentes e respectivos telefones de cada centro de esterilização:
Bonsucesso – Danielle – 21 9366-3336
Coelho Neto – Caroline – 21 9496-9452
Realengo – Marcos – 21 9496-9455
Largo do Machado – Kelly – 21 9496-9451
Praça Seca – Aila – 21 9496-9454
O centro do Campo de Santana terá agendamento em todos os dias da semana, a partir das 9h, pelo telefone 21 2293-6518, diretamente com a Dra. Luciana.
Qualquer dúvida, favor telefonar para: 21 2292-6516 e 21 2273-2816.
Att,
Clarisse Chalréo – Imprensa
Comunicação SEPDA
Secretaria Especial de Promoção e Defesa dos Animais
Rua Afonso Cavalcanti, 455 – Sala 348.
Rio de Janeiro
Tel.: 21 2292-6516 /21 2273-2816

Ansiedade de Separação em Cães

( ESTA MATERIA PRA MIM FOI ESPECIAL,MINHA FILHA QUANDO SAI PARA FACULDADE A MYLLA FICA DEPRESSIVA E CHORA MUITO E TB ALGUMAS ATITUDES QUE EU NÃO ENTENDIA E ESPERO QUE AJUDEM A VCS TB) .Ansiedade de separação é o conjunto de comportamentos exibidos por cães quando são deixados sós, sendo um dos problemas comportamentais mais comuns em cães. Os proprietários freqüentemente referem-se a estes animais como “rancorosos”, “chateados”, “raivosos”, que agem com “despeito”, “má vontade”, mas este tipo de explicação não tem nenhuma base etológica. Como conseqüência, acabam punindo seus animais de modo incorreto e contribuindo para a manutenção ou aumento da freqüência do comportamento. O mais correto seria descrever este tipo de comportamento perturbado como resultado de uma resposta ao estresse pela separação da pessoa ou pessoas com quem o animal está ligado ou apegado.

O comportamento de apego é essencial para a sobrevivência de animais sociais. É um mecanismo de coalizão social. A partir do nascimento o filhote forma ligações com a mãe e com os irmãos da ninhada. Posteriormente, com o início do período de sociabilização (2 a 4 meses de idade), o filhote irá se ligar a seus irmãos e a outros cães adultos. Com o cão isto pode incluir outras espécies com que tiver contato neste período. O período de sociabilização determina o tipo de relação social que um animal estabelecerá, bem como os processos de comunicação, coordenação, hierarquia e o tipo de relação que terá com seu proprietário. A ligação implica numa relação de confiança e é o fundamento do laço entre o proprietário e o animal de estimação. Porém, quando um cão fica dependente demais de seu proprietário poderá desenvolver alterações comportamentais associadas a separação.

Poderão ser observados: defecação e micção em localizações impróprias, comportamentos destrutivos ( escavar, arranhar, morder objetos pessoais, móveis, paredes, portas e janelas), vocalizações excessivas (latidos, uivos e choramingos), depressão, anorexia e adipsia e hiperatividade. Porém é preciso deixar claro que, somente o levantamento do histórico comportamental e do contexto em que estes comportamentos ocorrem podem determinar um diagnóstico de ansiedade de separação.

Definições necessárias

Medo: sentimento de apreensão associado a presença ou proximidade de um objeto, indivíduo ou situação social de risco. O medo é parte do comportamento normal e pode ser uma resposta adaptativa. A determinação de até que ponto o medo ou respostas de medo são anormais ou inapropriadas deve ser feita pelo contexto em que ocorrem. O medo normal ou anormal são geralmente manifestações graduadas, com intensidade de resposta proporcional à proximidade ou percepção da proximidade do estímulo.

Fobia: uma resposta súbita, tudo ou nada, profunda, anormal, que resulta num comportamento de medo extremo (catatonia, pânico). Muitas reações de medo são aprendidas e podem ser desaprendidas com exposições graduais. Fobias são definidas como reações de medo desenvolvidas rapidamente e profundamente e que não são extintas com exposições graduais. Uma vez o evento fóbico tenha sido experimentado, qualquer evento associado a ele ou a memória deste é suficiente para gerar a resposta.

Ansiedade: uma antecipação apreensiva de um perigo futuro ou desgraça acompanhada por um sentimento de disforia e ou sintomas somáticos de tensão (vigilância e atenção, hiperatividade autonômica, manifestações fisiológicas, aumento da atividade motora e tensão)

Origem e Diagnóstico

A principal característica da ansiedade de separação é que os comportamentos indesejados estão claramente relacionados à ausência de um ou de todos os membros da família. Ocorre quando o animal não pode ter acesso ao proprietário. Mesmo que o animal esteja na companhia de outras pessoas ou animais, o comportamento pode vir a se manifestar por estar associado a ausência de uma pessoa em especial com quem o animal tem uma “ligação muito forte”. Deve-se procurar fazer diagnóstico diferencial com outros distúrbios comportamentais e patológicos. Para isso é preciso obter-se a história comportamental detalhada do proprietário.

O comportamento de ganir, latir e uivar no filhote pode ser considerado normal e é o resultado da separação da mãe, visando a reunião. Quando isto não ocorrer, o filhote fica deprimido, quieto e imóvel até o retorno da mãe. No caso de cães adultos este comportamentos podem se repetir, mas são considerados distúrbios devido às conseqüências.

Cães com ansiedade de separação são muitas vezes obedientes e bem treinados quando estão na companhia do proprietário. A ansiedade de separação é então considerada como o resultado de um estresse pela ausência do proprietário.

Eventos traumáticos na vida de um cão jovem podem aumentar a probabilidade do desenvolvimento de ansiedade de separação. Estes eventos incluem: separação precoce da mãe, privação prematura de laços com a ninhada (filhote de cães mantidos em lojas ou abrigos para animais), uma mudança súbita de ambiente (casa nova, ficar em um canil), uma mudança no estilo de vida do proprietário, resultando em um súbito término no contato constante com o animal, uma ausência de longo prazo ou permanente de um membro da família (divórcio, morte, crianças que crescem e deixam a casa, volta para a escola ou trabalho, férias que terminam) ou a adição de um novo membro na família (bebê recém-nascido, novo relacionamento social ou novo animal de estimação). O problema também pode ser o resultado de uma estadia prolongada ou traumática na casa de um parente ou amigo, em um canil ou hotel. A ansiedade de separação pode estar ainda associada a um evento traumático que possa ter ocorrido durante a ausência do proprietário (explosões, tempestade, assaltos violentos).

Não há predisposição sexual ou por raça. Cães de rua recolhidos em canis de adoção têm predisposição a ansiedade de separação.

Os cães com predisposição a ansiedade de separação são ansiosos, agitados e super ativos. Seguem o proprietário por todo lado, pulam em cima dele e correm sem parar.

Muitos cães podem sentir quando seu proprietário está para sair de casa e ficam ansiosos até mesmo antes de sua saída. Enquanto o proprietário se prepara para sair, o cão apresenta sinais de:

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aumento de atividade, choramingar, ganir, solicitar atenção, pular e seguir o proprietário onde quer que ele vá, tremer ou até mesmo fica agressivo quando o proprietário tenta partir; neste caso a agressão por dominância deve ser pesquisada;
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depressão, fica parado, deitado sem se mexer quando o proprietário chama ou tenta tirá-lo do lugar.

Depois de um tempo variável da saída do proprietário, os cães:

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arranham, cavam e mastigam as portas e janelas na tentativa de seguir seu proprietário;

*

mastigam, arranham e cavam objetos domésticos ou pessoais (livros, móveis, fios, paredes, roupas);
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urinam e defecam em localizações inaceitáveis, como na porta ou na cama do proprietário e vocalizam (choramingam, latem e uivam sem parar);
*

ficam deprimidos e não comem ou bebem enquanto o proprietário não volta. Isto é especialmente prejudicial se o proprietário ficar fora por um longo período;
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sialorréia, tremor, dispnéia, taquicardia, diarréia, vômito ou auto-mutilação (morder e lamber patas e outras partes de seu próprio corpo).

A maioria dos cães afetados fica super excitado quando o proprietário retorna, saudando seu proprietário mais efusivamente do que o normal. Quando o proprietário retorna, o cão geralmente torna-se extremamente ativo e exagera suas saudações à chegada do proprietário.

Se o problema for recente e o animal não for de temperamento extremamente ansioso, o prognóstico será favorável. Já nos casos mais antigos de ansiedade, ou nos casos em que há associação com comportamentos de pânico, o prognóstico é reservado.

Diagnóstico diferencial

Um cão com comportamento destrutivo deve receber um diagnóstico diferencial. É preciso recolher a história comportamental, o foco do comportamento, o contexto e as circunstâncias nas quais o comportamento ocorreu. Deverão ser caracterizados o ambiente social e físico e a rotina diária (alimentação, higiene, brincar, exercício, dormir). A história comportamental irá informar também como ocorreu o processo de educação e adestramento, incluindo a forma como foi realizado o treino para as eliminações e como foram aplicadas as punições. Deve-se caracterizar a rotina dos habitantes da casa e a forma como se dão as interações, incluindo o sociograma.

Os principais diagnósticos diferenciais devem ser feitos de acordo com o comportamento exibido:

1. Comportamentos associados a eliminação: Falta ou educação deficiente para eliminação. Falta de oportunidade de defecar e urinar em local apropriado Medo ou excitação Submissão, saudação e marcação Patologias (cistite, prostatite, gastroenterites). Cães idosos Agressividade por dominância ou territorial 2. Comportamento destrutivo Comportamento lúdico ou exploratório Mastigação de filhote Resposta de medo Reação a estímulos excitatórios Super atividade Agressividade por dominância ou territorial 3. Vocalização Reação a estímulos excitatórios (sonoros) Facilitação social Lúdico Agressão Respostas de medo O exame laboratorial deve incluir urinálise, coproparasitológico, hemograma, sorologia e hormônios da tireóide e glândula adrenal (hiperadrenocorticismo), na dependência da história e dos sintomas clínicos associados. É preciso pesquisar sintomas de dor. Para cães de mais de 8 anos está indicada a colonoscopia na dependência dos sintomas. Nos casos envolvendo animais com mais de 8 anos, os processos patológicos podem estar associados a disfunção cognitiva geriátrica canina. Esta patologia determina lesões comparáveis a Alzheimer humana, porém a causa não foi ainda estabelecida. Suas manifestações incluem, além dos comportamentos de ansiedade de separação, diminuição de obediência a comandos, irritabilidade, confusão, perda do condicionamento associado a eliminações e alteração no padrão de sono.

Tratamento

Antes de se iniciar qualquer protocolo de tratamento comportamental é preciso orientar o proprietário em como ocorre o aprendizado canino. O conhecimento que temos do processo cognitivo animal é o resultado da análise experimental do comportamento e estabelece relações funcionais entre as variáveis comportamentais e as variáveis ambientais e endógenas. Assim, quando se observa o comportamento de um animal, é preciso entender que ele foi o resultado da interação destas variáveis. Se um determinado animal apresenta ansiedade de separação, o que está implícito é o resultado da relação da ausência do proprietário, o comportamento resultante e os estímulos conseqüentes (condicionamento). O comportamento foi portanto reforçado. Então é preciso identificar quais são os estímulos reforçadores. No caso da ansiedade de separação identificaremos estímulos antecedentes (sinais da saída do proprietário), respostas (após um tempo determinado da saída, o cão apresenta comportamentos inadequados tais como: destruição, eliminação inadequada, vocalização etc.) e no retorno do proprietário haverá estímulos conseqüentes (dar comida, fazer carinho), responsáveis pela probabilidade futura da emissão dessas respostas. É importante ressaltar que, seja qual for o comportamento do proprietário, se o comportamento indesejado se mantiver ou aumentar em freqüência, este estímulo será chamado de reforço positivo. O proprietário deve ser alertado de que, uma vez iniciado o protocolo de modificação comportamental, ele deve se programar e se determinar a segui-lo passo a passo, evitando qualquer falha de procedimento. Parte do tratamento inclui a extinção do comportamento indesejado, isto é não deve haver mais a apresentação de reforço positivo após a emissão do comportamento anteriormente condicionado. Se o proprietário falhar poderá haver o retorno do comportamento e desta vez ainda mais difícil de ser extinto ou modificado. Por outro lado, pode haver estímulos conseqüentes ao próprio comportamento, então diremos que são estímulos auto-reforçadores. Pensando nisto deveremos assegurar que o animal tenha acesso somente a seus próprios objetos, brinquedos, e ossos. Ele não deverá ter mais acesso a objetos pessoais ou móveis. Se preciso, pode-se colocar uma chapa plástica nas paredes para evitar que ele as cavouque.

O princípio subjacente a toda técnica de tratamento para fobias, medos e ansiedades consiste em permitir que um animal experimente situações que elicitem medo e ansiedade sem que fique ansioso ou com medo. Para isso é preciso identificar quais são estes estímulos.

Os métodos para tratar ansiedade de separação incluem: modificação da relação entre proprietário e seu animal de estimação, exercício físico, treino para obediência, modificação dos estímulos antecedentes e conseqüentes, prevenção e medicamentos ansiolíticos.

O sucesso do manejo da ansiedade de separação inclui ensinar o cão a tolerar a ausência do proprietário e corrigir os problemas associados a destruir, vocalizar, e eliminar em locais inadequados.

O cão deverá adaptar-se gradualmente a ficar só através de exposição a pequenas partidas. Se a resposta ansiosa acontecer logo após a partida do proprietário (dentro de 30 minutos), o cão deverá permanecer sozinho, no princípio, durante intervalos muito pequenos (5 minutos) para assegurar o sucesso do tratamento. O período de ausência é então gradualmente aumentado. O proprietário deve evitar a interação enquanto o animal apresenta comportamentos ansiosos. Deve assegurar que o cão não se ocupe com saudações prolongadas no retorno do proprietário, gratificando ou premiando o animal somente quando este estiver tranqüilo e calmo.
O tratamento pode ser iniciado com a dessensibilização às pistas ou sinais que indiquem ao cão a saída do proprietário. O animal deverá permanecer calmo enquanto o proprietário se movimenta. As pistas que antes informavam ao cão a futura saída (estímulos discriminativos antecedentes) serão expostas ao cão, mas não devem ser concluídas com a saída real do proprietário. Pode-se também fazer o contra condicionamento, para isso treina-se o cão a manter-se sentado e calmo enquanto o proprietário se movimenta, se afasta cada vez mais até chegar perto da porta. Posteriormente este treino é feito com ausências que serão gradualmente aumentadas. O proprietário se ausenta por tempos progressivamente maiores, mas não lineares (2, 5, 3, 6, 4, 8 minutos), e retorna antes que o cão manifeste comportamentos ansiosos.

As partidas e retornos deverão evitar super estimular o cão. O cão não deverá receber gratificação ou atenção nas partidas e chegadas. Atenção excessiva anterior à partida e no retorno parece aumentar a ansiedade de separação. Pode-se condicionar o animal a associar a saída do proprietário com um retorno breve e seguro. A TV ou rádio podem permanecer ligados ou um brinquedo apropriado pode ser fornecido ao cão. Porém, é muito importante que a pista não seja um artigo associado a ansiedade. Estas sugestões ajudam o cão a associar positivamente o período de isolamento. Uma vez iniciado o tratamento, o cão não poderá ficar sozinho mais do que o tempo estipulado. É fundamental identificar se há componente de pânico associado; em caso positivo, deve-se tratar a condição, pois o pânico está associado a estímulos específicos e a ausência do proprietário é apenas a chave de onde parte o problema.

Medicamentos ansiolíticos auxiliam a suprimir a ansiedade de separação. São freqüentemente usados em cães com ansiedade de separação severa ou quando os proprietários têm que deixar o cão só por um período longo enquanto o tratamento está em andamento. Na maioria dos casos, fármacos não são uma solução e devem ser usados em combinação com um programa de modificação comportamental. A escolha do medicamento deve levar em conta o fato destes diminuírem a capacidade de aprendizagem e que seu efeito varia de acordo com o indivíduo. O ideal é que ansiolíticos sejam dados ao animal enquanto o proprietário está em casa, para se determinar a duração e os possíveis efeitos colaterais. Caso não sejam constatados efeitos colaterais, a droga deve ser dada uma hora antes da saída do proprietário. A diminuição da dose deve ser gradual e conforme avaliação do sucesso do programa de modificação comportamental. Os principais medicamentos utilizados são os antidepressivos tricíclicos, progestágenos, barbitúricos, fenotiazinas e benzodiazepínicos. O objetivo é reduzir a ansiedade sem induzir sedação, o que poderia interferir com a aprendizagem. Além disso é preciso considerar o estado clínico do animal antes de se ministrar o medicamento e os efeitos colaterais.

Em casos severos o proprietário pode ter também que executar um programa de dessensibilização da dependência do cão a uma pessoa, evitando contatos prolongados, impedindo que o animal durma no mesmo quarto ou na mesma cama que o proprietário. Ignorar o cão por um período de tempo não quebrará o laço afetivo com o proprietário, mas diminuirá a dependência extrema do cão, permitindo que ele tolere sua ausência sem ansiedade. Ignorar um animal de estimação pode ser difícil para o proprietário, mas é importante que ele entenda que isto resultará em uma relação muito mais saudável e feliz para ambos.

Castigos ou punições físicas só pioram a ansiedade, por isso não são recomendados como tratamento. A punição é um procedimento que visa suprimir rapidamente a freqüência de um comportamento por meio de um controle aversivo. Raramente o procedimento é aplicado com planejamento e conhecimento. As pessoas confundem punição com “castigo”, sendo que o castigo aplicado muitas vezes só serve para aliviar a ira do proprietário contra um cão que fez algo inadequado. Como conseqüência há o desenvolvimento de comportamentos respondentes (medo/agressividade) diante do punidor. O uso da punição como estímulo aversivo deve ser feito com planejamento, de modo que a punição seja aplicada imediatamente após a ocorrência do comportamento a ser suprimido, o que é difícil pois, no caso de ansiedade de separação, tais comportamentos só ocorrem na ausência do proprietário.

Prevenção

Quando o proprietário inicia um relacionamento com seu animal de estimação de maneira muito intensa, afetiva, carinhosa e por muito tempo, mas sabe que esta disponibilidade irá mudar, deveria preparar gradualmente o cão para essas mudanças, evitando assim a ansiedade de separação.
Se um filhote ou um cão novo é trazido para casa, é importante evitar situações que encorajem um apego excessivo. O cão deve ser acostumado lentamente a ficar. Isto pode ser realizado através do “treino da gaiola” (anexo1). Este tipo de exercício é especialmente útil quando se sabe que o proprietário irá se ausentar por longos períodos. Outra orientação deve alertar o proprietário a impedir que o cão o siga constantemente, ajustando-o gradualmente a estar só em casa por um longo período. Deve-se evitar estimular ou reforçar comportamento de brincar com outros objetos que não os brinquedos apropriados. Todos os comportamentos que estimulem demasiadamente o cão devem ser evitados. Todo comportamento de chamar a atenção ou solicitar coisas ao proprietário não devem receber atenção. Os comportamentos tranqüilos e silenciosos devem ser reforçados. Após os 5 meses de idade o cão pode ser ensinado a sentar, ficar e esperar. Se o cão começar a morder objetos inadequados, o proprietário deverá evitar a interação, mas se for absolutamente necessário deve-se utilizar um spray de água imediatamente enquanto o animal morde o objeto (estímulo aversivo). O exercício físico diário (passeio), deve durar no mínimo 20 minutos e oferece a oportunidade da interação tranqüila, calma, paciente e consequentemente gratificante. O passeio possibilita ainda a oportunidade de ensinar o cão a sentar, ficar e esperar.

Anexo 1

*
Treino da gaiola para filhotes a partir de 45 dias de idade.
*
Use um gaiola ou uma caixa de transporte com espaço suficiente para o filhote dar a volta.
*
Acostume o filhote a ficar, dormir ou brincar neste espaço sem fechar a portinha.
*
Após uma semana inicie o treino, deixando o filhote por curto espaço de tempo, fechado na casinha e sem contato visual com você.
*
Terminado o tempo estando o filhote calmo e relaxado, abra a porta e interaja com o cão de modo calmo.
*
Vá progressivamente aumentando o espaço de tempo em que o animal fica fechado dentro da casinha até chegar a 1,5 horas.
*
Assegure-se que ele tenha evacuado e urinado antes de iniciar o exercício.
*
Não corra atrás do animal para pegá-lo.
*
O alimento deve ser fornecido 15 minutos depois de terminado o exercício.

http://redebichos.ning.com/group/dicasteisparaseusbichinhos/forum/topic/show?id=3060656%3ATopic%3A47827&xg_source=msg_group_disc

R J Onde denunciar maus tratos?

INFORMAÇÕES ÚTEIS

S.O.S. Vira-lata (Petropolis-RJ)
Tel.: (24) 9225-3753

Um breve estudo de como tratar na Delegacia de Polícia para denunciar maus-tratos a animais e obter o Boletim de Ocorrência (BO) – Drª Maria Cristina Azevedo Urquiola – Advogada
Apreda como denunciar MAUS-TRATOS

Caso você veja ou saiba de maus-tratos como estes:
Envenenamento de animal
Manter o animal em lugar anti-higiênico
Manter animal trancafiado em locais pequenos
Manter animal permanentemente em correntes
Golpear e/ou mutilar um animal
Usar animais em shows que possam lhe causar pânico ou estresse
Agressão física a um animal indefeso
Abandono de animais
Sumir com um animal sem explicaçaõ
Não procurar um veterinário se o animal adoecer, etc…

(ver art. 3º do Decreto Federal 24.645/34], não pense duas vezes: vá à delegacia mais próxima para lavrar boletim de ocorrência ou, na dúvida, no receio, compareça ao fórum para orientar-se com o Promotor de Justiça. A Denúncia de maus-tratos é legitimada pelo Art. 32, da Lei Federal n.º 9.605 de 1998 (Lei de Crimes Ambientais).
Preste atenção a esta dica: leve com você, por escrito, o número da lei (no caso a 9605/98) com o art. 32, porque em geral a autoridade policial nem tem conhecimento dessa lei, ou baixe pela internet a íntegra da lei para entregá-la na Delegacia.

Assim que o Escrivão ouvir seu relato sobre o crime, a ele cumpre instaurar inquérito policial ou lavrar um Termo Circunstanciado. Se se negar a fazê-lo, sob qualquer pretexto, lembre-o que ele pode ser responsabilizado por crime de prevaricação, previsto no art. 319 do Código Penal do Código Penal (retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal). Leve esse artigo também por escrito naquele mesmo pedaço de papel.
Se o Escrivão tentar barrar o seu acesso ao Delegado, faça valer os seus direitos: exija falar com o Delegado, que tem o dever de te atender e o dever de fazer cumprir a lei, principalmente porque você é quem paga o salário desses funcionários, com seus impostos.

Diga que no Brasil os animais são “sujeitos de direitos”, vez que são representados em Juízo pelo Ministério Público ou pelos representantes das sociedades protetoras de animais (§3º, art. 2º do Decreto 24.645/34) e que, se a norma federal dispôs que eles são sujeitos de direitos, é obrigação da autoridade local fazer cumprir a lei federal que protege os animais domésticos.

Como último argumento, avise-o que irá queixar-se ao:

Ministério Público Federal – Procuradoria Regional da República –
Rio de Janeiro (www.prrj.mpf.gov.br)
End.: Av. Nilo Peçanha, 23/31 – Centro – Tel: (21) 2107-9300;

Ministério Público Estadual – Rio de Janeiro
Petrópolis (www.mp.rj.gov.br)
End.: Rua Dr. Nelson Sá Earp, 95, sala 502 – Centro –
Tel: (24) 2245-6370 e Fax: (24) 2245-6369;

Ministério da Justiça – Secretaria Nacional de Segurança Pública (www.mj.gov.br/senasp);
Corregedoria da Polícia Civil (www.policiacivil.rj.gov.br/dpma);

Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente
End.: Largo da Cancela, s/nº – São Cristóvão/RJ – Tel/Centrex: (21) 3399-9030 / 3399-9032 / 3399-9033

e ainda, que você fará uma denúncia ao:

Secretário de Segurança Pública – Corregedoria
End.: Rua da Relação, nº 42/3º Andar – Centro/RJ –
Tel/Centrex: (21) 3399-3330/3399-3331/3399-3332

Aliás, carregue sempre esses telefones na sua carteira. Para tanto, anote o nome e a patente de quem o atendeu, o endereço da Delegacia, o horário e a data e faça de tudo para mandá-lo lavrar um termo de que você esteve naquela delegacia para pedir registro de maus-tratos a animal.

Se você estiver acompanhado de alguém, este alguém será sua prova testemunhal para encaminhar a queixa ao órgão público.

Se você tiver em mãos fotografias, número da placa do carro que abandonou o animal, laudo ou atestado veterinário, qualquer prova, leve para auxiliar tanto na Delegacia quanto no MP.

Não tenha receio em denunciar porque você não será o autor do processo judicial, que por ventura for aberto a pedido do Delegado! Sabe por quê? Preste atenção: O Decreto 24.645/34 reza em seu artigo 1º que: “Todos os animais existentes no país são tutelados pelo Estado”; e em seu artigo 2º – parágrafo 3º, que: “Os animais serão assistidos em juízo pelos representantes do Ministério Público, seus substitutos legais e pelos membros das Sociedades Protetoras dos Animais”. Logo, uma vez concluído o inquérito para apuração do crime, ou elaborado o Termo Circunstanciado, o Delegado o encaminhará ao Juízo para abertura da competente ação, onde o Autor da ação será o Estado.

Se o crime for contra Animais Silvestres
Animais Silvestres são todos aqueles animais pertencentes às espécies nativas, migratórias e quaisquer outras aquáticas ou terrestres, que tenham a sua vida ou parte dela ocorrendo naturalmente dentro dos limites do Território Brasileiro e suas águas jurisdicionais (fonte: Renctas).

Pode, também, dar ciência às autoridades policiais militares, mas, em especial, a Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente:

Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente
(www.policiacivil.rj.gov.br/dpma)
End.: Av. São Luiz Gonzaga, 275 – Realengo/RJ – Tel/Centrex: (21) 3399-9030 / 3399-9032 / 3399-9033
E-mail: delegaciadomeioambiente@hotmail.com

Ibama – Procuradoria Geral no Rio de Janeiro
(www.ibama.gov.br/proge)
End.: Praça Quinze de Novembro, 42/7º Andar – Centro/RJ – Tel.: (21) 3077-4358 e Fax: (21) 3077-4359/21-3077-4360
Procurador-chefe: Dr. Alessandro Quintanilha Machado
Procurador Chefe – Substituto: Dr. Mauro Costa Leite
E-mail: mauro.leite@ibama.gov.br

Se você for do RJ, tenha em mãos o telefone do Disque-denúncia (21)-2253-1177 que também recebe denúncias sobre maus-tratos, tráfico de animais, envenenamentos, trabalhos forçados, espetáculos que praticam abusos e maus-tratos (circos, rodeios, brigas de cães e de galos etc.).

Associações de Bairro
Uma outra dica também muito importante: Você sabia que as Associações de Bairro representam uma força associativa que pode provocar as autoridades na tomada de atitudes concretas em prol da comunidade?

Pois é, existe uma Lei de n.º 7.347, de 24.07.85, que confere a essas associações, qualificadas como entidades de função pública, ingressar em juízo na proteção dos bens públicos para preservar a qualidade de vida, inclusive com mandado de segurança (Constituição Federal, art.5º, LXX, “b” ) para a preservação desse bens e como a flora e a fauna é um patrimônio público, esta associação tem legitimidade para tanto.

Portanto, se o seu bairro estiver organizado em Associação, procure-a e peça que alguém o acompanhe até a Delegacia ou ao Fórum mais próximo.

Não se esqueçam também que o B.O. pode ser feito, dentro do Rio de Janeiro, pela internet, através dos sites http://www.ssp.rj.gov.br ou http://www.policiacivil.rj.gov.br. Preencha o formulário de DENÚNCIA na tela
do computador e, em após um espaço de tempo, a Polícia entrará em contato para a confirmação das informações prestadas. A partir daí, o B.O. estará disponível para cópia via impressora, procedimento este, também, que é muito mais demorado para determinados casos que requerem urgência.

O E os cavalos?
O que fazer quando presenciar maus-tratos ou ver cavalos ou burros doentes, magros? Não chame a carrocinha. Antes, peça orientação às Sociedades Protetoras de Animais ou, ainda, informe-se melhor acessando os únicos site brasileiros totalmente destinados aos eqüinos, à sua proteção e defesa:
Em Defesa dos Equinos (http://br.geocities.com/equinosbrasil)
Pró-Vida Animal – Jegues Escravos (a página está em construção: http://www.providaanimal.hpg.ig.com.br)

Telefones Úteis:
Promotoria de Defesa do Meio Ambiente
Porto Alegre/RS: (51) 3224-3033
São Paulo/SP: (11) 3119-9524

Batalhão Ambiental da Brigada Militar
Rio Grande do Sul – (51) 3339-4568 / 3339-4219

Ministério Público
Rio de Janeiro – (21) 2261-9954
Rio Grande do Sul – (51) 3224-3033 – meioambiente@mp.rs.gov.br
São Paulo – (11) 6955-4352 – meioamb@mp.sp.gov.br
Santa Catarina – (48) 229-9000 – pgj@mp.sc.gov.br

Corregedoria da Polícia Civil
São Paulo – (11) 3258-4711 / 3231-5536 / 3231-1775
Rua da Consolação, 2333

Polícia Florestal
São Paulo/SP – (11) 221-8699
São José do Rio Preto/SP – (17) 234-3833
Guarujá/SP – (13) 354-2299
Birigui/SP – (18) 642-3955

IBAMA PARA TODO TERRITÓRIO NACIONAL
“Linha Verde” – 0800-618080

Castracao GRATUITA em SBC – SP

Prefeitura de S. Bernardo faz castração gratuita de cães e gatos
Por: Redação
Primeira etapa da campanha será feita no Distrito de Riacho Grande
A Prefeitura de São Bernardo do Campo está iniciando uma campanha de castração gratuita pela Divisão de Veterinária e Controle de Zoonoses. O objetivo é reduzir o crescimento desordenado da população de cães e gatos e minimizar o problema do abandono desses animais nas ruas.
Inicialmente será dada prioridade à esterilização de cães abandonados e aos chamados cães comunitários, que são animais que também vivem nas ruas, mas que recebem alimentação e cuidados de alguns moradores dos bairros. A expectativa é que possam ser esterilizados cerca de 100 animais por mês.
As ações serão direcionadas a todas as regiões do município, mas a primeira etapa da campanha será concentrada no Riacho Grande, onde é frequente o abandono de animais por pessoas de outras localidades.
A castração gratuita atende a uma antiga reivindicação das entidades protetoras de animais, uma vez que o abandono de cães e gatos representa risco epidemiológico na transmissão das doenças ao homem, além de facilitar a ocorrência de maus-tratos, atropelamentos e outros sofrimentos a esses animais. “O controle da natalidade de cães e gatos é um trabalho que deverá contar com a participação e a conscientização da população para que alcance os resultados desejados”, expicou o diretor do Departamento de Proteção à Saúde e Vigilâncias, Luiz Francisco de Souza.
A cirurgia de esterilização e o tratamento prévio de endo e ectoparasitas será custeado pela Secretaria da Saúde, com base em contrato firmado com a Clínica Veterinária Pronto Socorro Animal, de São Bernardo, feito por meio de edital de convocação.
Os interessados em participar da Campanha de Controle de Natalidade de Animais deverão obter a Guia de Autorização para Emissão do Termo de Ciência e Responsabilidade junto à Divisão de Veterinária e Controle de Zoonoses, dirigindo-se pessoalmente à avenida Doutor Rudge Ramos, 1740, no Bairro Rudge Ramos, de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h.
Para a emissão da guia, os moradores deverão apresentar comprovante de residência e documento de identidade. Após a obtenção da guia de autorização, o interessado deve entrar em contato com a clínica veterinária e marcar uma consulta pelo telefone 11 4338-3222.  Mais informações sobre a Campanha de Controle da Natalidade de Animais podem ser obtidas pelos telefones 11 4367-3306 e 11 4365-3349.

Prefeitura de S. Bernardo faz castração gratuita de cães e gatos

Primeira etapa da campanha será feita no Distrito de Riacho Grande

A Prefeitura de São Bernardo do Campo está iniciando uma campanha de castração gratuita pela Divisão de Veterinária e Controle de Zoonoses. O objetivo é reduzir o crescimento desordenado da população de cães e gatos e minimizar o problema do abandono desses animais nas ruas.

Inicialmente será dada prioridade à esterilização de cães abandonados e aos chamados cães comunitários, que são animais que também vivem nas ruas, mas que recebem alimentação e cuidados de alguns moradores dos bairros. A expectativa é que possam ser esterilizados cerca de 100 animais por mês.
As ações serão direcionadas a todas as regiões do município, mas a primeira etapa da campanha será concentrada no Riacho Grande, onde é frequente o abandono de animais por pessoas de outras localidades.

A castração gratuita atende a uma antiga reivindicação das entidades protetoras de animais, uma vez que o abandono de cães e gatos representa risco epidemiológico na transmissão das doenças ao homem, além de facilitar a ocorrência de maus-tratos, atropelamentos e outros sofrimentos a esses animais. “O controle da natalidade de cães e gatos é um trabalho que deverá contar com a participação e a conscientização da população para que alcance os resultados desejados”, expicou o diretor do Departamento de Proteção à Saúde e Vigilâncias, Luiz Francisco de Souza.
A cirurgia de esterilização e o tratamento prévio de endo e ectoparasitas será custeado pela Secretaria da Saúde, com base em contrato firmado com a Clínica Veterinária Pronto Socorro Animal, de São Bernardo, feito por meio de edital de convocação.

Os interessados em participar da Campanha de Controle de Natalidade de Animais deverão obter a Guia de Autorização para Emissão do Termo de Ciência e Responsabilidade junto à Divisão de Veterinária e Controle de Zoonoses, dirigindo-se pessoalmente à avenida Doutor Rudge Ramos, 1740, no Bairro Rudge Ramos, de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h.

Para a emissão da guia, os moradores deverão apresentar comprovante de residência e documento de identidade. Após a obtenção da guia de autorização, o interessado deve entrar em contato com a clínica veterinária e marcar uma consulta pelo telefone 11 4338-3222.

Mais informações sobre a Campanha de Controle da Natalidade de Animais podem ser obtidas pelos telefones 11 4367-3306 e 11 4365-3349.

http://www.abcdmaior.com.br/noticia_exibir.php?noticia=18878