Novo tipo de casamento

olhem que bacana, pra quem vai casar!!!

amei

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http://yeswedding.uol.com.br/pt/home/

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Peludo – Fantasiar ou não?

Todos nós já vimos algum cachorro fantasiado, de roupinha ou de chapéu.
O que você acha? Fofinho? Engraçado? Ridículo?
Será que o animal está gostando?

Somos todos diferentes e os animais também. Há os que gostam, aqueles que nem se incomodam e outros que detestam, fazem de tudo para retirar a fantasia ou até mesmo se transformam em estátuas.

O mais importante é respeitar seu animal.

Se ele parece gostar ou não se incomoda, certifique-se que a fantasia é segura. Ela não pode soltar pedaços de tecido ou botões que podem ser engolidos e causar uma obstrução gástrica ou intestinal – emergência veterinária no Carnaval, nem pensar!

O tecido também não pode ser muito quente e a fantasia não deve estar apertada – deve caber 2 ou 3 dedos entre ela e o corpo do animal.

No caso dos gatos, esqueça! Eles possuem a sensação tátil muito desenvolvida e não suportam nada sobre o corpo. Já passei por algumas situações em que o gato usava uma roupa (cirúrgica ou de inverno) e ficava absolutamente imóvel ou desconfortável rodando, pulando, andando de ré até alguém retirar a roupa dele.

Eu confesso que não gosto muito, eles ficam mais leves e confortáveis sem nada (já bastam os pêlos neste calorão!). Mas é claro que um adereço na cabeça ou no pescoço podem deixar o cão até prosa da sua beleza!

Se você e seu cão curtem o Carnaval fantasiados, divirtam-se!

Eete it.

O Cachorrinho e o Menino

”Um menino entrou numa loja de animais e perguntou o preço dos filhotes: Entre 300 e 500 reais, respondeu o dono.

O menino puxou uns trocados do bolso e disse:

– Mas, eu só tenho 10 reais. Será que poderia ver os filhotes? O dono da loja chamou Lady, a mãe dos cachorrinhos, que veio correndo, seguida de cinco bolinhas de pelo. Um dos cachorrinhos vinha mais atrás, com dificuldade, mancando. O menino apontou o cachorrinho que mancava e perguntou:

– o que é que há com ele? O dono da loja explicou que ele tinha um problema no quadril e andaria daquele jeito para sempre.

O menino se animou e disse com enorme alegria no olhar: Esse é o cachorrinho que eu quero comprar! O dono da loja estranhou e falou:

-Não, você não vai querer comprar esse. Mas se quiser ficar com ele, eu te dou de presente. O menino emudeceu…

Olhou para o dono da loja e falou:

"Eu não quero que você me dê, pois aquele cachorrinho vale tanto quanto qualquer um dos outros.

E eu vou pagar tudo. Na verdade, eu ofereço 10 reais agora e 1 real por mês, até completar o preço. " Surpreso, o dono da loja falou: Mas
este cachorrinho nunca vai poder correr, pular e brincar com você…

Sério, o menino levantou lentamente a perna esquerda da calça, deixando à mostra a prótese que usava para andar…

– Veja, ele disse,eu também não corro muito bem e o cachorrinho vai precisar de alguém que entenda isso…”

Nathaniel Carneiro Neto

Children & Animals Bonding

Lindo demais!!! =)

 The child animal whisperers: Mother’s intimate photographs capture her sons’ special bond with dogs, ducks and rabbits

These beautiful photos capture the tender moments between two young boys who share a unique bond with animals.
Elena Shumilova, from Andreapol, Russia, began taking pictures of her sons Yaroslav and Vanya in early 2012 when she received her first professional camera.
The pair were immediately accepted by the animals from a young age and their incredible bond continues to strengthen as they get older.
Talking to the animals: Two-year-old Vanya Shumilova locks eyes with a rabbit in this intimate photograph taken by his mother in Andreapol in Russia
Talking to the animals: Two-year-old Vanya Shumilova locks eyes with a rabbit in this intimate photograph taken by his mother in Andreapol in Russia
Intimate connection: These adorable photographs capture the tender moments between Vanya and his five-year-old brother Yaroslav and various animals near their home
Intimate connection: These adorable photographs capture the tender moments between Vanya and his five-year-old brother Yaroslav and various animals near their home
Natural with nature: Elena Shumilova began taking pictures of her sons Yaroslav and Vanya in early 2012 after receiving her first professional camera
Natural with nature: Elena Shumilova began taking pictures of her sons Yaroslav and Vanya in early 2012 after receiving her first professional camera
In his element: The boys were accepted by the animals from a young age and their incredible bond continues to strengthen as they get older, their mother says
In his element: The boys were accepted by the animals from a young age and their incredible bond continues to strengthen as they get older, their mother says
Elena, 32, was able to capture images her boys playing with such animals as rabbits, dogs, cats and ducks as they become totally immersed in their communication with their furry friends.
As Yaroslav, aged five, and Vanya, two, grow up Elana plans to continue documenting their animal adventures through photography.
She said: ‘When I graduated from school I practiced with sketching and painting a lot. That defined my feeling of photography and composition.
Vanya walks with a dog
One of Mrs Shumilova's children with a dog
Cherished moments through time: As Yaroslav, aged five, and Vanya, two, grow up, Elana plans to continue documenting their animal adventures through photography
Boy's best friend: The youngsters were photographed with rabbits, dogs, cats and ducks as they become immersed in their silent communication with the animals
Boy’s best friend: The youngsters were photographed with rabbits, dogs, cats and ducks as they become immersed in their silent communication with the animals
Mrs Shumilova said: 'I get inspired mainly by desire to express something I feel, though I usually cannot tell exactly what that is until I have taken the shot'
Mrs Shumilova said: ‘I get inspired mainly by desire to express something I feel, though I usually cannot tell exactly what that is until I have taken the shot’
Mrs Shumivloa said: 'As a mum of two sons, we spend a lot of time on the farm, so I often shoot my boys with dogs, rabbits and ducks'
Mrs Shumivloa said: ‘As a mum of two sons, we spend a lot of time on the farm, so I often shoot my boys with dogs, rabbits and ducks’
‘Children and animals – they’re my life. As a mum of two sons we spend a lot of time on the farm, so I often shoot my boys with dogs, rabbits and ducks.
‘I prefer to use natural light – both inside and outside. I love all sorts of light conditions – street lights, candle light, fog, smoke, rain and snow – everything that give visual and emotional depth to the image.
‘When shooting these pictures, I largely trust my intuition and inspiration when I compose photos of my children with animals.
‘I get inspired mainly by desire to express something I feel, though I usually cannot tell exactly what that is until I have taken the shot of them with the animals.’
Special bond: Five-year-old Yaroslav Shumilova sits on a sledge next to a dog in the snow near his home in Andreapol, Russia
Special bond: Five-year-old Yaroslav Shumilova sits on a sledge next to a dog in the snow near his home in Andreapol, Russia
Beautiful: Mrs Shumilova developed her 'feeling' of photography and composition while sketching and painting after graduating
Beautiful: Mrs Shumilova developed her ‘feeling’ of photography and composition while sketching and painting after graduating
Elena Shumilova
Evocative: Mrs Shumilova likes to use different light conditions - from street lights, fog, smoke, rain and snow - to 'give visual and emotional depth to the image'
Evocative: Mrs Shumilova (left) likes to use different light conditions – from street lights, fog, smoke, rain and snow – to ‘give visual and emotional depth to the image’

http://www.dailymail.co.uk/news/article-2539802/The-child-animal-whisperers-Mothers-intimate-photographs-capture-sons-special-bond-dogs-ducks-rabbits.html

Mensagem

"O fato mais importante que devemos saber sobre os animais é que eles vivem no presente. O tempo todo. Não é que eles não tenham memória – eles têm. Acontece que não ficam obcecados pelo passado ou pelo futuro. (…) Apesar de os humanos também serem animais, somos a única espécie que vive remoendo o passado e se preocupando com o futuro. Provavelmente não somos a única espécie que tem consciência da própria morte, mas certamente somos a única a se preocupar com ela."

Do livro: O Encantador de Cães, de Cesar Millan

Intoxicação Medicamentosa em Cães e Gatos

Alerta: Não Medique Seu Pet Por Conta Própria!

“Ah, minha senhora, não precisa nem gastar dinheiro com veterinário que o que o seu cachorro tem é dor de barriga! Dá um comprimido desse aqui pra ele que a senhora vai ver como ele fica bom rapidinho!”“Sarna? Eu tenho uma receita ótima pra isso e que não custa quase nada: você pega um limão, vai misturando com esse pozinho que eu tenho aqui e passa em cima da sarna! Cura na hora!”



Folclore, falta de conhecimento e até charlatanismo existem na hora de medicar por conta própria (ou imprópria mesmo) um animal de estimação. A administração de remédios de uso humano em animais pode levá-lo à morte ou complicar ainda mais um quadro de difícil tratamento, por isso, quando o seu cão ou gatinho começar a apresentar sinais de que anda meio doente, procure um médico veterinário imediatamente e não dê ouvidos a pessoas leigas.










Remédios à base de diclofenato são proibidos.
A intoxicação medicamentosa causada pela má administração de remédios de uso humano em animais de companhia é mais comum que se possa imaginar. Isso porque as pessoas acreditam piamente que esses animais possuem a mesma estrutura digestiva que os humanos e que, portanto, ao administrar os mesmos medicamentos em doses menores estarão ajudando ou solucionando o problema. Também a velha história de que “de médico e louco todo mundo tem um pouco” se faz verdadeira neste quadro, pois sempre existe um vizinho ou um balconista mal informado que tem um diagnóstico pronto, já que o problema do animal, aparentemente, é simples. Os riscos da utilização de medicamentos humanos em animais domésticos são a superdosagem, os efeitos colaterais negativos e os efeitos tóxicos, que podem levar à morte.
O que quase ninguém sabe é que algumas substâncias consideradas ‘fracas’ e inofensivas aos humanos são extremamente prejudiciais aos animais, como os antiinflamatórios como Cataflan, Voltaren e Tandrilax, feitos à base de diclofenato, que causam violentos efeitos colaterais como gastroenterite (vômitos e diarréias) e falência renal, levando à morte em poucas horas.

“Eu dei 1/4 do comprimido de Cataflan misturado com a comida, por três dias seguidos para a Sherazade. No último dia, ela começou a vomitar muito e só ficava deitada, sem responder aos chamados. Levei correndo para o veterinário, mas ela morreu, porque já estava com hemorragia no sistema digestivo”- conta a bancária Eliana Moura. “Uma outra vez, antes de isso acontecer com ela, eu havia dado 1/2 comprimido de Lisador porque ela estava sentindo dores em algum lugar. A cadela primeiro ficou agitada demais e depois, dormiu o dia todo, sem parar,e eu até achei que ela tinha morrido”- continua.


A maioria das pessoas acha que administrando remédios de uso humano em doses inferiores às dadas a crianças pequenas, por exemplo, não prejudicará o animal e que poderá, ao menos, amenizar o problema até chegar no consultório do veterinário, mas isso também é errado, pois pode comprometer ou dificultar o diagnóstico. “Quando um animal chega na clínica, ministra-se um medicamento para mantê-lo hidratado, para podermos averiguar o quadro e diagnosticá-lo corretamente. Se o proprietário dá um remédio que altera as condições físicas do animal, fica complicado detectar o problema logo, e demorando mais tempo, o animal corre mais risco de morte”- afirma o médico veterinário Paulo J. Stravinwsky.Outra causa comum de intoxicação medicamentosa é o oferecimento de medicamentos para gatos aos cães e vice-versa, pois o metabolismo das duas espécies são muito diferentes. Remédios para sarnas de cães, por exemplo, são nocivos aos gatos e antitérmicos à base de dipirona fazem mal aos gatos e não aos cães.























Erro de prescrição dentro do consultório do veterinário

A grande parte dos casos de administração de medicação incorreta aos animais ocorre em casa, por responsabilidade do proprietário do animal, mas existem casos em que alguns médicos veterinários ministram medicamentos de uso humano aos animais de forma errada. O veterinário utiliza o seu direito de prescrição das especialidades de medicina humana para alargar a sua gama terapêutica, sendo que muitas vezes certos medicamentos humanos não tem correspondência nenhuma na Medicina Veterinária.“Já vi casos em que apesar de uma determinada substância ativa existir como especialidade veterinária, o clínico prescreve um medicamento humano a pedido do dono, para que este possa pedir junto ao seu médico de família uma prescrição que terá menos custo”- afirma Satravinwky.

Outros motivos de intoxicação

Cães e gatos podem vir a sofrer de uma intoxicação medicamentosa por acidente. Muitas vezes, a curiosidade do animal causa desastres como a ingestão de comprimidos de uso humano. Ao perceber o menor sinal de alteração comportamental do pet, o proprietário deve comunicar urgentemente o veterinário responsável. Salivação excessiva, diarréia, vômitos, sono profundo e exagerado, andar cambaleante, tremores e crises convulsivas são os primeiros sintomas que ele irá apresentar diante de uma intoxicação, mas se o proprietário perceber que houve ingestão de algo, deve conduzir o animal ao veterinário antes dos sintomas aparecerem.Existem também ocorrências de intoxicação causadas por produtos químicos e inseticidas, que podem ser absorvidos através da pele e da respiração. Acontece depois da limpeza de um tapete com produto químico, por exemplo, ou da dedetização da casa. O ideal é evitar o contato dos animais com esses ambientes por alguns dias. Em casa, o proprietário deve possuir uma mala de primeiros socorros apenas com medicamentos de assepsia e curativos caso ocorra algum acidente, e nada de oferecer comprimidos ou passar pomadas sem saber exatamente se aquilo vai fazer bem ou mal ao seu animal de estimação.

PARA ISSO É QUE EXISTEM OS MÉDICOS VETERINÁRIOS!

Site:http://www.anuariocaes.com.br

"ORAÇÃO CANINA"

Pai nosso que estais no céu
Aumentei nossos passeios
Diminua as doeças
para não precisar de injeção
Perdoai as coisas que estragamos em casa
Assim como perdoamos quando o dono dá bronca
Livra-nos de todas as pulgas e doenças
Não nos deixe cair na carrocinha
Amém.

Dra. Luciana Eduardo Nagamatsu (Médica Veterinária- CRMV/PR 7094)

Email: reinodobicho

Cachorro paralítico dá seus primeiros passos graças a próteses

Exemplo de superação…

(da Redação)

14 de janeiro de 2014 às 6:00

(Foto: Divulgação)

(Foto: Divulgação)

Spencer é um buldogue de 2 anos de idade com paralisia nas pernas traseiras desde filhote. Os veterinários suspeitam que ele ficou assim devido a maus-tratos. Sua tutora Linda Heinz conta que ele foi abandonado na porta de sua casa. Spencer nunca teve a oportunidade de andar como um cão normal.

Linda lembra que ele sempre ficava nos seus seus pés implorando para ser levantado e transportado para explorar o mundo.

A clínica Westcoast Brace and Limb assumiu o desafio de ajudar Spencer a andar pela primeira vez. Eles o equiparam com aparelhos personalizados equipados com Crocs (tipo de calçado ortopédico) verdes para pés humanos.

Após a colocação das próteses, Spencer foi levado para o lado de fora da clínica, onde correu por todos os lados até se cansar.

Logo depois, ele pode desfrutar sua primeira caminhada por conta própria ao lado de seu “irmão”, um porquinho cego. “Spencer é a criatura mais feliz que eu já conheci. Ele acorda feliz. Para ele não existe tempo ruim”, diz Linda

https://www.youtube.com/watch?v=t7ZqOufHpvo

http://www.anda.jor.br/14/01/2014/cachorro-paralitico-da-seus-primeiros-passos-gracas-a-proteses