Cão ajuda a aliviar o estresse no trabalho

Uma lambida aqui, um carinho ali… Assim é a rotina do Colletivo, estúdio multidisciplinar que atua nos mais diversos segmentos do design. Bumi, Amy, Billie Jean e outros cães fazem a alegria de todos, que podem trazer para o trabalho seus bichos de estimação. Vanessa Queiroz, uma das sócias, conta que um funcionário começou e depois outros compraram a ideia. “Sempre adorei cachorro, mas meus pais não queriam no apartamento. Quando fui morar sozinha, comprei a Bumi e comecei a trazê-la comigo para a agência. Isso já faz cinco anos.”

Alexandre Pessoa é outro adepto dos cachorros no trabalho. Ele traz todos os dias a Amy, sua vira-lata de dois anos. “Meu avô encontrou a Amy abandonada em uma estrada, ainda filhote. Ela vem para o Colletivo desde bebê”, conta enquanto a cachorra corre agitada, brincando com a golden retriever Bumi.

Em outros países, como Canadá e Inglaterra, essa prática é mais comum. Nos Estados Unidos, há até uma campanha, a “Take Your Dog to Work Day”, propondo que empregadores permitam o acesso de animais ao local do trabalho.

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Cães no ambiente de trabalho

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Foto 5 de 10 – Lígia Prada curte demais o "PetDay". Há pouco mais um ano na SimGroup, ela aprovou totalmente a iniciativa da empresa e acredita que os bichinhos ajudam a relaxar e até trazem inspiração na hora de trabalhar Leandro Moraes/UOL

Estudos apontam que a presença de animais de estimação no trabalho traz bem-estar e diminui o estresse do dia a dia. Pesquisadores da Universidade Virginia Commonwealth (EUA) colheram amostras de saliva de 450 funcionários de uma empresa de varejo durante uma semana. Cerca de 30 pessoas levaram seus cachorros para o trabalho pelo menos um dia. Nesse grupo, o nível de estresse caiu da manhã para a noite, diferente das pessoas que deixaram o bicho em casa. Quem não tinha qualquer animal apresentou maiores quantidades de cortisol, um dos hormônios associados ao estresse.

O psiquiatra Elko Perissinotti, vice-diretor do Hospital Dia, do Instituto de Psiquiatria (IPq-HCFMUSP) afirma que a interação do ser humano com animal é fundamental. Segundo ele, a troca de carinho com o cão libera no organismo os neurotransmissores endorfina, ocitocina e serotonina, que proporcionam sensação de bem-estar. “Essas reações – psicológica e química – trazem uma mudança benéfica ao organismo que funcionam como antiestresse”, explica o psiquiatra.

Com certeza, no Colletivo o clima é menos estressante por conta das cachorras. Elas têm completa liberdade, circulam por todas as salas do estúdio, que fica em uma casa de dois andares com um quintal bem agradável. “A galera dá muita risada com as brincadeiras que a Bumi e Amy fazem. Até os clientes gostam da ideia, quando vêm aqui para reuniões eles se derretem”, comenta Vanessa Queiroz, garantindo que as “colegas de trabalho” trazem aconchego ao ambiente.

PetDay

A SimGroup, que desenvolve ações motivacionais para empresas em São Paulo, também percebeu os benefícios de ter bichos uma vez por semana em seu “território”. O “PetDay”, que ocorre toda sexta-feira, começou este ano e causou euforia. A diretora-executiva, Sueli Brusco Aftimus, tomou conhecimento da pesquisa americana e resolveu aplicá-la na agência. “No início, o pessoal quase brigava para ver quem traria o pet. Começamos com sorteio e agora temos uma escala dos bichos”, relembra a assessora de imprensa Thais Volkweis. Segundo ela, a lista já teve até cobra e papagaio!

Muitas vezes, o animal é um estímulo para quebrar barreiras que surgem no dia a dia. O assistente comercial César Martiniano teve essa percepção quando trouxe sua cachorra. “Colegas que eram de outros setores, que eu não conhecia bem, vieram falar comigo, perguntar sobre a raça, o nome dela. Foi um dia gostoso e de total integração”, conta o tutor de Cindy, garantindo que para a cadela a paparicação também foi muito gratificante.

O psiquiatra Perissinotti explica que o cachorro funciona como um catalisador nas relações entre as pessoas seja no trabalho, durante a terapia assistida em um hospital ou apenas passeando na rua. “Atualmente, as pessoas não estão mais acostumadas a se aproximar umas das outras. O cão acaba sendo um agente, um facilitador, o objeto que canaliza a amizade”, conclui.

O grupo da SimGroup acredita que essa simples ação diminui a ansiedade e eleva a autoestima, além de tornar as pessoas mais afetivas. “Foi uma ideia fantástica. O ambiente fica mais leve e lúdico, pois o cão traz alegria e descontração”, ressalta a redatora Lígia Prada, que já teve cachorro e agora curte o dos outros durante uma criação e outra.

Nem sempre é possível

Tanto a SimGroup quanto o Estúdio Colletivo estão instalados em casas, o que dá a liberdade de se trazer os cães para trabalhar. Outras empresas já não podem se dar a esse luxo. Muitas ficam em condomínios comerciais cujos estatutos não permitem animais em seus andares ou salas.

Esse é o caso do Google, considerada uma das melhores empresas para se trabalhar no Brasil e nos Estados Unidos, que não pode implantar aqui a mesma prática adotada em Mountain View, na Califórnia . Lá, o prédio é próprio e a presença dos pets é liberada a qualquer hora. Em São Paulo, os funcionários trabalham em andares de um edifício e não têm a mesma chance dos colegas norte-americanos.

ONG RECOMENDA ALGUNS CUIDADOS AO LEVAR OS ANIMAIS AO TRABALHO

  • Leandro Moraes/UOL

Local deve ser adequado e confortável

A ARCA Brasil (Associação Humanitária de Proteção e Bem-Estar Animal) acredita que levar o pet para o trabalho pode ser uma ótima ideia, em especial para animais que sofrem com a chamada “síndrome da ansiedade da separação”, nome dado quando o bicho de estimação começa a dar sinais de estresse ao ser deixado sozinho ou ser separado da pessoa com quem ele é mais apegado. Algo que acontece muito com quem trabalha fora o dia todo e deixa o pet sozinho em casa.

Mas os tutores devem estar atentos e tomar alguns cuidados ao levarem seus bichos de estimação para as empresas:

  • O local deve ter área compatível e confortável, onde o animal possa se deitar e observar o ambiente à sua volta;
  • É importante passear uma ou duas vezes durante o dia, em especial para os pets hiperativos;
  • Os animais devem estar em bom estado de saúde, com as vacinas em dia e ter boas maneiras.

Bruno Schuveizer, da área de Comunicação, acredita que essa prática aumenta os laços entre as pessoas e os bichos e também pode significar mais chances de adoção em todo país. A própria ARCA Brasil já teve uma experiência nesse sentido.

Durante anos, a ONG manteve em sua sede administrativa o mascote Tingo, cão retirado das ruas pelo presidente Marco Ciampi. Além de ganhar um lar, Tingo virou uma espécie de celebridade. “Nos 10 anos em que ficou aqui, ilustrou inúmeros cartazes, folders e cartões de Natal, além de matérias em jornais e revistas”, recorda-se Bruno Schuveizer.

http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2012/11/30/cao-ajuda-a-aliviar-o-estresse-no-trabalho.htm

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Transplante de célula de focinho faz cão voltar a andar

Atualizado em 19 de novembro, 2012 – 09:36 (Brasília) 11:36 GMT

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Formatos alternativos

Cientistas da Universidade de Cambridge conseguiram reverter a paralisia em cachorros, após injetar células retiradas do focinho dos animais.

De acordo com os pesquisadores, as descobertas mostram, pela primeira vez, que o transplante deste tipo de células em uma medula muito lesionada pode trazer melhoras significativas e abre novas possibilidades.

"Acreditamos que a técnica pode vir a ser usada para recuperar parte dos movimentos em pacientes humanos com lesões na medula vertebral, mas há um longo caminho a percorrer até podermos afirmar que eles serão capazes de recuperar todos os movimentos perdidos", diz o biólogo, Robin Franklin que participou da pesquisa.

O estudo foi financiado pelo Conselho Médico de Pesquisa (MRC, na sigla em inglês) da Grã-Bretanha e publicado no jornal científico Brain.

A pesquisa é a primeira a testar transplantes em animais com lesões sofridas na vida real, ao invés de usar cobaias de laboratório.

Antes do transplante, Jasper não tinha nenhum controle sobre as patas traseiras.

Em uma parceria do Centro de Medicina Regenerativa do MRC e a Escola de Veterinária de Cambridge, os cientistas retiraram amostras de células olfativas do focinho dos cães e as cultivaram em laboratório durante várias semanas.

Os 34 cachorros que participaram da pesquisa haviam sofrido lesões na coluna que os impediam de usar as patas traseiras.

Em 23 dos cães foram injetadas células olfativas na coluna e nos outros 11 foi usada uma solução aquosa neutra, sem nenhum efeito, para ser usado como termo de comparação.

Enquanto muitos dos cachorros que receberam o transplante de células apresentaram melhoras significativas e voltaram a andar, nenhum dos caninos do grupo de controle apresentou movimento nas patas traseiras.

Seis meses após a injeção de células olfativas na medula, Jasper já consegue andar.

Entre os cães com história de sucesso, está Jasper, um basset, de dez anos de idade. Para saber mais, veja o vídeo acima.

Porque o nariz?

Após chegar a idade adulta, o nariz é a única parte do corpo em que terminações nervosas continuam a crescer.

As células foram retiradas da parte posterior da fossa nasal. São células especiais que rodeiam os neurônios receptores que nos permitem sentir cheiros e convergir estes sinais para o cérebro.

Os cientistas dizem que as células transplantadas regeneraram fibras na região lesionada da medula. Isto possibilitou que cachorros voltassem a usar as suas patas traseiras e coordenar o movimento com as patas da frente.

Em humanos, o procedimento poderia ser usado em combinação com outras drogas para promover a regeneração da fibra nervosa e substituir tecidos lesionados.

Geoffrey Raisman, o especialista em regeneração neurológica da University College London, descobriu em 1985 este tipo de célula olfativa, que foi usada na pesquisa de agora.

Ele avalia que este foi o maior avanço dos últimos anos na área, mas diz que não é a cura para lesões de medula. "O procedimento permitiu que um cachorro lesionado voltasse a usar suas pernas traseiras, mas as diversas outras funções perdidas em uma lesão de medula, como uso da mão, controle da bexiga e regulação de temperatura, por exemplo, são mais complicados e ainda estão muito distantes".

Na pesquisa, as novas conexões não ocorreram em longas distâncias, necessárias para conectar o cérebro a medula. Os pesquisadores do MRC disseram que em humanos isto seria vital para pacientes com lesões na medula, que perderam funções sexuais e o controle da bexiga e do intestino.

Por enquanto, o procedimento fez a alegria de May Hay, a dona do cão Jasper: " Antes do tratamento, nós usávamos um carrinho de rodas porque as suas patas traseiras eram inúteis, mas agora ele corre pela casa e no jardim e acompanha os outros cachorro, é maravilhoso!"

Fonte:
http://www.bbc.co.uk/portuguese/videos_e_fotos/2012/11/121119_ccelula_olfativa_cachorro_as.shtml

LIÇÃO DE AMOR

LIÇÃO DE AMOR

Imagem de cão tentando reanimar amigo atropelado causa comoção na internet

19 de novembro de 2012 às 6:00

Por Lobo Pasolini (da Redação)

Foto: Reprodução

Esta cena foi registrada na tarde do dia 9 de novembro, no setor 08 em Águas Lindas de Goiás (GO), onde um cachorrinho foi atropelado e o companheiro dele ficou todo o tempo ao lado de seu amiguinho, na chuva e no frio. O animal foi visto tentando por várias vezes reanimar o amigo mexendo em seu corpo.

Esta imagem representa o descaso dos governantes com os seres sencientes do Brasil, humanos ou não.

As informações são da TVCMN.

Dono morre e cadelinha espera pelo seu retorno

Amigos e Amigas,

Linda história da Mascarada no jornal Tribuna de nossa cidade…
Leiam e se emocionem…

SEGUNDA, 12 NOVEMBRO 2012 11:59

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Há quem afirme que a amizade entre o homem e o animal se resuma apenas a uma parceria guiada pelo instinto. Mas, quem possui um amigo de quatro patas sabe que é muito mais do que isso. Quem já assistiu o filme "Sempre ao Seu Lado", estrelado pelo ator Richard Gere?

O filme conta uma história real de Hashiko, que aconteceu no Japão, na década de 30. Um professor encontra um cão, da raça Akita, e cria uma forte ligação com o animal. Todos os dias o cão ia até a estação de trem acompanhar o dono que seguia para o trabalho e no final do dia voltava à estação para esperá-lo. Até que um dia o homem falaceu e não voltou mais. Durante dez anos o cão ia sempre ao mesmo local, na estação de trem, e lá esperava o retorno de seu dono, até um dia morreu.

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Histórias como a contada neste filme parecem distantes, mas não é preciso ir muito longe para encontrar exemplos da ligação entre homem e animal. Aqui mesmo em Petrópolis, uma história muito parecida aconteceu no distrito de Cascatinha.

Há duas semanas, o dono da cadelinha "mascarada" passou mal e foi levado às pressas de ambulância à Unidade de Pronto Atendimento – UPA, em Cascatinha. A cadelinha o seguiu até a UPA e lá permaneceu a espera de seu dono, que acabou falecendo.

Ninguém da família apareceu para levá-la de volta para casa. Durante duas semanas a cadelinha permaneceu no local a espera do dono, dormindo aos fundo da UPA. Nesse período ela entrou no cio e acabou cruzando com alguns cães. Além disso, ainda foi maltratada por algumas pessoas que tentavam enxotá-la.

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"Uma moça me ligou pedindo ajuda para ela. Disse que ela estava ali sofrendo maus tratos dos guardas. Nos comovemos com a história dela e buscamos tentar ajudá-la. Uma das integrantes da associação foi até o local e fez o resgate dela", explica Carla Maduro, da associação Irmão Animal.

Quando foi encontrada, a cadelinha estava com a pata machucada e visivelmente magra. Ela foi resgatada pela associação Irmão animal e levada para tratamento em uma clínica veterinária. Aos poucos "mascarada" (como foi apelidada pela Irmão Animal), recuperou as forças e agora precisa de ajuda e de um novo lar.

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Sobre o Irmão animal

O Irmão Animal surgiu em 2008 e está desde então batalhando para ajudar os animais. O grupo de protetoras é independente, não possui apoio do governo, nem incentivo financeiro. Hoje pretende reverter este quadro, onde pagam nossas despesas veterinárias através da venda de rifas, de doações de amigos/familiares e muitas vezes, tirando do próprio bolso.

Para doar:

Remédios veterinários, remédios humanos, potes (para colocar ração e água), casinhas, cobertores usados (para aquecer um peludinho no inverno que está chegando). O que desejar doar, entre em contato com o Irmão Animal: contatos

Vinícius FerreiraRedação Tribuna Onlinehttp://tribunadepetropolis.imprensa.ws/2012/index.php?option=com_content&view=article&id=42429&catid=74

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http://irmaoanimal.com/
http://caespetropolis.wordpress.com/

http://adocaocaes.wordpress.com
https://vidacachorro.wordpress.com
-~

Mulheres têm mais costume de dormir com bicho de estimação

Pesquisa indica que 70% das mulheres admitem que dormem com o bicho de estimação, enquanto 57% dos homens assumem o mesmo

elsey Johnson / Stock Xchng

Filhote de cachorro dormindo

Dormir com os donos é um dos privilégios que cães e gatos têm, segundo pesquisa

São Paulo – A vida de cães e gatos é mais confortável quando eles têm uma mulher como dona. De acordo com uma pesquisa feita pela revista Consumer Reports, 70% das pessoas do sexo feminino que possuem bichos de estimação permitem que o animal passe a noite na mesma cama que elas. Na ala masculina o valor é menor, 57%.

A pesquisa foi feita com mais de 1.300 assinantes do veículo que são donos de cães e/ou gatos. Além de mostrar que a cama é território compartilhado, o levantamento mostrou que as mulheres também têm mais costume de assinar cartões em nome do bicho, sendo 46% das respostas, contra 28% dos homens.

Em ocasiões especiais, como Natal, 58% delas dão presentes para seus animais e 45% deles têm esse hábito. As diferenças consideráveis entre os gêneros param por aí. Quando se trata de levar o cão ou gato para viajar, colocar fotos nas redes sociais ou vesti-los com roupas graciosas, praticamente não há diferença.

Todo esse amor ainda confere a esses donos uma visão nada modesta sobre seus bichos. Quando perguntados sobre a inteligência, somente 3% dos proprietários de cães e 5% dos de gatos (entre homens e mulheres) afirmaram que seus animais são menos espertos do que a média. Pai e mãe “corujas” são assim mesmo.

http://exame.abril.com.br/estilo-de-vida/noticias/mulheres-tem-mais-costume-de-dormir-com-bicho-de-estimacao

Quer render mais no trabalho? Fique olhando fotos de animais

Foto: Getty Images

Segundo pesquisa da Universidade de Hiroshima, manter uma foto de um animal na mesa ajuda a trabalhar com mais afinco

Foto: Getty Images

Imagens de animais não servem apenas para relaxar, mas podem ajudar a render mais no trabalho. O estudo vem de um dos países com as jornadas de trabalho mais longas do mundo, o Japão, então merece crédito. Segundo pesquisa da Universidade de Hiroshima, manter uma foto de um animal, de preferência filhote de cachorro ou de gato, ajuda a trabalhar com mais afinco. As informações são do Daily Mail.

Olhar para animais filhotes aumenta a concentração em até 10% e também a performance. Os especialistas acreditam que olhar para algo fofo desperta emoções positivas que geram motivação, associada com tudo que traz felicidade, alegria ou diversão.

Para chegar aos resultados, foram analisados três grupos de estudantes, expostos a fotos de animais filhotes, animais adultos e de comidas saborosas. Depois os voluntários foram submetidos a testes de concentração e o primeiro alcançou resultados melhores do que os demais.

O grupo que ficou visualizando imagens dos animais adultos demonstraram concentração 5% maior. E as imagens de comida não surtiram efeito.

"O estudo mostra que olhar para coisas bonitinhas aumenta a performance em tarefas que requerem atenção, possivelmente por ajudar a focar atenção em apenas uma coisa. Não tem influência sobre tarefas que demandam interação social. Fotos de filhotes fazem com que os objetos pareçam mais amigáveis e induzem a comportamentos mais cuidadosos, o que beneficia principalmente funções como dirigir e outras no escritório", afirmou Hiroshi Nittono, um dos autores do estudo.

Fonte:

http://mulher.terra.com.br/carreira/quer-render-mais-no-trabalho-fique-olhando-fotos-de-animais,1688158ca613a310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html