Câncer de mama também afeta animais e preocupa veterinários

o mês da campanha ‘Outubro Rosa’, veterinários fazem alerta. Tratamento é simples e procedimentos, geralmente, são cirurgicos.

Animais na campanha do Outubro Rosa (Foto: Divulgação)

Estamos no ‘Outubro Rosa’, movimento popular internacionalmente comemorado em todo o mundo, que simboliza a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades. Neste mês, anualmente, monumentos no mundo inteiro são iluminados com a cor rosa, simbolizando a luta contra a doença em seres humanos. O que pouco gente sabe é que muitos animais passam pelo mesmo problema e também sofrem com o tumor nas mamárias (neoplasias).

Segundo os veterinários, a cada dia que passa os animais de estimação estão vivendo por mais tempo, comendo rações com conservantes e, também, estão expostos à poluição do meio ambiente. Devido à soma desses fatores, os animais estão mais sujeitos a desenvolverem neoplasias.

Os tumores mamários são muito mais comuns em cães e gatos, mas outros animais também podem desenvolver a doença. Nos cães, na maioria dos casos, é tumores malignas. Já nos gatos, a maior parte dos tumores é malignos e altamente agressivos.

O tumor de mama é o segundo mais comum em cães e o mais comum em cadelas. Acometem, no geral, animais mais velhos (com cerca de 10 anos de idade), de preferência em animais que possuem todo o seu aparelho reprodutivo (inteiros) e animais que foram castrados após numerosos cios. Não há uma preferência por raça, todas estão sujeitas a esta neoplasia.

Segundo o médico veterinário, Bruno Baetas, que trabalha no Hospital Veterinário da cidade de Petrópolis, Região Serrana do Rio de Janeiro, desde o início de 2012, cerca de 70 animais com tumores de mama foram atendidos no local. Neste mês de outubro sete novos casos foram registrados.

hanna petropolis (Foto: Bruno Baetas/Arquivo pessoal)

A cadela Hanna teve câncer de mama, passou por cirurgia e já está bem (Foto: Bruno Baetas/Arquivol)

Hanna, uma cocker spaniel, está entre os 77 bichos que apresentaram o tumor. Andrea Durmmond, jornalista, dona da cadela que tem nove anos, diz que é difícil saber que o seu bicho de estimação está com câncer.

Não é fácil, mas é possível. Queremos a Hanna livre do câncer. " -Andrea Durmmond

” Quando Hanna completou 4 anos, os primeiros nódulos começaram a parecer na mama. A cada internação o risco de perdê-la parecia iminente. Mas resolvemos ajudá-la. A primeira cirurgia retirou o tumor maior e, a segunda, retirou o que estava do outro lado, os menores, útero e ovários, com a finalidade de diminuir a chance do câncer voltar", disse.

Depois de ter passado por momentos de tensão, Andrea afirma que valeu à pena o sacríficio e que agora sua cadela está bem. ” Três meses depois está tudo bem. Ela não precisou de tratamento radio ou quimioterápico e não tem metástase, e assim torcemos e cuidamos para que continue, embora saibamos que não estamos seguros de nada", complementou.

Prevenção
Segundo o veterinário Bruno Baetas, a principal forma de prevenção dos tumores de mama é a castração dos animais com até um ano de idade, preferencialmente antes do primeiro cio. Não fazer a utilização de anticoncepcionais e utilizar dietas balanceadas também estão entre as dicas.

Classificação
A classificação dos tumores se divide em benignos e malignos. Os tumores malignos são mais agressivos e fazem metástases (quando células tumorais ganham a corrente sanguínea ou linfática e se desenvolvem em outros órgãos) no caso dos tumores de mama o principal sítio de é o pulmão, segundo explicou o médico veterinário.

Tratamento
O tratamento dos tumores de mama é cirúrgico, ou seja, a extração cirúrgica das mamas. Outra modalidade terapêutica é a quimioterapia pré ou pós cirúrgica e a utilização de alguns medicamentos anti-inflamatórios.

Fonte:

http://g1.globo.com/rj/serra-lagos-norte/noticia/2012/10/cancer-de-mama-tambem-afeta-animais-e-preocupa-veterinarios.html

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Único hospital veterinário público do país atende mais de cem animais por dia

Hospital veterinário público atende mais de cem animais por dia

Inaugurado há quatro meses em São Paulo, o hospital é o único veterinário público do país.

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A rotina no único hospital veterinário público do país é bem movimentada. Ele inaugurado há quatro meses em São Paulo e durante quatro dias, o Fantástico ficou no pronto-socorro de cães e gatos.

A primeira cachorrinha que vai ser atendida hoje aqui na emergência do hospital veterinário. E a gente vai acompanhar.

“Quebrou a patinha?”, pergunta o repórter.

“Quebrou. Tem que operar, não tem jeito”, responde a veterinária Aline Francis Rocha.

A cadela vira-lata foi socorrida pelo bombeiro.

“Calma, calma”, diz bombeiro.

Ela foi atropelada por um motorista, que fugiu sem prestar socorro.

“Se eu ver outro animal, não penso duas vezes. Eu paro e pego”, diz o bombeiro Júlio César Gomes.

Enquanto Júlio César esperava, outros animais chegavam. O hospital abre as portas às 7h40 da manhã. Em 40 minutos, os veterinários já têm três emergências para atender.

“O que aconteceu com a gatinha da senhora?”, pergunta a repórter.

“Eu não sei, ela simplesmente ficou sem comer, e tá assim”, responde a dona.

“Pode ter sido envenenamento, alguma coisa do tipo”, diz a veterinária Marcília Cristina Pires.

Os donos ficam desesperados.

“Acho que ela não vai conseguir”, diz a dona.

Os bichinhos de estimação são parte da família. Cristiane, dona do Nego, também estava preocupada.

“O que aconteceu?”

“Aqui, ele caiu da janela”, responde a médica e dona do gato Nego.

Caiu do quinto andar deste prédio. Os traumas, como o do Nego, são os casos mais frequentes e os mais complicados também.

“Está com medo, está acuado”, diz o enfermeiro.

Ele deu trabalho para a equipe. Teve de ser sedado.

O anestésico dura mais ou menos 15 minutos, é o tempo que o pessoal teve para colher sangue, para examinar o bichinho, e agora eles estão levando para o raio-x para ver se ele está com a patinha quebrada.

O exame identificou uma pequena fratura na pata esquerda. O osso quebrou e há também uma luxação, ou seja, a articulação saiu fora do lugar. O Nego vai ter que passar por uma cirurgia.

“Ele vai para fazer cirurgia porque tem que colocar o calcanhar no lugar”, explica a médica para os donos.

Nego está entre os cem animais atendidos por dia pelos veterinários do hospital.

“Até paguei na primeira consulta para poder fazer o exame diagnóstico, mas passou um monte de exames e infelizmente não dá”, conta o vendedor e dono do gato Dado, Marco Antonio Pereira Lima.

“O serviço é direcionado para quem tem risco econômico, para quem está na faixa de pobreza ou abaixo da linha da pobreza”, explica Renato Tartalia, diretor administrativo.

É tudo de graça. Mesmo assim, alguns donos demoram demais para trazer o animal.

“Ela estava sem comer, há mais de dez dias já, sem andar, e muito fraca”, conta a dona da Strupi.
“O que a gente espera das pessoas é que nos procurem mais rápido para que o paciente não chegue num estado tão avançado como está esse gatinho aqui. Vamos torcer para que a gente consiga recuperá-lo”, diz Renato Tartalia, examinando o animal.

Nem sempre é possível. A gata de dona Mara, que estava fraquinha, com a temperatura baixa. Não resistiu.

E a cachorra resgatada pelo bombeiro? A cadela também não sobreviveu. Teve uma parada cardíaca durante a cirurgia.

Já o Nego, aquele gatinho que caiu do quinto andar, voltou para a operação no dia seguinte. Chegou mais calminho.

“A gente vai botar uma fixação aqui que mantém essa articulação parada por dois a três”, explica o cirurgião veterinário Denis Prata Rodrigues.

A cirurgia foi rápida. Menos de uma hora.

“Muito provavelmente amanhã ele está apoiando, pisando e andando bem próximo do normal”, diz o cirurgião.

“Sucesso agora, hein? Só não vai deixar voar de novo”, diz o cirurgião.

Não vai, não. Na volta pra casa, os donos já sabem o que têm que fazer.

“Amanhã já vem o rapaz especialista tirar medida, colocar essa tela. Pra que ele possa vir, olhar a paisagem”, disse o operador de informática Alan Guimarães Santos.

E isso não deve demorar muito.

“A nossa felicidade é que ele fique bem e que ele se recupere o mais rápido possível”, declara a dona do Nego.

Fonte:

http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1681931-15605,00-HOSPITAL+VETERINARIO+PUBLICO+ATENDE+MAIS+DE+CEM+ANIMAIS+POR+DIA.html

Endereço: Fica em Tatuapé, em São Paulo (Rua Professor Carlos Zagotis, 3). O atendimento é de segunda à sexta, das 7h às 19h.

Tel: (11) 2227-0858

Filhos dos novos tempos

Especiais

Existe um novo tipo de adotante surgindo.

Eles procuram adotar animais especiais. Escolhem os mais necessitados, os mais debilitados, aqueles que não têm chances. E, graças a esses novos humanos, destinos cruéis estão sendo mudados.

Magela, um vira-lata de porte médio, de 5 anos, que chegou ainda filhote no abrigo em Belo Horizonte, cego desde que nasceu, hoje corre e brinca com uma companheira canina, pelos jardins da casa da Nívea, lá em São Paulo.

http://oloboalfa.com.br/magela/?regiao=mg

Goiaba e Angel, ele um Pinscher com meia dúzia de dentes na boca e ela, uma Cocker cega, jogados de um carro de luxo, a uma quadra da Via Expressa, em Belo Horizonte, foram acolhidos juntos, pela Camila, uma representante desses novos humanos, em Sorocaba, interior de São Paulo.

http://oloboalfa.com.br/goiaba-e-angel-juntos-pela-inclusao-social/?regiao=mg

Baltazar, um mestiço de Poodle cego desde que nasceu, estava literalmente morrendo de tristeza nos fundos de um canil. Poucos dias após a adoção, a Marília já nos escrevia contando que ele corria pela casa, desviando dos móveis, subindo e descendo no sofá e nas camas e já sabia em qual cantinho da área o sol da manhã chegava primeiro.

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Losk, Francisca, Cléia, dentre outros cãezinhos também cegos, têm hoje tratamento de realeza na casa dos novos donos. Ana Paula, Thalita e Vanessa receberam os pequenos Losk, Francisca e Cléia.

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Entre os mutilados, Temos o Pingo, um Poodle de 3 pernas que foi jogado em uma praça, onde ficou por 8 horas no mesmo lugar, esperando o retorno dos donos.

As fotos do pós adoção provam que ele foi adotado por alguém tão diferente quanto ele. Luciana é o nome do anjo enviado pra salvar o Pingo.

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Doug, um cãozinho paraplégico que foi abandonado em uma calçada, hoje corre pelos jardins da casa da Marina.

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Sasha, positiva para Leishmaniose, foi tratada da doença. Já estava negativada mas, dependeria do uso constante de um medicamento. Foi recebida pela Flávia e vive hoje em um sítio com muito espaço, em companhia de outro cão, também positivo e tratado.

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Entre os arredios, Pitchula foi retirada do “Campo de Concentração”. Era muito medrosa e mordia a qualquer um que tentasse pegá-la. Chegou a morder todos os funcionários da clínica onde ficou. Para cada procedimento, como banho ou vacina, só com cambão e sedação. Como doar um cachorro assim?

Quando a adotante foi informada desse comportamento, a resposta foi: __Tenho cicatrizes nas mãos. Minha última adotada era pior. A Pitchula precisa de mim.

No mesmo dia da adoção, a Cláudia nos telefonou: __Ela não é nada daquilo que você falou. Está aqui na cama comigo, deitada no meu colo. Já a carreguei por todo lado.

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Nina, uma vira-lata de 3 quilos, fez todo o tratamento para câncer. Curou-se, mas a doença poderia voltar. Talvez tivesse vida curta. A resposta que tivemos da Marcela foi de que: __Perdi uma cadela recentemente de câncer. A Nina poderá ter vida curta, mas terá vida.

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Mais recentemente, nos deparamos com uma história muito triste. A sensação que ficou foi de que o Rafael veio ao mundo apenas pra sofrer. Como eles não têm dívidas cármicas, só nos resta acreditar que nós é que precisávamos aprender alguma coisa com a história que ele deixou.

Ele já estava morrendo, quando foi adotado. O último golpe foi duro demais. Ele não teria forças pra se recuperar.

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Mesmo assim, a Cíntia o recebeu de braços abertos. Chegou a quase abandonar a faculdade pra cuidar do Rafael. Por 21 dias, ela o carregava pela casa, conversando com ele, pedindo que não desistisse, apresentando-o aos outros amigos peludos, contando-lhe como era o comportamento e a personalidade de cada um. Ele parecia entender e até demonstrava gratidão, mas não tinha mais forças.

Nos 21 dias em que esteve na casa da Cíntia, ele teve mais colo e atenção que em toda a sua vida. O que levaria alguém a adotar um cachorro que estava morrendo? Que tipo de razão levaria alguém a assumir as despesas de um animal que acabara de conhecer, sabendo que a luta seria inglória?

A única explicação é que o Rafael viveu os últimos dias nos braços de um anjo. Não era a mesma que o conduziria ao lugar de descanso, depois que seu coração parasse de bater. Mas era um daqueles humanos especiais a que nos referimos.

Acreditamos na transformação planetária. Acreditamos que a Terra, em breve, estará habitada somente por pessoas como estas citadas acima. Virá o dia em que todos os humanos serão protetores de animais. Estamos a caminho, mas ainda falta um pouco.

É que, por enquanto, a matemática ainda não está fechando como deveria. Os abrigos ainda estão cheios, muitos animais ainda morrem pelas ruas, cãezinhos cegos, mutilados e soro positivos ainda esperam por uma adoção que nem sempre chega.

Essa matéria foi elaborada com o objetivo de despertar mais alguns desses novos habitantes do planeta. Abaixo, alguns cãezinhos especiais que ainda esperam por adoção.

Em Belo Horizonte, Lenda, Pingo, Lourinho Piquititim e Negão.

Lenda é uma Poodle que teve os olhos arrancados, em razão da omissão dos ex-donos.

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Pingo é outro lobinho de três pernas.

http://www.oloboalfa.com.br/pingo-ele-e-especial/?regiao=mg

Pra não esquecer os enfezadinhos, o Lourinho Piquititim é o legítimo representante dos lobinhos encrenqueiros.

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Negão, ou Cordel, é um cachorro especial, que está terminando o tratamento para Leishmaniose. Assintomático, terá vida normal, desde que encontre alguém especial como ele.

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No Rio de Janeiro, Vovô Nick e Hugo.

Nick é um cãozinho idoso que viveu toda uma vida em condições precárias, sofrendo maus-tratos.

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Hugo é mais um cãozinho de apenas 3 pernas.

http://oloboalfa.com.br/ago12-0005-hugo-adocao-especial-e-urgente/?regiao=rj

Em São Paulo, Fred, Brigitte, Lara e Picolé.

Fred tem um pequeno defeito nas patinhas de trás. Elas são unidas, mas isso não lhe retira a mobilidade.

http://oloboalfa.com.br/set12-0107-fred-adocao-especial/?regiao=sp

Brigitte e Lara também só têm três perninhas.

http://oloboalfa.com.br/set12-0115-brigitte-adocao-especial/?regiao=sp

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Picolé é um vovô que foi jogado fora porque não servia mais.

http://oloboalfa.com.br/set12-0144-picole-vovo-abandonado/?regiao=sp

Queremos muito ajudar a mudar esses destinos. Por isso, precisamos despertar mais humanos especiais.

Lembramos ainda que muitos vira-latas jovens, saudáveis, sociáveis e inteiros terminarão seus dias em abrigos. Faltam adotantes.

Em Belo Horizonte, a feira permanente de adoções da Cão Viver funciona todas as terças, quintas e sábados.

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No sul de Minas, outra feira permanente na cidade de Machado, da Associação 4 patas.

http://oloboalfa.com.br/feira-permanente-sul-de-minas/?regiao=mg

Em São Paulo, outras feiras permanentemente à disposição dos interessados em adoção.

O Grupo S.AU.S está com uma feira só de filhotes.

http://oloboalfa.com.br/ago12-0061-super-feira-de-filhotes/?regiao=sp

a Cit Dog também está com um plantel especial em uma super feira, em São Mateus.

http://oloboalfa.com.br/set12-0003-uma-super-feira/?regiao=sp

Em São Caetano do Sul, uma super feira com um plantel gigante. Funciona todos os dias, de segunda a segunda.

http://oloboalfa.com.br/set12-0030-mais-uma-feira-permanente/?regiao=sp

Por fim, pra fechar com chave de ouro, Ariel. Ela tem 4 pernas, enxerga muito bem, já iniciou a vacinação, tanto óctupla quanto leishtec, é ainda filhote, com idade aproximada de 7 meses, muito espertinha, brincalhona a saudável.

Parece que ela é perfeita e não tem nada que faça desta, uma adoção especial. E não tem mesmo. É que ela está vivendo em uma clínica veterinária e precisa muito de começar de novo uma nova vida. Só isso.

http://oloboalfa.com.br/ariel-e-ariel-o-tempo-nao-para/?regiao=mg

Seja feita a Vossa vontade.

Fonte:
http://oloboalfa.com.br/filhos-dos-novos-tempos/?regiao=mg

Cão salva bebê de casal que o resgatou da rua há seis anos

nove semanas, a família Brousseau, que vive em Portland, nos Estados Unidos, comemorou onascimento do pequeno Harper. Na última madrugada, o quarto dos novos pais foi invadido pelo cachorro de estimação da dupla, que apresentava comportamento fora do comum.

+ Cão farejador aposentado volta à ativa para ajudar dona assaltada

O animal tremia, como se estivesse muito nervoso. Assustada com a situação, a mãe resolveu ver se Harper estava bem e encontrou o garotinho sem respirar, sufocado pelo próprio vômito. Atendido em poucos minutos por médicos socorristas, o menino sobreviveu.

+ Yorkshire herói salva idoso do ataque de famoso cão de briga

Em entrevista ao jornal Daily Mail desta terça-feira (16-10), o casal Brousseau revelou a gratidão pelo ato do cachorro. “Ele salvou nosso filho. Está retribuindo todo o cuidado que tivemos quando o tiramos da rua, há seis anos. É um herói“, afirmou Jenna, mãe de Harper.

(Foto: Reprodução / Daily Mail)

http://colunas.globorural.globo.com/planetabicho/2012/10/16/cao-salva-bebe-de-casal-que-o-resgatou-da-rua-ha-seis-anos/?fb_action_ids=2475682469380&fb_action_types=og.likes&fb_source=aggregation&fb_aggregation_id=288381481237582

Conheça as regras da eutanásia animal e as críticas das entidades de proteção

De JULIANA CUNHA

COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

No dicionário dos homens, eutanásia é aquele ato generoso de proporcionar morte sem dor para quem sofre de uma doença incurável. No mundo animal, a palavra ganha sentido mais elástico: é estendida para casos em que o dono do bicho doente não pode pagar o tratamento.

Esse é o ponto mais polêmico entre as novas regras definidas pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária. A entidade revisou sua normatização sobre eutanásia e emitiu uma nova resolução, que vem sendo criticada por entidades de proteção.

O documento inclui novos métodos para o sacrifício e retira da lista procedimentos de risco como o choque elétrico sem anestesia prévia.

Eduardo Knapp/Folhapress
Em primeiro plano, o cachorro Mingau, da raça lhasa apso. Atrás, sua dona, Miriam Caramico
Em primeiro plano, o cachorro Mingau, da raça lhasa apso. Atrás, sua dona, Miriam Caramico

Até aí, tudo bem. O problema é que o veterinário fica autorizado a matar animais produtivos doentes e cujo tratamento represente custos incompatíveis com a atividade ou com os recursos do proprietário. Trocando em miúdos: donos de animais de fazenda enfermos podem optar pela morte mesmo que ela possa ser evitada com cuidado médico.

"A nova regra veio para regularizar a situação de trabalhadores rurais que não podem gastar o valor de cinco vacas para tratar um único animal com a perna quebrada, visto que não possuem recursos", diz Marcelo Weinstein Teixeira, da Comissão de Ética, Bioética e Bem-Estar Animal do Conselho.

Para a empresária e protetora de gatos Eunice Lima, 42, a nova regra é desumana. "O fazendeiro tem que colocar em sua planilha de custos que os bichos também adoecem e precisam de tratamento. Não existe isso de matar só porque é caro cuidar", diz.

"O conselho não atentou para o fato de que a eutanásia deve ser praticada em benefício do animal, não de seu proprietário", diz Vanice Orlandi, presidente da Uipa (União Internacional Protetora dos Animais). Segundo ela, que é advogada, o texto da nova resolução não condiz com a legislação que protege os animais, abrindo brecha para o sacrifício de "pets" por motivo financeiro.

"A resolução autoriza o sacrifício quando o tratamento tiver custos incompatíveis com a atividade que o animal desempenha ou com os recursos do dono. Cães e gatos não estão excluídos, uma vez que a resolução dispõe sobre a eutanásia de animais, sem fazer distinção entre os que são destinados ao abate e à companhia doméstica", afima.

Segundo a entidade dos veterinários, quem tem bichos de estimação não pode recorrer à eutanásia só porque o tratamento é caro. "Quem não pode pagar deve buscar os hospitais universitários, os poucos hospitais veterinários públicos ou as ONGs", diz Benedito Fortes de Arruda, presidente do Conselho Federal de Medicina Veterinária.

Editoria de Arte/Folhapress

SARNA E CONJUNTIVITE

Mas Orlandi, da Uipa, critica ainda a autorização para sacrificar animais que constituírem ameaça à saúde pública. "Sarna pode ser considerada ameaça, até conjuntivite é ameaça", afirma.

Na visão dela, o texto deveria deixar claro que a eutanásia só é aceitável quando o bicho tem doença incurável.

"A nova resolução é um consenso entre os veterinários. Ninguém está falando em matar animais saudáveis, a regra vale apenas para os doentes que representam alto custo. Tratar uma vaca não é como cuidar de um gato dentro de casa", diz Fortes.

Para Rosângela Ribeiro, veterinária e gerente de programas da WSPA (World Society for the Protection of Animals), outra falha da resolução é autorizar que pessoas sem diploma pratiquem eutanásia desde que assistidas por profissional da área.

"Esse é um procedimento delicado que pode gerar dor."

Teixeira rebate explicando o propósito da nova regra: "Em casos de epidemia, quando é necessário sacrificar um rebanho inteiro, o veterinário pode receber ajuda de pessoas treinadas desde que ele se responsabilize".

No ano que vem, o Conselho Federal de Medicina Veterinária deve publicar um guia de métodos e boas práticas feito com o Ministério da Ciência e Tecnologia para orientar os profissionais sobre as técnicas de eutanásia. Segundo Teixeira, o método mais seguro, hoje, é a injeção de um anestésico potente.

É justamente com injeção letal que é feita a eutanásia no Centro de Controle de Zoonoses de São Paulo. O órgão informa que sacrificou 912 cães e 103 gatos no primeiro semestre. "São animais removidos da rua, que já chegam ao centro sem condições de serem tratados", afirma Telma Rocha, subgerente de Vigilância e Controle de Animais Domésticos do órgão.

DECISÃO TRAUMÁTICA

Sacrificar animal doméstico é uma decisão traumática. Muita gente desiste de ter bichos depois da experiência.

Em fevereiro de 2008, o gato Calvin, de seis anos, estava com 70% de sua função renal comprometida. Fazia xixi pela casa e emagrecia a olhos vistos, quando a dona, a advogada Camila Sesana, 38, decidiu sacrificá-lo.

"Nunca vou esquecer o suspirinho que ele deu quando o anestésico entrou. Foi um dos dias mais pesados da minha vida", diz. "Mesmo sem hipótese de melhora, foi atordoante me ver na posição de definir o fim da vida dele."

Aos dez anos, a cocker spaniel Bruna ficou cega. Este ano, aos 15, foi operada de uma inflamação no útero. "Dois meses após a cirurgia ela enfraqueceu e não levantava para nada", conta a engenheira ambiental Paula Ferreira, 24.

Um dia, Bruna desmaiou no banho e foi levada ao veterinário: a inflamação no útero se espalhou. Nova operação foi desaconselhada por conta da idade da cadela.

"Conversamos na família e decidimos que o melhor era deixá-la descansar", diz Paula. Hoje, seus pais discutem se terão ou não outro bicho.

Aos 15 anos, a engenheira civil Ana Carolina Paulino, 30, ganhou um bichinho de 1,90 m, o cavalo Dakar, criado na chácara onde ela morava, no Tocantins.

Aos 17 anos, Ana levou Dakar para uma cavalgada. Caíram num buraco tampado pelo mato e Dakar feriu uma vértebra lombar. O cavalo chegou a andar até o caminhão que iria levá-lo de volta à chácara e foi examinado por um veterinário. Ao chegar, tropeçou na saída, na rampa do caminhão. A vértebra que estava fissurada se quebrou.

"Não foi possível fazer nada. Aplicamos anti-inflamatórios e analgésicos, mas a dor dele era visível", diz Ana Paula. Os pais e o veterinário decidiram sacrificar o bicho. Já ela não aceitava a ideia.

"Eles marcaram a data, mas, no dia, não deixei. Fizeram a eutanásia quando eu saí para prestar vestibular." Ana se mudou para cursar a faculdade e conta que nunca mais conseguiu voltar à chácara ou andar a cavalo.

Fonte:

http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1169416-conheca-as-regras-da-eutanasia-animal-e-as-criticas-das-entidades-de-protecao.shtml

Imagens mostram animais sendo agredidos em pet shop no Rio

ABSURDO!!!

AMIGOS, CUIDADO AONDE VOCÊS LEVAM SEUS PELUDOS PARA TOMAR BANHO!!

Cachorros recebem água no focinho e levam socos e pancadas na cabeça.
Flagrante foi feito por um cinegrafista amador e mostrado no RJTV.

Imagens gravadas há cinco meses por uma testemunha mostram que animais eram maltratados no pet shop Quatro Pata, que fica na Rua Pernambuco no Engenho de Dentro, no subúrbio do Rio. Segundo a testemunha, que ficou indignada com as agressões, os maus tratos eram constantes e que os animais gritavam de dor. Alguns saíam machucados, traumatizados com as pancadas que levava.

Imagem mostra funcionário agredindo cachorro em pet shop (Foto: Reprodução/TV Globo)Imagem mostra funcionário agredindo cachorro em pet shop (Foto: Reprodução/TV Globo)

Procurada pela equipe do RJTV, a dona do estabelecimento se mostrou surpresa com as denúncias. Ela disse que nunca recebeu reclamações de maus tratos.

“Entendo que quando você leva um animal para fazer um determinado serviço, ele tem que ser feito e ter um prazer a mais, que é um carinho, entendeu? O animal, ele tem sentimento. Já lá não era bem assim, já era água gelada, amarrava a boca e socos”, revelou a testemunha.

Na gravação, tapas, socos, xingamentos, objetos na cabeça dos animais. Água abundante no focinho a fim de afogar o animal, garrafadas. Além de disso patas e focinhas eram amarrados com objetos inadequados.

O flagrante mostra que o cachorro está dentro do tanque e recebe o primeiro soco. Em seguida, o funcionário amarra com força o focinho do animal, dá tapas, empurrões e uma sequência de socos. O cachorro se acalma. Já dominado, recebe muita água no focinho, novos tapas e empurrões.

Sequência de socos

Vídeo mostra flagrante a animal em pet shop no Rio (Foto: Reprodução/TV Globo)Imagens de cinegrafista amador mostra agressão a cachorro (Foto: Reprodução/TV Globo)

As agressões também acontecem com os cachorros pequenos e tranquilos. Mas as cenas mais chocantes são com um cachorro da raça labrador. O animal mesmo dominado recebe uma sequencia de socos na cabeça. Ele apanha praticamente durante todo o banho, que dura 15 minutos.

Pelas imagens é possível observar que o funcionário usa uma garrafa de plástico para agredir o cachorro. Em seguida ele pega outro frasco de xampu para bater no animal. As agressões não param.O cachorro não reage, está aparentemente calmo, mas continua recebendo socos.

e continua recebendo socos.

A dona do labrador, Vera mora sozinha com Thor, de 5 anos. Ela contou que o cachorro toma banho no pet shop duas vezes por mês há um ano. E disse que nunca desconfiou de nada de errado.

fonte:http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2012/10/imagens-mostram-animais-sendo-agredidos-em-pet-shop-no-rio.html

Cão não sai do lado do corpo de cadelinha morta há mais de uma semana

Na Rússia, casal é chamado de Romeu e Julieta do mundo animal

Do R7

cãoReprodução

Pets se arriscam por outros animais

Ninguém consegue afastar o cão de seu grande amor – morto na estrada há uma semana

A cadelinha foi atropelada em Filippovka, no sudoeste da Rússia, e ficou estendida no asfalto. Desolado, seu namorado não quis sair de perto dela. Morta, ela está no mesmo lugar há mais de uma semana.

O cão não deixa que ninguém se aproxime do cadáver da cadela. Rosna e dá patadas quando alguém chega perto.

O casal canino, chamado de Romeu e Julieta, chamou atenção de jornais locais. Comovida com a cena, a moradora Lyudmila Laisheva foi entrevistada pelo canal LifeNews:

– É muito triste. O cão não permite que ninguém se aproxime dela. Ele ainda tenta aquecer o corpo dela deitado ao seu lado.

Enquanto nenhum russo consegue tirar o cão do lado de sua paixão, famílias já se prontificaram a adotá-lo.

– Mas ele só sairá de perto dela quando entender que está morta e não voltará mais.

Crianças da região tentaram fazer com que o animal comesse alguma coisa – mas ele recusa tudo. Nem carne ele consegue provar. Tentaram tirar o corpo dali, mas o cão não deixa: ele ataca e late, como se estivesse chorando.

http://entretenimento.r7.com/bichos/noticias/cao-nao-sai-do-lado-do-corpo-de-cadelinha-morta-ha-mais-de-uma-semana-20121015.html?question=0