Clip de divulgação do filme Almas Caninas

“Almas Caninas” é um longa com cerca 1 hora e meia de duração, produzido pela ENGENHO DA IMAGEM PRODUTORA DE FILMES LTDA, com o Apoio da marca MAX Alimento Premium da Total Alimentos.

Previsão de lançamento: 1° semestre de 2013.
Fase atual: busca por patrocínio

SINOPSE

“Almas caninas” é um filme que aborda, por meio de imagens impactantes e de uma fotografia digna de produções internacionais, os benefícios da convivência com cães.

Os cães nos trazem muita alegria. Eles são muito companheiros e brincalhões e proporcionam alívio imediato para o stress do dia-a-dia. Olhando para eles brincando, é impossível não esboçar um sorriso!

O contato com cães pode auxiliar o homem em busca pela sua identidade. Eles representam o único elo do homem com um mundo autêntico, sem hipocrisia, sem egoísmo, sem inveja, sem rancor…

Mas o que nós oferecemos a eles? Através do relato da cadela Nikita, o espectador é transportado para uma narrativa que relata os benefícios da autêntica relação homem-cão ao passo que denuncia o que somos capazes de causar a eles.

Casos de abandono de cães estão cada vez mais presentes em nosso dia-a-dia e causam, não apenas sofrimento e dor para eles, como também grandes prejuízos para a nossa sociedade. É preciso colocarmos um ponto final nesta questão.

Ao longo do filme, através de depoimentos de profissionais da área e de donos/tutores de cães, o espectador terá contato com o mais belo de todos os sentimentos: o amor incondicional.

CURIOSIDADES SOBRE O FILME

Quando surgiu a idéia de fazer um filme sobre esta amizade tão autêntica?

Andréia Godoy: a idéia do roteiro surgiu após adotarmos dois cães irmãos abandonados com apenas 6 meses de idade, em maio de 2010, no frio e na chuva, em frente à nossa residência. Sem ter onde se abrigar, eles permaneceram juntos embaixo do telhado do portão. No dia seguinte, quando notamos sua presença, decidimos colocá-los para dentro provisoriamente, pois estava muito frio. O provisório ficou definitivo: não resistimos ao seu carinho. A história de Nick e Nikita nos inspirou a escrever o roteiro.

Ricardo Bruini: Por muito tempo, ficamos a nos perguntar: que tipo de pessoa faria uma maldade dessas? Por que abandonar dois cães ainda filhotes no frio e na chuva? Por que as pessoas abandonam seus cães? Foi com o intuito de buscar a resposta para esta pergunta que encontramos a motivação para fazer o filme. Andréia Godoy: quando pensamos no roteiro, queríamos que as pessoas tivessem consciência dos problemas ocasionados por esta prática que tem sido muito adotada ultimamente. É preciso que todos saibam que esse hábito além de ser cruel, traz grandes prejuízos à nossa sociedade.
E quem presencia o abandono deve denunciar para inibir esta prática: abandonar animais é crime!

Ricardo Bruini: sempre fomos apaixonados por animais, especialmente cães. A idéia seria mostrar todos os benefícios que eles nos proporcionam, em contrapartida ao que nós, seres racionais, causamos a eles. Queremos que as pessoas tenham consciência do que é a guarda responsável: quando você pega um cão para criar, ele é responsabilidade sua, e não de outra pessoa.

Podemos dizer que o filme é baseado em fatos reais?

Andréia Godoy: em parte, sim. A cadela do filme chama-se Nikita e é a irmã do Nick que adotamos em maio de 2010. Mas, a estória do filme é um pouco diferente da história real dela. Ela passou apenas um dia na rua, antes de ser adotada. No filme, ela tenta sobreviver nas ruas de uma cidade movimentada.
A Nikita de “Almas Caninas” é a voz de todos os cães que são abandonados. Se eles pudessem falar, o que eles diriam?

Ficção ou documentário?

Ricardo Bruini: “Almas Caninas” tem um roteiro um pouco diferente.
No filme, o espectador é convidado a vivenciar a história da cadela Nikita que foi abandonada e luta para sobreviver nas ruas. A posição da câmera, as cores que os cães enxergam, enfim, procuramos trabalhar nas imagens o ponto de vista da cadela, fazendo com que o espectador se coloque no lugar da personagem.

O filme é um híbrido de documentário com ficção. Ao longo de Almas Caninas, os depoimentos de veterinários, treinadores, psicólogos caninos, ONGs, tutores de cães e especialistas revelam os benefícios que esses gentis animais proporcionam ao ser humano, sem deixar de abordar casos de maus tratos e abandono.

Sobre Nick e Nikita

Nick e Nikita são dois irmãos mestiços de Fox Paulistinha muito simpáticos. Eles fazem tudo juntos: dormem na mesma casinha, comem juntos, brincam entre si… São muito carinhosos, porém, bastante territoriais.

A Nikita é de cor bege com manchas brancas no peito. Nick é branco, com algumas manchas de cor bege pelo corpo. Eles são muito ativos e necessitam de exercícios o tempo todo. São muito corajosos e dotados de inteligência.

Veja o Trailer:
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=sncmysFtx-A&noredirect=1

Um filme emocionante sobre a autêntica amizade entre homem e cão…
Um filme brasileiro dedicado a todos os cães que lutam pela sobrevivência nas ruas, abandonados por quem consideram como seu melhor amigo.

Previsão de lançamento em cinemas: 1 ° semestre de 2013

APOIO: MAX – TOTAL ALIMENTOS
Site oficial: www.almascaninasofilme.com.br
Facebook: www.facebook.com/almascaninasofilme

Direção: Ricardo Bruini
Trilha Sonora: Quarteto Impressons
Locução: Carla Benetti

Direitos Autorais pertencentes à ENGENHO DA IMAGEM PRODUTORA DE FILMES

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Lei dos genéricos para uso veterinário é sanciona

remedio1 279x380 Lei dos genéricos para uso veterinário é sancionada

Falta mesmo, afinal os remédios são caros, e para muitos nem existe com facilidade nas farmácias. O país é imenso e há dificuldades até para achar um remédio.

A presidente da República, Dilma Rousseff, sancionou uma nova lei (12.689/2012) que autoriza e define regras para a produção e comercialização de medicamentos genéricos para uso veterinário no Brasil. Idealizada pelo senador Benedito de Lira (PP-AL), quando ainda era deputado federal, a lei tramitou durante nove anos no Congresso Nacional até ser aprovada.
A lei 12.689, de 19 de julho, vale para substâncias químicas, biológicas ou geneticamente modificadas encontradas em remédios, vacinas, antissépticos, aditivos, produtos para embelezamento e itens de aplicação ambiental, como pesticidas e desinfetantes.

De acordo com o senador Benedito de Lira, produtores rurais de todo país serão beneficiados com a iniciativa que terá impacto na saúde dos rebanhos. “Com a aprovação do projeto, iremos mudar substancialmente os preços dos medicamentos agropecuários no país, beneficiando toda a sociedade brasileira, abrindo espaço para uma concorrência saudável para o agricultor e o agronegócio”, ressaltou Benedito de Lira.
A nova legislação também define as diferenças entre medicamentos de referência, genéricos e similares, assim como ocorre com os remédios para uso humano.
Os medicamentos genéricos tem o mesmo princípio ativo, mas custam menos que os chamados “de referência”, pois não têm marca. Os similares também são mais baratos, mas informam um nome fantasia e o composto ativo, após o vencimento da patente do laboratório que a detém.

Ambos os remédios, porém, devem ter os mesmos princípios ativos, indicação terapêutica, concentração, forma, via de administração (oral, injetável ou para passar na pele) e dosagem que os de marca. Mas podem se distinguir em características como tamanho, formato, embalagem, rotulagem, prazo de validade e substâncias usadas na fórmula para “ligar” ou dissolver outras.
Segundo o parlamentar, essa mudança deverá ter o mesmo impacto da Lei dos Genéricos (9.787/99) para consumo humano na ampliação da concorrência, redução de preços e abertura de um novo segmento econômico. “Esta iniciativa contribuirá para proporcionar melhor competitividade em setor cartelizado e dominado por poucas empresas a fim de beneficiar milhões de produtores rurais na bovinocultura, avicultura, suinocultura e ovinocaprinocultura, entre outros. Também devemos gerar empregos com o início da produção de genéricos veterinários”, explicou o senador.
A Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos (Pró Genéricos) estima que os medicamentos genéricos para humanos são, no mínimo, 35% mais baratos que os medicamentos de referência. Na prática, na venda ao consumidor são em média 50% mais baratos.

Com o objetivo de incentivar o uso dos genéricos de uso veterinário, a nova lei autoriza o Governo Federal a adotar medidas especiais relacionadas ao registro, à fabricação, ao regime econômico-fiscal e à distribuição.

Para registro do medicamento, o fabricante deverá comprovar ao Ministério da Agricultura os requisitos de taxa de excreção, resíduos e período de carência para garantir que animais abatidos não tenham resquícios dos remédios utilizados. A regulamentação deverá definir ainda as regras para a orientação e fornecimento de medicamentos (dispensação).

Modificação – A Presidência da República vetou o dispositivo do projeto original que determinava que a União deveria dar preferência aos genéricos nas compras governamentais. De acordo com a justificativa da Presidência, essa obrigatoriedade poderia “prejudicar a competitividade” do mercado.
A Lei também definiu que a competência para a adoção de medidas relacionadas a regime econômico-fiscal é do Ministério da Fazenda. Já o Ministério da Saúde será o órgão responsável por disciplinar e fiscalizar os produtos de uso veterinário, conforme a legislação sanitária federal.

Tribuna Hoje

Imagem: Ilustração/Divulgação/Reprodução
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Ter bicho é bom

É comprovado: os animais de estimação ajudam a revitalizar o dia a dia com sua dose espontânea de antiestresse e fazem bem à saúde – sem falar na doçura de sua companhia. Prepare a casa para a chegada deles

Texto Carol Scolforo

Uma casa iluminada, com uma decoração afetiva, quintal gostoso e plantas prazerosamente cultivadas já tem muitos ingredientes para ser um lar feliz. No entanto, basta somar um elemento e essa receita ganha ainda mais energia e vitalidade. Está comprovado cientificamente: ter um bicho em casa contribui – e muito – para uma rotina antiestresse, cheia de qualidade de vida.

Não é à toa que o Brasil tem hoje 32 milhões de cães e 16 milhões de gatos, de acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Alimentos para Animais de Estimação, a Anfal Pet – isso, sem contar outros bichos. São números que não param de se multiplicar, assim como as histórias que você já deve ter ouvido sobre essa relação de amor incondicional: animais amam seus donos sem julgar seus defeitos – e é por isso que muita gente anda se rendendo a tantos miados e latidos.

Esse é apenas um dos pretextos básicos para ser seduzido por um deles.No mínimo, ter um pet eleva a autoestima humana e transmite segurança a quem está por perto.A explicação é biológica: envolver-se coma natureza traz essa sensação de estabilidade.“Esse contato nos revitaliza física e emocionalmente”, frisa a psicóloga paulista Denise Gimenez Ramos, coautora do livro Os animais e a psique.

Fato é que, se você mora em uma casa, então, tem ainda mais motivos para adotar um bichinho.“Com certeza, um animal estará mais feliz em contato coma natureza, em um quintal, por exemplo, fora de um lugar fechado como o apartamento”, aponta Denise Gimenez. Afinal,a natureza também traz conforto biológico a eles, é seu hábitat primitivo.E assim, a relação entre humanos e animais não causa distúrbios aos dois.“É comum pessoas humanizarem bichos, o que faz mal a ambos”, afirma a especialista. Por isso, é preciso limitar um espaço para o animal descansar, que não seja fora de casa, mas que também não seja no quarto dos donos, por exemplo.

Territórios estabelecidos, é a vez de preparar a casa para recebê-los, observando detalhes importantes. Plantas tóxicas, como espirradeira ou comigo-ninguém-pode, devem ser evitadas no jardim. Já dentro de casa, manter a lixeira e materiais de limpeza longe dos animais é outro conselho da veterinária mestre e doutora em psicologia animal Hannelore Fuchs, de São Paulo, também especialista em comportamento humano.“Animais pequenos gostam de cordas, então, é importante mantê-los distantes da fiação elétrica”, orienta. Na decoração, ela ainda indica retirar objetos quebráveis e controles remotos, para ninguém se decepcionar depois.

Além disso, é preciso educá-los para não roer móveis nem destruir a casa na ausência dos donos. Investir tempo e afeto na relação também ajuda a evitar distúrbios de comportamento.“ Animais precisam de companhia, assim como todos os seres vivos, para serem felizes”, lembra a veterinária paulista Irvênia Prada, professora de neuranatomia da Faculdade de Medicina Veterinária da USP e autora do livro A alma dos animais.

Cinco motivos para adotar um animal

Foto: Shutterstock

1. Não apenas cães e gatos provocam sensações positivas. Observar um peixe em um aquário pode ter efeitos semelhantes aos da hipnose, reduzindo a ansiedade em pacientes à espera de uma cirurgia, por exemplo. E melhor: aquários são obras vivas de decoração.

2. Tanto para adultos quanto para crianças, interagir com animais diminui a pressão arterial. “Essa relação acalma e também mobiliza a sair da inércia”, diz a psicóloga Denise Gimenez Ramos. Um estudo publicado no British Journal da Royal Society of Medicine sustenta que quem tem um bicho em casa reclama menos de pequenos problemas de saúde, por isso, é mais feliz.

3. Animais em geral também são bons aliados de adultos e crianças mais inibidos. “Para idosos, podem até ajudá-los a sair da depressão”, afirma Denise Gimenez Ramos. Com o peso desse argumento, recentemente, nos Estados Unidos, cães passaram a ser adotados em visitas hospitalares, com resultados visíveis na recuperação de pacientes.

4. Para a ciência, animais se integram tão facilmente em nossa vida porque possuem estruturas anatômicas idênticas às nossas. “Eles têm sensações, são inteligentes, têm memória e uma profunda sensibilidade de convívio com outras espécies e como ser humano”, analisa a médica veterinária Irvênia Prada.

5. Uma tese um pouco mais audaciosa sustenta até uma certa telepatia entre homens e animais. “O biólogo inglês Rupert Sheldrake, autor de Cães sabem quando seus donos estão chegando, diz que os cachorros se comunicam telepaticamente com os cuidadores humanos”, cita Irvênia Prada. Basta olhar fundo nos olhos deles para sentir essa interação mágica.

http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI101107-16940,00-TER+BICHO+E+BOM.html

Animais de estimação também precisam de um programa de de condicionamento físico

O estilo de vida do animal de estimação geralmente é o mesmo do dono. Assim, do mesmo jeito que os médicos recomendam exercícios físicos aos humanos para uma vida mais saudável e feliz, os veterinários também indicam o mesmo para os pets. E a recomendação não é apenas para os animais de competição. Com os estímulos físicos e mentais adequados, eles ganham mais qualidade de vida e, de quebra, previnem doenças. Segundo a especialista em condicionamento animal Ana Cláudia Veríssimo, cães e gatos devem ser inseridos desde cedo em um programa de de condicionamento físico.

Praticar atividades físicas diariamente faz dos bichinhos animais mais felizes, exatamente como acontece com os humanos. Passear por cerca de uma hora, entre caminhadas leves e corridas, faz com que a agitação diminua. “A tranquilidade do pet aumenta, deixando-o mais feliz. E isso ajuda a controlar problemas recorrentes como latido e agitação, por exemplo”, diz a especialista. É importante que pequenos passeios sejam feitos regularmente, para que seja gasta toda energia acumulada. “Quando o animal pratica atividades regularmente, ele já não tem mais condições de ser tão ´elétrico´, controlando também a personalidade do pet”, diz.

É fundamental que o animal, antes de qualquer exercício físico, esteja bem alimentado e bem hidratado, fazendo com que todas as atividades rendam mais. “Ter esse tipo de cuidado faz com que o processo seja mais prazeroso para o animal, deixando tudo mais divertido e fácil”, explica Ana. O fator recompensa também deve ser aplicado. “Cada vez que você jogar uma bolinha para o cão e ele for buscar, na volta dê algo que ele gosta, como uma comidinha ou carinho”, completa.

Além de atividades físcias, outras formas de gastar energia também bastante indicadas para os animais são os brinquedos. Mais do que diversão, eles também podem ser usados para melhorar os sentidos do animal, como visão, tato e olfato.“Os mais indicados inicialmente são que têm comida dentro. É uma forma de estimular o pet para que ele explore o objeto”, explica. A execução desse tipo de condicionamento faz com que os bichinhos estejam sempre em movimento, se exercitando mesmo quando o dono não está por perto.

Ao enfrentar problemas com a yorkshire de um ano e dois meses Lana, o engenheiro Salomão Barros, 47 anos, resolveu buscar ajuda de um especialista. “Ela sempre foi muito agitada, mas não praticava exercícios de forma correta. Por isso chamamos um profissional”, diz. Hoje, três meses após iniciar os trabalhos, todos na casa já notam uma diferença. Sentimos uma melhora incrível. Hoje, ela se dá bem com as pessoas, vive uma vida mais saudável e nunca adoeceu”.

http://www.em.com.br/app/noticia/nacional/2012/07/19/interna_nacional,306913/animais-de-estimacao-tambem-precisam-de-um-programa-de-de-condicionamento-fisico.shtml

O aumento do abandono durante as férias

Infelizmente esta é uma situação que se repete também durante as férias de julho. Os amigos que realizam o mesmo trabalho vão concordar… Períodos de férias são épocas em que as ONGs destinadas ao amparo de animais enfrentam as piores dificuldades. Os pedidos de ajuda, principalmente os do tipo "Tenho um animal, o amo muito, mas não posso continuar cuidando dele" (!) ou "Abandonaram um animal próximo a minha casa", aumentam consideravelmente, resultado da irresponsabilidade de quem se vê diante de uma irrecusável viagem de férias e, não tendo onde deixar seu pet, rapidamente pensa em doá-lo (como se existisse um lugar mágico que pudesse acolhê-lo, cuidar bem dele e deixar livre a consciência dos donos), ou simples e covardemente o descartar nas ruas. Aliado a isso, as colaborações diminuem, também reflexo do período de muitos gastos.

Continuemos lutando e intensificando os projetos de conscientização para que, um dia, isso tenha fim!

O drama se aproxima…

As estatísticas comprovam o que os protetores já conhecem – o aumento do abandono durante as férias

Por VANESSA GONZALEZ

Nem o espírito natalino é capaz de camuflar a pior época para a proteção animal. Passam os anos, mudam os focinhos, mas o drama é sempre o mesmo. São milhares de cães e gatos que “ganham de presente” o abandono e a negligência de seus tutores durante as festas e as férias de início de ano.

Os números são assustadores. Um levantamento feito pela ARCA Brasil- Associação Humanitária de Proteção e Bem Estar Animal apontou um crescimento de 70% nos emails e telefonemas relacionados ao abandono de animais entre os meses de dezembro de 2010 e janeiro de 2011, em comparação a outros meses deste ano.

O Centro de Controle de Zoonoses de São Paulo (CCZ-SP) também sente as consequências dessa época do ano. “Em novembro e dezembro sempre cresce o número de abandonos e devoluções dos animais adotados”, afirma a responsável pela área de adoção do CCZ, Simone Grigalevicius.

O Centro de Controle de Zoonoses de São Paulo (CCZ) também sente as consequências da época. “Em novembro e dezembro sempre cresce o número de abandonos e devoluções dos animais adotados”, afirma a responsável pela área de adoção do CCZ, Simone Grigalevicius.

Nada justifica o abandonocrime previsto em lei, afinal, o tutor responsável deve planejar e incluir o animal em todos os momentos de sua vida. Se você não pode arcar com essa responsabilidade, não está apto a ter um animal.

Opções para todos os bolsos

Alegar falta de informação, de dinheiro ou de tempo não é mais desculpa. Hoje em dia quem procura encontra muitas opções para hospedar o animal com segurança. São hotéis, serviços personalizados e até vizinhos e amigos que se dispõem a cuidar dos peludos.

Há quatro anos a família Frediani viaja tranqüila e o melhor, garante ótimas férias para o sapeca dálmata. “O hotel que o Cuca fica tem ótima estrutura, conta com assistência veterinária e cobra um preço justo”, conta a professora universitária, Yone Frediani.

Antes de escolher, vale a pena conhecer o lugar, levar o animal e até propor um teste. Nessa hora deixe a preguiça de lado, pesquise e seja criterioso.

Em Cotia, município a 34 km de São Paulo, fica o Dog World, uma escola de agility, obediência e hotel. Considerada uma colônia de férias, oferece um ótimo espaço, assistência veterinária, socialização aos mais anti-sociais e monitores capacitados. As diárias variam de acordo com a fidelidade e a quantidade de dias.

Atualmente a Dog World oferece lar transitório para cerca de 50 animais. A estadia é paga, mas o valor é bastante acessível. “Cuidamos e socializamos os animais, dessa maneira eles têm mais chances de serem adotados.”, explica o veterinário e proprietário, Dan Wroblewsky.

1111_abandono_interna.jpgAgora, imagine poder hospedar seu amigão em uma casa onde todos são apaixonados por animais? Esse é o perfil da Gaia Dog House, criada há 3 anos pela administradora Helena Nicoli Pinheiro e por sua filha, Amanda Nicoli Pinheiro. Apesar de mais informal, sem veterinário responsável, o espaço oferece um serviço personalizado e cheio de mimos.

“As pessoas que nos procuram tratam os animais como membros da família, buscam um ambiente agradável, passeios diários, liberdade e contato com outros cachorros e pessoas.”, explica Helena Pinheiro.

Helena relembra que no último Natal a família abrigou oito caminhas dentro de casa. “Esses nossos amigos precisam da mesma coisa que nós, a certeza de uma companhia e muito amor.”, finaliza.

Avalie o que for melhor para o seu cão e garanta a tranqüilidade da família inteira. Não deixe para última hora, todos os entrevistados avisaram que as reservas já começaram

Atenção: não deixe de identificar o seu animal com placa na coleira ou um microchip. Essa atitude será essencial para encontrá-lo em caso de perda ou fuga.

Fonte: Arca Brasil

Crianças que têm animais se sentem mais inteligentes e felizes, diz estudo

16/07/2012 13h01 – Atualizado em 16/07/2012 13h14

Levantamento foi feito por pet shop com mil entrevistados no Reino Unido.

Quase 80% dos menores acreditam que bichos os ajudam na lição de casa.

Do G1, em São Paulo

Um levantamento feito por um pet shop com mil crianças donas animais de estimação no Reino Unido mostra que elas se sentem mais inteligentes que a média.

  • Entre os menores avaliados, de 5 a 16 anos de idade, 79% acreditam que os bichos têm um impacto positivo sobre a conclusão da lição de casa e de trabalhos escolares em geral.

As crianças que possuem chincilas (55%) se consideram ainda mais espertas. E até 92% dos pequenos responsáveis por ratos e camundongos acreditam que os animais podem ajudá-los nas tarefas do colégio, contra 86% dos donos de cães e 80% dos que têm gatos.

Animais (Foto: Daily Mail/Reprodução)

Crianças que têm animais se sentem mais inteligentes, calmas e felizes (Foto: Daily Mail/Reprodução)

Quase metade das crianças entrevistadas acredita que possuir um bicho de estimação e cuidar dele as torna mais felizes; um terço fica mais calmo e um quinto, mais inteligente.

O leste da Inglaterra (57%) e a Escócia (54%) são as regiões onde a maior parte das crianças se diz feliz por ter um animalzinho em casa.

Além disso, mais de um terço (36%) diz que passou a ter mais cuidado com as coisas, 34% ganharam um maior senso de responsabilidade – a maioria dona de répteis (68%), seguidos por coelhos (61%) –, enquanto um quinto melhorou a habilidade de falar com as pessoas.

Os animais também tornaram as crianças mais ativas: mais de 30% disseram que começaram a se mexer por causa dos mascotes.

Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/07/criancas-que-tem-bicho-de-estimacao-sao-mais-inteligentes-aponta-estudo.html

Crianças que têm animais se sentem mais inteligentes e felizes, diz estudo

16/07/2012 13h01 – Atualizado em 16/07/2012 13h14

Levantamento foi feito por pet shop com mil entrevistados no Reino Unido.

Quase 80% dos menores acreditam que bichos os ajudam na lição de casa.

Do G1, em São Paulo

Um levantamento feito por um pet shop com mil crianças donas animais de estimação no Reino Unido mostra que elas se sentem mais inteligentes que a média.

  • Entre os menores avaliados, de 5 a 16 anos de idade, 79% acreditam que os bichos têm um impacto positivo sobre a conclusão da lição de casa e de trabalhos escolares em geral.

As crianças que possuem chincilas (55%) se consideram ainda mais espertas. E até 92% dos pequenos responsáveis por ratos e camundongos acreditam que os animais podem ajudá-los nas tarefas do colégio, contra 86% dos donos de cães e 80% dos que têm gatos.

Animais (Foto: Daily Mail/Reprodução)

Crianças que têm animais se sentem mais inteligentes, calmas e felizes (Foto: Daily Mail/Reprodução)

Quase metade das crianças entrevistadas acredita que possuir um bicho de estimação e cuidar dele as torna mais felizes; um terço fica mais calmo e um quinto, mais inteligente.

O leste da Inglaterra (57%) e a Escócia (54%) são as regiões onde a maior parte das crianças se diz feliz por ter um animalzinho em casa.

Além disso, mais de um terço (36%) diz que passou a ter mais cuidado com as coisas, 34% ganharam um maior senso de responsabilidade – a maioria dona de répteis (68%), seguidos por coelhos (61%) –, enquanto um quinto melhorou a habilidade de falar com as pessoas.

Os animais também tornaram as crianças mais ativas: mais de 30% disseram que começaram a se mexer por causa dos mascotes.

Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/07/criancas-que-tem-bicho-de-estimacao-sao-mais-inteligentes-aponta-estudo.html