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Porto alegre incentiva nas escolasss as crianças amar e respeitar os animaiss,temos q inserir esse assunto em todas as escolasss brasileirassssss

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Conheça os três cachorros que sobreviveram ao naufrágio do Titanic

Exposição americana conta história dos pets a bordo do famoso navio

Do R7

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Divulgação/Universidade de WidenerDivulgação/Universidade de Widener

Embarque no Titanic!

Somente os cães pequenos conseguiram sobreviver ao naufrágio do Titanic; na foto acima, feita na época da viagem fatídica alguns dos pets de passageiros

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Na semana passada, completou-se cem anos desde que o Titanic zarpou da Inglaterra rumo aos Estados Unidos, para o que se tornou a mais famosa tragédia em alto mar da história.

Após se chocar contra um iceberg, o famoso navio afundou, matando mais de 1.500 pessoas e também alguns animais.

Nas celebrações desse triste centenário, uma exposição inédita revela a história de 12 cães que embarcaram no Titanic em 1912, segundo informações do site norte-americano Huffington Post. Todos os animais pertenciam a passageiros da primeira classe.

O historiador responsável pela exposição, Joseph Edgette, quer, por meio da exposição, explorar os laços de cumplicidade que existiam entre mascotes que viajaram na embarcação e seus donos.

— Eu não acho que qualquer exposição sobre o Titanic tenha examinado esse relacionamento e reconhecido a importância dos animais de estimação que também perderam suas vidas no cruzeiro.

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Pelo menos nove cães morreram quando o Titanic afundou, mas a exposição destaca três que sobreviveram ao desastre. Eram dois spitz alemão e um pequinês.

— Os cachorros sobreviventes eram tão pequenos que ninguém poderia ter percebido sua presença nos botes salva-vidas.

Margaret Hays Bechstein, uma nova-iorquina de 24 anos, se agarrou a sua spitz, chamada Lady, ao se dirigir para o o bote 7, salvando não só sua vida, mas também da mascotinha.

Não se sabe o nome do outro cão da raça spitz que sobreviveu ao naufrágio. Ele era o pet dos magnatas americanos Martin Rothschild e Elizabeth Jane Anne Rothschild. O marido acabou morrendo na tragédia, mas Elizabeth conseguiu embarcar no bote 6 com seu cachorrinho escondido.

A tripulação do Carpathia, navio que resgatou os sobreviventes do Titanic, inicialmente se recusou a levá-la a bordo com o animal, mas acabou mudando de ideia.

Para completar, Sun Yat-Sen era o pequinês dos herdeiros da editora Harper & Row. Marido, esposa e um artista que acompanhava o casal conseguiram entrar no bote 3. Segundo Henry Harper, nenhuma das pessoas a bordo fez qualquer objeção à presença do cão.

Vários cachorros que morreram a bordo nunca foram identificados, por isso é difícil calcular ao certo quantos animais estavam no navio. Uma das passageiras, Ann Elizabeth Isham, 50, ficou famosa depois de ter se recusado a deixar o Titanic sem seu cachorro, que seria grande demais para ser colocado no bote salva-vidas.

O corpo de Isham junto de seu cão foi encontrado flutuando no mar dias depois.

Alguns passageiros que deixaram seus animais para trás receberam algum consolo. Eles recebiam uma quantia em dinheiro, uma espécie de seguro de vida.

A exposição dos pets do Titanic acontece na Universidade de Widener, na Pensilvânia, nos Estados Unidos, até dia 12 de maio.

http://entretenimento.r7.com/bichos/noticias/conheca-os-3-caes-sobreviventes-do-naufragio-do-titanic-20120418.html?question=0

Homem que deu cachaça a bebê em Joinville já era conhecido por embebedar cães, gatos e pássaros

Institutos de combate ao crime alertam: psicopatas começam seus crimes com ataques a animais. A violência é a mesma, o que muda é a vítima!

Fatos

Esta semana dois fatos chamaram minha atenção: um evento em benefício de cães de rua que acontecerá amanhã em Canasvieiras e a notícia do tio que fez o sobrinho, de pouco mais de um ano de idade, beber cachaça, levando a criança a convulsionar. Mas o que fatos tão distintos têm em comum? À primeira vista, nada. Mas o depoimento da mãe do bebê dá uma pista. Na TV, ela acusava o irmão de já ser conhecido por forçar cães, gatos e pássaros a beber cachaça e estava revoltada que a próxima vítima fosse seu filho.

Tempo

É triste ver como a maioria das pessoas ainda não faz a conexão da violência praticada contra animais com a praticada contra pessoas. Para que a vítima passe do bicho para o ser humano bastam dois fatores, tempo e oportunidade. Se este criminoso, que agora quase matou uma criança, houvesse sido denunciado por maus-tratos a animais, um crime federal, e se no Brasil as leis fossem realmente cumpridas, provavelmente esta situação absurda não tivesse acontecido. Mas enquanto ele maltratava “apenas animais”, nada foi feito. Pensem em quantos delitos contra seres humanos seriam evitados caso os crimes contra animais fossem devidamente punidos…

Hipocrisia

O caso me fez lembrar de algo que aconteceu comigo durante a manifestação Crueldade Nunca Mais, realizada em janeiro último para chamar atenção sobre os bárbaros crimes praticados contra animais em todo o país. Ao entregar material educativo para um senhor, tive que ouvir que ele achava uma enorme hipocrisia defendermos os direitos dos animais. Bem, parece-me muito mais hipócrita esperar que alguma violência seja praticada contra um ser humano para só então punir o criminoso! Pobre de quem espera a desgraça bater à porta para só então considerá-la. Diminuição de crimes também passa por trabalho de prevenção e a punição de delitos “menores” faz parte dessa lógica.

O outro lado

Mas e o evento beneficente nisso tudo? Bem, sempre enche meu coração de alegria ver que pessoas comuns, não participantes de nenhum movimento de proteção animal, estão fazendo algo para melhorar a questão dos animais de rua. Elas estão na outra ponta do raciocínio, são pessoas que estão fazendo o bem para o próximo, seja ele quem for, inclusive “apenas” um cachorro. São cidadãos que, muitas vezes, estão fazendo o papel que caberia ao Estado, que estão colaborando para um município com menos animais de rua, o que implica em uma cidade mais limpa, justa, ética e saudável. Não esperam o pior acontecer, simplesmente agem e mudam para melhor o presente e o futuro de pessoas e animais.

Divulgação: ND Online

http://ndonline.com.br/florianopolis/colunas/mae-de-cachorro/25849-homem-que-deu-cachaca-a-bebe-em-joinville-ja-era-conhecido-por-embebedar-caes-gatos-e-passaros.html

Elevador para cães tem o intuito de conscientizar sobre obesidade em animais

Protótipo foi lançado por empresa britânica de seguro-saúde para pets

Da Redação

Reprodução

A corretora de seguros britânica MORE TH>N, preocupada com a obesidade canina, que, segundo a companhia, deverá atingir 52% dos bichinhos até 2022, criou um protótipo de elevador para cães obesos. O equipamento facilitaria a vida dos animais que não conseguem mais subir escadas devido ao seu peso.

O Stair of the Dog 2022 (“escada para o cachorro de 2022”, em tradução livre) foi desenvolvido durante seis meses e conta com adaptações para atender aos bichinhos domésticos. O elevador tem uma cesta para levar o cachorro até o andar de cima, e o sistema é acionado por um botão com o símbolo de uma pata, que o animal consegue pressionar.

Ainda que o dispositivo tenha sido concebido como um alerta, já há marcas interessadas em produzi-lo em escala para a comercialização. John Ellenger, responsável pelo seguro-saúde para animais oferecido pela MORE TH>N, afirmou ao portal Newslite que o problema é que muitas vezes os donos confundem amor com o ato de alimentar os bichinhos em demasia. “Nós vemos pessoas expressando amor de uma maneira não saudável, alimentando seus cachorros com comidas inadequadas e muito gordurosas. Um elevador para cachorros é uma visão do futuro que nós não queremos ver se tornar realidade”, disse.

Fonte: http://revistapegn.globo.com/

Tratamentos alternativos para animais

Conheça alguns cuidados e tratamentos essenciais para o bem-estar do animal

Publicado em 10/10/2011

Janaína Campoi / Edição: MdeMulher

gato dormindo

Conheça os recursos que tranquilizam e fortalecem os bichos
Foto: Getty Images

Florais, cromoterapia e aromaterapia já são recursos muito usados para tranquilizar e fortalecer a energia vital de cães, gatos e pássaros:

Florais

As gotinhas de essências feitas com flores são misturadas à água que o bicho bebe. De acordo com a terapeuta Valéria Wagner, de São Paulo, os florais podem ser passados na cabeça do animal ou aplicados com spray em torno dele. Os resultados, segundo ela, são excelentes: "Ameniza problemas de comportamento, como ansiedade, e ainda fortalece os ossos". Segundo ela, todos os sistemas de florais (Bach, Austrália, Califórnia, entre outros) têm bons efeitos nos bichos.

Cromoterapia

Segundo a cromoterapeuta Sílvia Fávero, de São Paulo, o tratamento com luzes coloridas pode ser aplicado no animal pelo próprio dono. Para acalmá-los, recomenda direcionar um feixe de luz azul (uma lâmpada, por exemplo) sobre o bicho por cinco minutos. Para aumentar o apetite, luz amarela. Se for difícil manter o animal parado, deixe-o num ambiente com a luz colorida por meia hora.

Aromaterapia

Supersensíveis aos aromas, os animais reagem a eles muito mais rapidamente que os humanos. Segundo a especialista Sandra Spiri, de São Palo, os óleos essenciais podem ser acrescentados a xampus e cremes, atuando sobre o físico e o emocional do bicho. Para um tônico calmante, Sandra recomenda misturar 30 ml de álcool de cereais e 30 ml de água com uma gota dos seguintes óleos essenciais: lavanda, manjerona e petit grain. Para combater pulgas, borrife sobre o bicho a mistura de 50 ml de hidrolato de lavanda com cinco gotas de óleo essencial de lavanda.

Fonte: http://mdemulher.abril.com.br
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Milhor e seu poodle

Millôr deixa livro sobre quem mais amou na vida

03/04/2012 – 17:10

Millôr Fernandes deixa livro inédito sobre o poodle Igor, a quem mais amou na vida

Logo deve ser descoberto que Millôr Fernandes deixou muitas coisas inéditas, incluindo aí um pequeno livro sobre aquele que o jornalista, teatrólogo, cartunista, dramaturgo, roteirista, tradutor e escritor dizia ser quem mais amou na vida: o Igor, que morreu há mais ou menos cinco anos. Foi essa a primeira vez que a família o viu chorar. E olha que ele dizia não gostar de animais!
O poodle Igor era tão pequeno quanto ousado: cada cachorrão que aparecia na sua frente, sempre em Ipanema, ele avançava, o que levava os amigos íntimos a comentar que nisso lembrava o dono. Quanto a Millôr, dizia que o cãozinho era um “policial disfarçado”. O livro deve ser publicado.

Fonte http://lulacerda.ig.com.br/millor-deixa-livro-sobre-quem-mais-amou-na-vida/