Controle População de animais de rua

Existem estudos em muitos países para tentar controlar população de animais de rua. Já se chegou à conclusão de que exterminar os animais não é eficiente para este fim. Os CCZs já exterminaram milhares de animais e ainda existem milhares de animais nas ruas. Conta a lenda que na Cidade do Rio de Janeiro foi feito um holocausto animal. Os animais eram jogados vivos no Forno de Cremação. A SUIPA adotava todos os animais para que não fossem exterminados de forma cruel.

A OMS (Organização Mundial de Saúde) também não indica a eutanásia para controle de animais de rua. Visto que não funcionou mesmo exterminando-se milhares de animais, as ruas foram repovoadas em pouco tempo. Ou seja, não é indicado para controle de zoonoses.

A população de uma colônia só aumenta por três fatores: natalidade, abandono e migração.
As melhores soluções para redução da população de rua são: Educação da pessoas e esterilização dos animais.
No Brasil, o extermínio de animais por CCZs é considerado crime ambiental (Lei 9.605/98) porque não existe comprovação técnica que o extermínio de animais é útil para o controle de zoonoses. Também comete crime ambiental pessoa física ou jurídica que “Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos. A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.”

É considerado “maus-tratos” não alimentar. Se outra pessoa quer alimentar e alguém a impede incorre no mesmo crime.

Fontes:
RESUMO EXECUTIVO DO PROJETO REDE DE DEFESA E PROTEÇÃO ANIMAL DA CIDADE DE CURITIBA

Vida é vida. Seja humana ou não humana.
Covardia é covardia seja contra humanos ou não humanos.

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