Garanta o bem-estar de cães e gatos nas festas de fim de ano

Se as festas de Natal e ano-novo são motivos de alegria para muitos, para cães e gatos essa época pode ser traumática. Fogos de artifício, grande número de visitas em casa e alimentos natalinos ameaçam o sossego e a saúde dos bichos de estimação. Mas algumas dicas de como cuidar de seu animalzinho ajudam a prevenir problemas. "Os donos precisam ser proativos e se programar com seus animais muito antes da noite de Natal", afirma Dan Wroblewski, médico veterinário formado pela Unifenas e campeão brasileiro de Agility.

Com a rotina completamente modificada durante as festas, os animais podem ficar agressivos. Um caminho para acalmá-los é a utilização de medicamentos específicos para eles. "Há ansiolíticos, fitoterápicos e diversos remédios que veterinários podem recomendar, dependendo do animal", explica Dan.

Mas saiba que não adianta ir ao veterinário na véspera de Natal à procura de um milagre. "Há medicamentos que não funcionam de um dia para o outro, pois requerem um tratamento antecipado. O veterinário precisa de tempo para detectar o medo do animal", esclarece Dan.

Casa cheia
Para que o animal se acostume com a presença de estranhos, é preciso de tempo e paciência. Se eles não estiveram habituados com a presença de outras pessoas, não será de repente que tudo ficará bem. "As pessoas deveriam socializar os animais desde filhotes", afirma Dan.

"Se o animal não estiver acostumado com outras pessoas que podem visitar a casa, o melhor é que ele seja colocado em algum local mais tranquilo, aonde vai se sentir bem", diz o veterinário. Outra recomendação é que o animal não seja preso por coleira, pois ele pode se assustar com os barulhos e acabar se machucando.

Fogos de artifícios
O principal barulho que costuma tirar a calma de cães e gatos são os de fogos de artifício. "É possível comprar CDs com sons de fogos de artifício para acostumar os animais desde cedo com esse barulho", sugere Dan.

O ideal seria colocar para tocar baixinho e aumentar gradativamente esses CDs durante momentos prazerosos dos animais, como a hora da comida. Assim, eles não irão associar os fogos com algo negativo. No dia de Natal, também é recomendado colocar os sons para tocar desde cedo para acostumar os animais.

Ceia especial
O jantar de Natal é uma perdição, mas nada de dar um pedacinho de pernil ou o restinho de tender para os cães e gatos, pois essas comidas podem ser extremamente perigosas para eles. "A flora intestinal dos animais não está acostumada com ingredientes mais pesadas e isso pode provocar diarreia e até problemas mais sérios", alerta o veterinário.

É possível, no entanto, montar uma ceia especial para os animais, com snacks próprios para bichos e até mesmo alimentos sem condimentos, como peito de peru e fígado fervidos. "Mas atenção: esses alimentos diferentes devem representar apenas 10% da quantidade de comida que eles ingerem diariamente", afirma.

Hotelzinho

Caso os donos optem por colocar os pets em hoteizinhos nas festas de fim de ano e durante uma viagem, a atenção deve ser redobrada. "O mais importante é que o dono conheça exatamente o hotel. Ele vai ficar enjaulado? Vai ter contato com outros animais? Vai haver recreação?", alerta Dan.

Para evitar que o bichinho fique muito estressado na hora da separação de seu dono, Dan também dá outra importante dica. "Leve um fim de semana antes o animal para o hotel e passe uma tarde com ele. Experimente também deixá-lo uma noite qualquer no local. Assim, ele já estará adaptado no período das festas de fim de ano", finaliza Dan Wroblewski.

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Especial para o Terra

Fonte

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Campanha contra abandono de cães após o Natal

Filhotes deixados na neve ilustram campanha contra abandono de cães após Natal

Brandy e Pudding (foto: Dogs Trust)

Brandy e Pudding foram abandonados antes do Natal de 2010 (foto: Dogs Trust)

Dois cãezinhos abandonados na neve e no frio no fim do ano passado, e readotados em seguida, foram usados por uma fundação britânica em uma campanha para que os animais não sejam dados de presente de Natal, para evitar o seu abandono depois do período de festas.

Desde 1978, a fundação Dogs Trust adota, durante as festas de fim de ano, o slogan "Um cão é para a vida, e não só para o Natal". De acordo com a fundação, assim como os brinquedos da moda que as crianças geralmente abandonam algumas semanas depois do Natal, o mesmo ocorre com os filhotes dados de presente.

Em 2011, a Dogs Trust adotou mais um slogan em sua campanha de fim de ano: "tire os filhotinhos da lista de presentes de Natal".

Um exemplo destes casos, segundo a fundação, são Brandy e Pudding, dois filhotes que foram abandonados em meio ao frio e à neve no período de Natal do ano passado, em Reading (a oeste de Londres).
Brandy, que é um bull terrier, foi deixado no meio da rua, enquanto Pudding, que é metade boxer, foi encontrado em uma mata coberta de neve.

A Dogs Trust diz ter certeza de que Brandy e Pudding foram comprados como presentes de Natal, e depois abandonados quando seus donos se deram conta da dedicação que um cão demanda.
Brandy e Pudding, ambos com 15 meses de idade, foram adotados por moradores das redondezas de Reading.
Brandy e Pudding com seus novos donos, um ano depois (foto: Dogs Trust)

Um ano após serem abandonados, cães vivem em conforto com novos donos (foto: Dogs Trust)

"Nem todos os cãezinhos são tão sortudos, e nós pedimos a todos que consideram comprar um filhote no Natal que levem em conta a responsabilidade que isso traz", afirma a gerente da Dogs Trust, Maureen Iggleden.

"Eles (os filhotes) demandam muito tempo e comprometimento."
A Dogs Trust, que possui 17 centros de adoção em todo o Reino Unido, diz que toma conta de cerca de 16 mil cães todo ano, com o objetivo de reencaminhá-los para novos donos.

Fonte : BBC Brasil – 26 de dezembro, 2011
Blog Minarete
http://edsonmatosinho.zip.net/

GATEIROS E CACHORREIROS. EITA RACA

Normalmente não comento sobre as manifestações dos leitores. As razões são várias. Vão desde a impossibilidade de responder pessoalmente a todas as mensagens – que são muitas – até a precaução no sentido de manter um espaço absolutamente democrático para que cada um se manifeste livremente, sem correr o risco de ter sua opinião censurada ou questionada.

Porém, dessa vez decidi tecer mais alguns comentários a respeito da nota sobre a Consulta Pública da Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Rio de Janeiro, que irá publicar uma Lista Oficial de Espécies Invasoras.

O que me motiva a escrever agora foi a enorme repercussão que a nota alcançou. Foram quase 6 mil recomendações no Facebook, mais de 150 comentários de leitores e quase 200 réplicas no Twitter.

Poucas vezes vi na internet um número tão grande de pessoas se manifestando a respeito de uma notícia. No caso da nota sobre as espécies invasoras, tamanho alcance deve-se principalmente ao enorme poder de mobilização que os protetores de animais domésticos possuem. Eles são conhecidos popularmente como gateiros e cachorreiros. São pessoas que dedicam grande parte do seu tempo a causa da proteção dos animais domésticos.

Protetores de animais: amor de bicho não tem preço.

Essas pessoas são capazes de sacrifícios imensos para defender aquilo que elas acreditam. Não existe no mundo – e digo sem medo de errar – nenhum outro movimento em que seus membros se envolvam tanto com a causa que abraçam. Nenhum grupo político ou religioso possui integrantes dispostos a tanto sacrifício pessoal como é o caso dos gateiros e cachorreiros. Nenhum grupo social tem uma capacidade de mobilização tão forte quanto eles. É impressionante.

A sorte de quem maltrata animais é que esse imenso grupo de protetores ainda desconhece o poder que tem. Pois no dia que eles se organizarem e passarem a ter estratégias claras de atuação, o mundo político irá tremer.

Os protetores de animais podem arruinar uma carreira política. Podem condenar um produto ao fracasso e, até, causar enormes prejuízos à empresas que insistem em ignorá-los. Uma grande parte desse grupo de ativistas é formada por donas de casa. São mulheres que decidem o que comprar em seu lar e que, com o poder de mães, esposas e filhas, conseguem mudar a opinião – e o voto – da família.

Para a felicidade daqueles que ignoram os apelos desse grupo, o movimento ainda não é organizado. Não existem lideranças nacionais com capacidade de mobilizar e de conduzir uma ação uniforme em território nacional. No dia que isso acontecer, senadores da República e até candidatos a presidente do país terão que estender tapetes vermelhos para eles.

O mais impressionante nesse grupo, além do grande poder de mobilização, é outra característica muito singular: grana. Ou melhor, a falta dela. Em 25 anos de lida diária na causa ambiental, nunca vi um “movimento social” trabalhar sem ganhar. Pelo contrário. Penso que os protetores de animais é o único grupo que tira do próprio bolso o financiamento para as suas causas. Eles não são empregados em ONGs, não recebem bons salários, como a grande parte dos ambientalistas profissionais, não dispõe de financiamento público e muito menos recebem emendas de parlamentares. O dinheiro deles vem das “vaquinhas”, das “rifas” e dos trocados que conseguem juntar impondo-se algum sacrifício pessoal.

Não existem estatísticas que mostram quantos eles são. E muito menos existem dados oficiais sobre quem eles são.

Mas uma boa dica para identificar um potencial protetor é reparar em alguns dos seus hábitos mais comuns: possuem animais domésticos, provavelmente mais de um. Nas redes sociais, seus álbuns de fotos sempre possuem a foto de um gatinho, de um cachorrinho, ao lado das imagens de suas famílias. Nas ruas, seu animal de estimação está quase sempre no colo, ou, se for grande, sempre ostentará um pelo brilhoso ou uma coleira da moda. Para esse grupo, não existe diferença social entre os animais. Os de “raça” e os “vira-latas” são iguais, nem mais, nem menos.

A eles, os protetores e protetoras do Brasil, dedico minha inteira admiração e agradeço imensamente as lições de amor e respeito à vida, que muitas vezes nos faltam quando somos absorvidos pelos debates “técnicos” em nossa luta ambiental.

Obrigado.

Fonte: http://blogs.estadao.com.br/dener-giovanini/gateiros-e-cachorreiros-eita-raca/

Fogos de artíficio


Os animais se assustam muito com o barulho de fogos e rojões, pois sua audição é muito mais sensível que a nossa. Cães tendem a fugir do barulho e correm desorientados e sem destino.

CUIDADOS COM CÃES
1- Coloque algodão nos ouvidos – para diminuir a sensibilidade auditiva.
2- Acomode-os dentro de casa em lugar onde possam se sentir em segurança.

Caso não possa colocar os cães dentro de casa, procure um veterinário para sedá-los.
3- Feche portas e janelas para evitar fugas e acidentes.
4- Ligue o rádio e a TV e aumente o volume próximo ao momento dos fogos.
5- Dê alimentos leves – distúrbios digestivos provocados pelo pânico podem matar.
6- Não deixe o cachorro acorrentado pois ele pode se enforcar em função do pânico.
7- Não deixe muitos cães juntos porque podem brigar.
Se brigarem, não grite! Faça um barulho forte batendo tampas de panela para mudar o foco da atenção dos cães.

Leia mais em: http://www.gatoverde.com.br/


Instituto Nina Rosa – Projetos por amor à vida
Organização independente sem fins lucrativos
http://www.institutoninarosa.org.br

MENSAGEM NATALINA!

Do lado errado da vida…
Cristina Oliveira

”Por vezes tenho um sonho, sonho que este mundo onde vivo é totalmente
diferente e que os seres se amam sem preconceitos.
Não quero acordar mas a realidade chama-me e quando acordo choro,
lágrimas de tristeza por não conseguir viver assim, por não saber o que me espera lá fora.
Sei que não posso mudar mentalidades, a sociedade, o Pais o Mundo.
Mas sei também que tenho uma missão, sair para a rua de cabeça erguida
e ajudar quem não tem nada, não tem um lar, uma cama, um prato de comida, um carinho.
É esta a minha missão e nunca baixarei os braços por nada desta vida.
Sei que muitas vezes luto contra a maré e uma corrente infinita,
que me puxa para o lado errado da vida.
Mas também sei que enquanto tiver força e, do lado de cá tiver pessoas
como todos vocês, nunca desistirei e sempre sonharei procurando que cada minuto,
cada hora, cada dia seja uma nova conquista.

Por tudo isto obrigada a todos os meus amigos de 4 patas e não só,
peludos ou não. Mas com a certeza de estarem do lado certo da vida.”

Um cão Lobo a cada duas horas

Em São Paulo, só em 2011, foram mais de 5.000 casos de maus tratos contra animais. Punição branda ajuda a perpetuar a violência contra cães e gatos

Cida Alves

Fraldinha, a mascote da ONG Clube dos Vira-Latas, foi resgatada dentro de um rio, enrolada em um pano e com a coluna fraturada

Fraldinha, a mascote da ONG Clube dos Vira-Latas, foi resgatada dentro de um rio, enrolada em um pano e com a coluna fraturada – Cida Alves

“Ninguém que maltrate um animal vai preso. No caso do Lobo, a pena foi multa de 1.090 reais e trabalho voluntário. É muito pouco. O tratamento para tentar salvar a vida dele custou 7,5 mil reais”, conta Miriam Miranda, presidente da ONG Vira Lata, Vira Vida, de Piracicaba

No Brasil, algumas práticas de crueldade animal, como as rinhas de galo e a Farra do Boi, são consideradas ilegais e punidas com cadeia. Mas há um tipo de violência contra bichos quase ignorada pelas autoridades e pela Justiça: os maus tratos contra cães, gatos e outros animais de estimação.

O caso mais recente foi um vídeo publicado na internet em 14 de dezembro mostrando um pequeno cão yorkshire espancado por uma mulher em Formosa, no interior de Goiás. A violência é presenciada por uma criança pequena, supostamente a filha da agressora. Segundo a polícia, o cão morreu. Também os casos de Titã, enterrado vivo em Novo Horizonte, e Lobo, o rottweiler que morreu depois de ser amarrado a um carro e arrastado pelo próprio dono em Piracicaba, ambos em São Paulo, chamaram atenção. Infelizmente, esses não são episódios isolados.

O crime de maus tratos não costuma ser considerado caso de polícia nem mesmo pela polícia – apesar de o ser. Os registros são precários e não há dados oficiais sobre os abusos cometidos contra animais domésticos no Brasil. O dia a dia das entidades que resgatam esses bichos, no entanto, dá uma ideia de como as agressões são recorrentes. “Pela quantidade de cães que temos aqui já é possivel ter uma ideia do tamanho desse universo de crueldade”, afirma Claudia Demarchi, presidente da ONG Clube dos Vira-Latas, de Ribeirão Pires. “Recebemos mais de 100 e-mails e telefonemas por dia com denúncias e cerca de 20% estão relacionadas a maus tratos”.

No canil que coordena há sete anos, ela cuida de aproximadamente 500 cães. Entre eles há vários “Titãs” e “Lobos”, animais mutilados e traumatizados pela crueldade dos homens (veja a galeria).

O cão Toni, por exemplo, foi arrastado pelo dono, tal como Lobo. Ele perdeu parte da pata esquerda e, há um ano, recebe tratamento no Clube dos Vira-Latas. O pitbull Ezequiel teve as duas patas dianteiras quebradas e os olhos queimados com cigarro. Brutos ficou 11 anos amarrado a uma corda de pouco mais de um metro na laje de casa. Quando foi resgatado com apoio da polícia, mal conseguia andar. A mascote do lugar, Fraldinha, foi jogada em um rio com a coluna quebrada. Hoje, ela se locomove com o auxílio de uma cadeira de rodas.

Cada animal precisa passar por, no mínimo, três meses de tratamento e readaptação até poder ser liberado para adoção. Só neste ano, o Clube dos Vira-Latas conseguiu encontrar um lar para 380 cães, como Kadu, encontrado na rua com duas patas quebradas. Uma teve de ser amputada e, a outra, ficou com sequelas. A família da secretária Verônica Kubalack Ferreira, de 48 anos, esperou três meses para levá-lo para casa. “Valeu muito a pena aguardar a recuperação”, diz Verônica. “Apesar de ainda ser um pouco assustado, ele é muito carinhoso. E ter o Kadu me despertou ainda mais para a causa dos animais maltratados”.

O Centro de Controle de Zoonoses da cidade de São Paulo recebeu neste ano 8.702 denúncias de maus tratos e mais da metade foi confirmada após vistoria. Em média, são 14 casos por dia.

Penas brandas – Miriam Miranda, presidente da ONG Vira Lata, Vira Vida, de Piracicaba, acompanhou de perto o caso de Lobo. Ela diz que os maus tratos contra animais domésticos se perpetuam porque a penalidade para esse tipo de crime é muito branda.

“Não há possibilidade de uma pessoa que maltrata e mata um animal acabar presa”, constata Miriam. “No caso do Lobo, por exemplo, a pena foi uma multa de dois salários mínimos (1 090 reais) e trabalho voluntário de 120 horas no canil municipal. Isso é muito pouco. Só o tratamento para tentar salvar a vida do Lobo custou 7 500 reais”.

O caso do rottweiller criou uma mobilização nacional que levou ativistas até Brasília para pedir que a lei seja mais dura. Hoje, os maus tratos contra animais domésticos são enquadrados na lei de crimes ambientais (nº 9605/98). A pena varia de três meses a um ano de prisão – no máximo um ano e meio, se há a morte do animal. Os casos acabam convertidos em penas alternativas, com o pagamento de cestas básicas ou a realização de serviços comunitários.

Existem hoje em tramitação no Congresso Nacional 21 projetos relacionados à questão animal, alguns há mais de 10 anos. Mas nem todos vêm para melhorar a situação. Um deles, de autoria do ex-deputado do PSDB de Alagoas José Thomaz Nonô, quer excluir das sanções penais as práticas contra animais domésticos ou domesticados. O projeto está pronto para ser votado e acaba emperrando outras propostas, como a da bancada do Partido Verde que pede o aumento da pena para maus tratos para até quatro anos de prisão.

“Se pedirmos para votar o projeto do PV, pelo regimento teremos que votar também o projeto do Nonô, que é sobre o mesmo tema”, afirma o deputado federal Ricardo Izar (PSD-SP), presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Animais do Congresso. “E nosso receio é que ele seja aprovado”. A estratégia é esperar até 2014 para que o projeto do tucano caduque. “O problema é que há pouca vontade política em relação ao tema dos animais”, diz Izar. “Esse é considerado um assunto de menor importância”.

Para driblar essa morosidade, entidades de proteção aos animais do estado de São Paulo começarão no ano que vem uma campanha para conseguir 1,5 milhão de assinaturas e apresentar um projeto de iniciativa popular para a criação da Lei Lobo, que seria elaborada com a ajuda do Ministério da Justiça para aumentar a pena para agressores de animais. Até que a legislação do Brasil evolua, lobos e titãs continuarão a contar apenas com a caridade de algumas poucas cláudias, mirians e verônicas.

LEIA TAMBÉM:

Projeto de lei cria delegacia de maus tratos contra animais

Reinaldo Azevedo: De cães e homens

http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/um-cao-lobo-a-cada-duas-horas

Assim como no caso do rottweiler Lobo, Toni foi amarrado a um carro e arrastado pelo próprio dono. Parte de uma pata teve de ser amputadaBrutos ficou onze anos amarrado a uma corda de pouco mais de um metro. Quando foi resgatado, mal sabia andarO pitbull Sorriso foi espancado pelo dono porque mostrou os dentesHá casos de cadelas que deram à luz em situações de abandono e maus tratos e foram parar no abrigo com os filhotesCerca de 500 cães vivem no lar transitório da ONGOs cães que vivem no lar transitório da ONG passam por um período de reabilitação de três meses, em média. Depois são levados para feiras de adoação

The Dogs

Se o seu cachoro não gostar de uma pessoa fique atento, proáavelmente esta pessoa não merece sua confiança……

LÓGICA DE CACHORRO!

A razão de um cachorro ter tantos amigos é que ele abana o rabo em vez da língua.

(Anônimo)

Não há nenhum psiquiatra no mundo
igual a um filhote de cachorro, que lambe a sua face nos seus momentos de desespero.

(Ben Williams)

Um cachorro é a única coisa na terra
que o ama mais que a elemesmo.

O cachorro comum é mais agradável que a pessoa comum.
(Andy Rooney)

A pessoa que não conhece o gosto do sabão,
nunca lavou um cachorro.

Franklin P.. o Jones

Se seu cachorro for gordo é porque
você não está brincando com ele

(Desconhecido)

Se você apanha um cachorro faminto e o alimenta, ele não o morderá;
esta é a principal diferença entre um cachorro e um homem.

(Mark Twain)

Cachorros não são eternos na nossa vida,
mas eles fazem nossas vidas eternas.

(Roger Caras)


Se você pensa que cachorro não sabe contar,
coloque três biscoitos de cachorro em seu bolso
e lhe dê apenas dois

(Phil Pastoret)

A razão de você estar recebendo este email é porque

os cachorros podem farejar uma pessoa legal de longe!