Doença periodontal é comum em gatos

Pag%2008%20foto1%2010-11-2011.jpg

Os gatos raramente se deixam manipular pelos donos, por isso, a atenção deve ser ainda maior e as consultas ao veterinário são indispensáveis. / Divulgação

Não basta serem afiados, é preciso que os dentes dos gatos estejam também saudáveis e, para isso, higiene e cuidados são essenciais. Alimentação, limpeza e visitas periódicas ao dentista veterinário devem fazer parte da rotina do bichano que, por na maioria das vezes não permitir a escovação, acaba ficando vulnerável às doenças periodontais. Estas podem evoluir e resultar em outros problemas graves, como a gengivite plasmocítica e a lesão de reabsorção odontoclástica dos felinos.

“Cerca de 80% da população de gatos possui doença periodontal, em algum grau, dos casos mais simples aos mais graves”, afirma o veterinário com especialidade em odontologia, Maurício Londres Mossé. Ele explica ainda que “a doença pode levar a perda dos dentes, além de oferecer outros riscos à saúde dos gatos. Animais com o problema em fase avançada podem apresentar rinites, com muito corrimento nasal purulento e até conjuntivites, também com bastante corrimento ocular”.

É o acúmulo da placa bacteriana que leva à formação do cálculo dentário, popularmente chamado de tártaro. Dessa forma, o dono deve tomar medidas com o objetivo de evitar este acúmulo e uma das principais é oferecer uma alimentação adequada. A ração deve ser seca e de qualidade, e os donos devem ficar atentos a qualquer sinal de lesão, procurando o especialista sempre que necessário. O especialista acrescenta que rações terapêuticas também podem ser recomendadas como forma de prevenção.

Além de todos estes cuidados, as visitas periódicas ao veterinário são indispensáveis para a detecção e tratamento precoce de doenças, e também para uma limpeza adequada, já que os gatos são extremamente resistentes às tentativas de escovação e manipulação da boca. “Isso torna um pouco limitante os procedimentos profiláticos em casa. Outra orientação importante é quanto à comida de panela, que é contraindicada tanto do ponto de vista nutricional, quanto da saúde bucal”, alerta Maurício.

Segundo o dentista veterinário, duas doenças importantes estão relacionadas à doença periodontal, apesar do motivo para isso ainda não ter sido elucidado. Uma é o complexo gengivite estomatite faringite, também conhecido como gengivite plasmocítica dos felinos. Os principais sintomas são forte halitose, salivação, dificuldade para se alimentar, perda de peso e desidratação. O animal sente muita dor na boca, devido à presença de gengivite severa e úlceras nas gengivas e nas mucosas. “Há grande incidência desta doença em gatos positivos para Felv (leucemia viral felina), Fiv (Imune insuficiência viral felina) e calicevirose”, lembra o especialista. Ele revela que o tratamento é difícil, porém, possível.

A outra é a lesão de reabsorção odontoclástica dos felinos que é semelhante a uma cárie, podendo estar coberta por uma hiperplasia (aumento no número de células) no local da gengiva. O veterinário afirma que um sintoma clássico é o gato, ao tentar comer, gritar e sair correndo, já que o problema causa muita dor durante a alimentação. “A doença já foi relacionada, por alguns autores, ao cálcio-fósforo na dieta e à quantidade de vitamina D, porém, sem comprovação científica”, conta Maurício. O único tratamento eficiente para as lesões é a extração dos dentes afetados.

FERNANDA SOARES
Redação Tribunahttp://www.e-tribuna.com.br/2012/index.php?option=com_content&view=article&id=24334&catid=42

Anúncios

Parasita de cães pode ser transmitido aos humanos

A giardíase é vista como uma condição rara, no entanto, especialistas alertam que o parasita Giardia é uma causa frequente para a ocorrência de diarreia em animais de companhia e na família. Estudos internacionais sustentam a classificação da Giardia pela OMS (Organização Mundial da Saúde) como um parasita zoonótico, o que significa que as infecções podem ser transmitidas dos animais para crianças e adultos. Por ser uma zoonose, é essencial que os médicos veterinários atentem aossintomas, pois os cistos deste protozoário são pequenos, eliminados intermitentemente pelas fezes e difíceis de encontrar, desta forma, a Giardia constitui um dos parasitas mais comumente subdiagnosticados.

cao doente veterinario Parasita de cães pode ser transmitido aos humanos

De acordo com o Dr. Márcio Moreira, médico veterinário especializado em Patologia Clínica pela Universidade Estadual Paulista (UNESP – Campus Araçatuba), Mestre em Fisiopatologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e responsável pelo laboratório clínico do Hospital Veterinário Anhembi Morumbi, o acompanhamento do tratamento para Giardia é essencial. “Ao contrário do que muitos pensam, esta doença não acomete apenas cães em canis. Estudos recentes comprovam que o parasita é prevalente em cães bem cuidados em países como o Brasil, especialmente em cães jovens com menos de um ano de idade”, afirma o especialista.

Estudos apontam uma prevalência de Giardia duodenalis (G. lamblia ou G. intestinalis) em 32% a 80% dos cães, sendo esta incidência variável de acordo com a região brasileira. Estima-se que 12,2% dos cães de rua e domiciliados em São Paulo (SP)¹ tenham este parasita, que também atinge 16,9% dos animais em Botucatu (SP)² e 29% em Uberlândia (MG)³.

A Giardia também constitui um problema global, aproximadamente 80% dos animais da Itália⁴ foram diagnosticados com este protozoário, assim como 58,8% dos pets na Hungria⁵ e 51% no México⁶. Este parasita habita o intestino do animal e é responsável por provocar a deficiência vitamínica e mineral no hospedeiro, sendo também uma ameaça para a saúde humana por ser transmitida pelo contato com objetos, alimentos e água contaminados. Nos animais que apresentam sintomas, são observadas fezes amolecidas a diarreicas, episódios de diarreia agudos ou intermitentes, fezes de odor fétido, vômitos, perda de peso, flatulência e até desidratação, que quando não tratada, pode levar à morte.

O Dr. Márcio Moreira alerta que a imunidade do animal é um fator determinante para o aumento do risco de contrair a infecção, sendo que muitos filhotes que recebem o diagnóstico positivo para a Giardia, geralmente foram contaminados nos locais de criação ou até nos pet shops em que são mantidos até a sua venda.

A giardíase pode ser diagnosticada em exames de rotina, como check-ups, com a utilização de técnicas de análise auxiliar de amostras de fezes. Caso o parasita seja encontrado no exame fecal, deve-se iniciar o tratamento, independente do animal estar doente ou assintomático. O tratamento contra a Giardia é realizado com medicamentos como o Drontal® Plus, da Bayer Saúde Animal. “Drontal® Plus oferece um tratamento eficaz contra esta grave doença parasitária eliminando os sintomas e o risco de transmissão em apenas três dias. O produto contém princípios ativos que agem em sinergismo contra o parasita e ajudam a prevenir a reinfecção, além de garantir a vermifugação durante o tratamento contra a Giardia”, afirma Marielle Gomes, Gerente de Produto da Bayer Saúde Animal (com assessoria Bayer Health Care).

Fonte: Bonde

Homenagens a quem defende e protege…

VEJA NOSSAS AÇÕES REALIZADAS NA SEMANA MUNDIAL DOS ANIMAIS!!!

Na Semana Mundial dos Animais,comemorada na primeira quinzena de Outubro passado a AMAES realizou ações públicas ,visando despertar a sociedade para a importância dos animais.

Dois destaques marcaram as comemorações:

-Uma Sessão Especial,solicitadada pelo deputado estadual Dr.Hércules Silveira, realizada no plenário da Assembléia Legislativa do ES, em Vitória,ocasião em que foram homenageadas 30 pessoas entre autoridades públicas e outros profissionais que em suas áreas de atividades desempenharam papeis importantes para a defesa e proteção dos animais no ES: autoridades do poder judiciário(desembargador,delegado de polícia civil,promotor de justiça, etc..), autoridades legislativas(vereadores,deputado estadual,senador), jornalistas, dirigentes de cczs e vários veterinários parceiros que são nossos baluartes no dia-a-dia das nossas atividades. Cada um dos homenageados recebeu o Certificado Internacional da WSPA "Obrigado por Ouvir nossa Voz".

02 Câominhadas: uma na região nobre da Praia do Suá em Vitória e outra no interior do Estado, no município de Santa Tereza.Todas com participação de centenas de militantes da Causa Animal e tutores em geral, que se juntaram numa manifestação de amor e carinho por todos os animais,de todas espécies que vivem em todas as partes do planeta.

Veja abaixo algumas FOTOS. Se quizer ver todas as fotos, visite no site AMAES a "GALERIA DE FOTOS".

CÃOMINHADA EM VITÓRIA:

Nossos mascotes DoCat e Mano alegrando o desfile voluntários com faixas e banners

panorâmica geral do início da Cãominhada.

NOSSO PRESIDENTE , RÔMULO VITÓRIO, HOMENAGEIA AUTORIDADES,VETERINÁRIOS E OUTROS PROFISSIONAIS QUE APOIARAM A CAUSA ANIMAL

NO ESPÍRITO SANTO.

presidente da AMAES com autoridades compondo a mesa Entrega Certificado WSPA- veterinária Dra.Ana Paula Có Lisboa

Entrega Certificado WSPA – vereador de Vitória Fabricio Gandini Entrega Certificado WSPA- Veterinária Dra.Mônica Feijó

Entrega Certificado WSPA – Superintendente da Policia Civil-ES, Entrega Certificado WSPA – Promotor Justiça Bruno Guimarães

Dr.José Monteiro

AMAES-ASSOCIAÇÃO AMIGOS DOS ANIMAIS DO ES
Diretoria de Comunicação
Instituição de Utilidade Pública Estadual por decreto governamental nr. 9.534/2010
www.amaes.org.br
www.wspabr.org
Para você os animais importam?

Qual a sua graça?


Print

-Pag08%20%20foto3%2002-11-2011.jpg

Mustafar, Pookie e Einstein (de cima para baixo) têm nomes super originais e que combinam com sua aparência e personalidade. / Divulgação

Chega um novo membro na família e não importa se é adulto ou filhote, gato, cachorro ou papagaio, ele precisa de um nome. Este deve ser, de preferência, de pronúncia fácil e que combine com o bichinho, seja fisicamente ou pelo temperamento. As opções são inúmeras e vão desde as mais comuns às mais originais, passando pelos apelidos, nomes compostos e até os que têm o sobrenome da família.
O grande físico Albert Eisntein foi a inspiração na hora de “batizar” o york shire da dona de casa Lídia Barcellos, 64 anos. Foi o filho quem a presenteou e escolheu o nome bastante original, que, é claro, Lídia manteve. “Sempre gostei de nomes diferentes. Já tive um cachorro chamado Gallagher e outra com o nome de Serena. Meu filho mesmo tem um nome bem original, Monclaite”, revela a dona de Einstein, que tem mais três cachorros, o Caramelo, a Mel e a Meg. “O Caramelo eu peguei na rua e dei este nome porque ele era um grude”, revela.
Geralmente os critérios incluem a aparência física, como a cor da pelagem, que leva aos conhecidos Mel, Pretinho ou Tigrado, a semelhança com algum personagem de filme ou desenho, como Marley, Pluto ou Priscila (TV Colosso), ou ainda a situação em que o bichinho foi adotado ou comprado. A vice-presidente do Grupo de Proteção aos Animais e ao Meio Ambiente, o Gapa-ma, Rosemary Hissa, conta que “o lugar do resgate também influencia, como foi o caso da Luíza, resgatada na Washington Luiz. Recentemente encontramos uma ninhada próxima de um jornaleiro e escolhemos personagens de gibis, como Mônica e Cascão”.
Rosemary calcula que, até hoje, os voluntários da ong já tenham “batizado” mais de dois mil animais, entre cães e gatos, resgatados da rua. Após adotado, o dono pode preferir mudar o nome, o que acontece mais com os filhotes. “Os cães adultos costumam ficar com o mesmo nome, até porque já estão acostumados e atendem por ele. No caso dos filhotes não, porque as crianças já têm em mente um personagem de filme ou livro”, diz a voluntária, que aconselha dar preferência a nomes simpáticos, curtos e sonoros, o que não impede que seja original ou extravagante, como Bob Marley.
A york shire da artesã Elaine Cecília do Nascimento, 36 anos, teve direito à pesquisa. Foi a filha de Elaine quem procurou na internet, mas acabou vendo o nome Pookie em um caderno e achou que combinava com a carinha de sapeca da bichinha. A cadela é o xodó da dona que tem até toalhas bordadas com o nome da “filhota”, também chamada de Pookie Maria. “Geralmente usamos o nome composto na hora de dar uma bronca”, explica Elaine.
A professora Ana Lúcia Úrsula, 56 anos, tem cinco cães, os vira-latas Capitu, Mustafar e Raick, a pincher Mel, o poodle Ralf e a shitsu Tifani. Cada um tem sua história, mas ela garante que, apesar de adorar cachorro e já ter tido muitos, nunca teve dificuldade para encontrar os nomes ideais. “A Capitu, por exemplo, era de rua e recebeu este nome por causa da personagem de uma novela que era prostituta. A Tifani é preta, então, escolhi um nome de bruxa. Assim eu faço, olho para eles e já tenho uma ideia”, afirma Ana Lúcia.
Bibi é a forma carinhosa como a dona de casa Eva Maria Souza de Jesus, 51 anos, chama a pincher Bisteka. Ela ganhou a cadelinha que já veio “batizada” e preferiu não alterar a certidão de nascimento. “Achei interessante e deixei. Ela atende pelos dois, incluindo o apelido”, explica Eva. A voluntária do Gapa-ma ainda lembra de outros nomes originais: “Colocamos nomes japoneses em uma ninhada de gatinhos: Temaki, Shoyo, Sushi, Sashimi e Sembei. Também gosto da Hope (esperança em inglês), que estava em péssimo estado quando recolhida, e da Trakinas, que tinha uma marca na pelagem igual ao biscoito”.

FERNANDA SOARES
Redação Tribunahttp://www.e-tribuna.com.br/2012/index.php?option=com_content&view=article&id=23800:qual-a-sua-graca&catid=42:caes-e-gatos

Animavida: animais contra as alergias

-Pag08%20%20foto1%2002-11-2011.jpg

FOTO: Divulgação

O mito de atribuir a cães e gatos a responsabilidade pelas alergias em crianças pequenas vem sendo derrubado sistematicamente pela ciência. Um novo estudo publicado na revista “Clinical & Experimental Allergy” mostra que gatos ou cães não aumentam os riscos de alergia a animais domésticos em crianças.

Com o crescente aumento dos casos de asma no país, surgiu a dúvida: – É melhor um ambiente totalmente livre de germes ou é melhor que a criança tenha um certo contato com poeira e pêlos de animais? Essa questão motivou a pesquisa que foi realizada pelo Departamento de Saúde Pública Henry Ford, em Detroit, EUA.

O estudo acompanhou um grupo de crianças do nascimento à vida adulta e contatos periódicos com os pais e responsáveis constataram a exposição aos pets. Quando essas crianças completaram 18 anos, forneceram amostras de sangue aos pesquisadores que mediram anticorpos a alérgenos de cães e gatos. Os resultados mostraram que a exposição a um animal específico no primeiro ano de vida é a mais importante. Foi verificado que os riscos de sensibilidade ao animal caíam pela metade em comparação aos que não conviviam com cães no primeiro ano de vida. E o mesmo aconteceu com gatos.

Com essas novas informações, é necessário o início de uma reflexão por parte dos médicos que, numa visão simplista, vêem determinando que donos de animais de estimação se desfaçam deles quando uma criança pequena chega na casa. Além disso, não devemos esquecer dos benefícios psicológicos gerados pelo convívio entre crianças e cães e gatos. É tudo uma questão de informação e bom senso.

AÇÃO – A AnimaVida coordenou o segundo mutirão de castrações (acima) realizado neste fim de semana em Pedro do Rio onde foram feitas 40 cirurgias em cães e gatos. O projeto é patrocinado pela Sociedade Mundial de Proteção Animal, a WSPA, e contou com a colaboração de cirurgiões e estudantes da Faculdade de Veterinária da Serra dos Órgãos (Feso), de Teresópolis. Alguns animais também receberam atendimento ambulatorial, além de medicamentos para o pós-operatório.

Fonte http://www.e-tribuna.com.br/2012/index.php?option=com_content&view=article&id=23801&catid=42