Cuidado com o que seu cachorro come.

Cuidado com o que você oferece para o seu cãozinho.

É comum chegarem a clínica animais que comeram ossos, chinelos, palitos, fios de linha, sacolas plásticas, agulhas, calcinhas, camisinhas, e muitos outros objetos que ficam presos em algum ponto do seu trato digestivo.

Muitos animais precisam fazer cirurgia para retirar o conteúdo que se encontra amontoado em seu estômago ou encarcerado numa alça intestinal. Os corpos lineares (linhas ou tirinha de tecido) podem ficar presos por uma ponta (como um anzol) e se alongar por vários metros do intestino do animal. Os movimentos peristálticos (normais do intestino e que empurram o alimento) acabam fazendo uma pressão que fere a mucosa intestinal podendo levar a ruptura.

Ossos de galinha quando mordidos se quebram formando pontas afiadas que facilmente perfuram a mucosa do trato digestivo. Qualquer palito ou haste de metal ou madeira também pode provocar uma ruptura.

A foto acima é de um pequeno cotonete que matou um poodle. Antes do animal vir a óbito ele sofreu muito devido as muitas infecções e feridas na cavidade abdominal, onde se observou inúmeras aderências à necropsia.

Paula Mello

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Depois que a mucosa é perfurada as consequências são graves e muitos desses animais acabam vindo a óbito.

A foto abaixo é da necrópsia de um animal que morreu depois de ter comido osso de galinha. O osso perfurou o seu esôfago e deixou o animal agonizando por mais de 24 horas. (Fonte da foto abaixo: Patologia Veterinária)

http://www.portaldeveterinaria.com/2009/06/cuidado.html

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Natal Animal 2011

Interessante…
acho que uma ótima idéia…

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O Natal Animal, em sua segunda edição, já está no ar. Trata-se de um projeto inspirado nas tradicionais “sacolinhas de Natal” que fazem a alegria, todos os anos, de inúmeras crianças. A diferença é que, no Natal Animal, quem recebe as sacolinhas de Natal são as “crianças” não-humanas que vivem em abrigos, sob os cuidados de ONGs e projetos de reabilitação.

Este ano, 32 animais que vivem em três abrigos/santuários serão beneficiados: primatas do Projeto Mucky, de Itu/SP (além de um cão e um gato, resgatados e mantidos pelo Mucky); animais “de fazenda” (habitualmente explorados pela indústria da alimentação) do Santuário das Fadas, de Itaipava/RJ; além de cães do Abrigo Dona Cidinha, de Mairiporã/SP.

Com o dinheiro arrecadado, serão comprados inúmeros itens, como ração (vegana) para os cães, medicamentos, descartáveis para procedimentos veterinários, itens de limpeza, frutas desidratadas (primatas), etc. Além dos itens básicos, também serão comprados alguns “mimos”: mantas/cobertores, brinquedos, enfim, itens que colaborem para o bem-estar dos animais (todos os itens serão comprados a partir de uma lista de necessidades disponibilizada por cada projeto/ONG).

Não há um limite de valor/custo para cada sacolinha: a ideia é arrecadar o máximo possível, para que cada animal receba mais itens (ou os itens básicos em maior quantidade). Se um cão, por exemplo, receber muita ração, outros animais que vivem com ele poderão ser beneficiados. Em 2010, o Natal Animal arrecadou mais de R$ 7.000,00. Para 2011, queremos superar este valor! O objetivo é arrecadar, no mínimo, R$ 250,00 para cada animal.

A própria equipe do Natal Animal fará a entrega das sacolinhas de Natal dos cães de Mairiporã/SP (Abrigo Dona Cidinha) e dos animais do Projeto Mucky, em Itu/SP. Já a entrega dos presentes dos animais do Santuário das Fadas, em Itaipava/RJ, será feita pela equipe da ULA – União Libertária Animal, que é parceira do Natal Animal na campanha de 2011.

Além de ajudar os animais, quem faz uma doação ao Natal Animal ainda concorre a um prêmio: a Editora Europa doou uma assinatura da Revista dos Vegetarianos, válida por um ano, que será sorteada entre todos os doadores.

Além da ULA e da Revista dos Vegetarianos, o Vista-se também é parceiro do Natal Animal, como apoiador do projeto e parceiro na divulgação. Outros parceiros do Natal Animal: Projeto Miaudota, Blouweb Consultoria Digital e a clínica veterinária Aldeia dos Bichos.

Como doar?

Para colaborar, basta acessar o site do Natal Animal (www.natalanimal.com.br), escolher um animal (clicando na foto de um deles – é possível ver a galeria completa de animais na guia “Animais”), selecionar o valor de doação (a partir de R$ 5,00) na página do animal em “Ajude!” e, finalmente, clicar em “Comprar e Doar”. Ao ser encaminhado para a página da doação, você poderá ajudar mais animais: para isso, basta clicar em “Escolher mais um animal”.

Após escolher os animais que deseja ajudar, clique em “Efetuar o pagamento”, preencha o código de segurança (captcha) e escolha a forma de pagamento (depósito/transferência para conta do Itaú; PagSeguro, com opções de boleto bancário, cartão de débito e cartão de crédito – se quiser doar um valor elevado, sua doação poderá ser parcelada; e PayPal, ideal para quem mora fora do Brasil).

Na página do animal que você ajudar, será possível visualizar o seu nome (opcional), após a confirmação da sua doação. As compras dos itens das sacolinhas serão listadas no blog do Natal Animal, onde também será possível acompanhar as entregas dos presentes (as entregas serão registradas com fotos e os responsáveis pelos projetos/ONGs assinarão um termo de recebimento das doações).

Qualquer dúvida deverá ser encaminhada para a idealizadora do projeto (Claudia), através do e-mail natalanimal.

Participe, faça com que o Natal desses animais seja mais feliz

Chimpanzés sofrem com pesquisas médicas nos EUA

Da Folha | Os cientistas americanos estão entre os poucos que ainda podem usar procedimentos invasivos em pesquisas com chimpanzés. À exceção do Gabão, na África, os EUA são o único lugar do mundo onde macacos podem ser deliberadamente infectados com o vírus de hepatite C, por exemplo, para serem usados em testes de vacinas.

Nos laboratórios da Bioqual, empresa de pesquisa clínica em Rockville, Maryland (EUA), 11 filhotes de chimpanzé são usados como cobaias em estudos médicos. Há cerca de outros mil nas mesmas condições nos EUA, mas a espécie pode estar prestes a obter um direito universal que nenhum outro animal não humano tem: a “alforria” da vida de cobaia.

Vídeo no Youtube

Três iniciativas em andamento de um projeto de lei no Congresso americano, uma reavaliação no sistema de financiamento federal e um pedido de mudança em decreto ambiental têm potencial para inviabilizar qualquer pesquisa médica invasiva com chimpanzés.

Em Sorocaba (SP), o santuário do GAP (na sigla inglesa,”Projeto Grandes Macacos”) é um misto de sanatório, orfanato e jardim da infância. Fundado em 2000 pelo microbiologista e empresário cubano Pedro Ynterian, que o mantém com recursos próprios, o GAP não revela seus custos de manutenção nem permite visitas, para não estressar os animais.

Fonte

pi

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