O tigre e a criança

Tender moment: Rather than banging against the glass, the tiger gently put its paw up to the little girl's hand

Gentle giant: As the tiger headed over to the glass partition towards the little girl, photographer Dyrk Daniels thought the big cat would snarl and frighten her

Bonding: The tiger put its face right down so the little girl could look it straight in the eye

"Notei que Taj tinha tomado um interesse na menina e estava indo em sua direção.

"Eu pensei que com certeza que a menina iria precisar de terapia depois do encontro e ter medo pelo resto de sua vida.

"Eu não podia acreditar nos meus olhos quando Taj abordando a menina, abaixou a cabeça e depois colocou sua pata direita enorme exatamente em frente de onde a mão esquerda da menina estava.

"Foi incrível assistir. Taj abaixava a sua pata direita, esfregou seu rosto contra o vidro onde o rosto da menina estava e afastou-se. "

Longe de ser assustada, a menina estava tão animada que ela começou a bater palmas quando se voltou para sua mãe.

‘Eu nunca vi tanta ternura de tal um predador de grande porte,’ Mr Daniels disse

By Daily Mail Reporter

Last updated at 7:39 AM on 31st October 2011

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Thaila Ayala e Paulo Vilhena em campanha com o INR

28/10/2011

Instituto Nina Rosa lança campanha publicitária sobre os impactos do consumo da carne
Aconteceu no dia 26 de outubro, a gravação da campanha publicitária “Pense nisso” do Instituto Nina Rosa.
A peça é uma contribuição do empresário Alexandre Haigaz, que se tornou vegetariano ao assistir o documentário produzido pelo INR A Carne é Fraca (2004), e seu desejo de que mais pessoas tenham acesso a essas informações.A filmagem conta com a participação voluntária da produtora Tatiana Impéras, do diretor Maurício Eça e dos atores Thaila Ayala e Paulo Vilhena.
“Pense nisso” desperta os espectadores para a realidade cruel a que os animais são submetidos na indústria da carne. O consumo de carne está na contra-mão da tão necessária cultura da paz.
O Instituto Nina Rosa, fundado em 2000, é uma Organização Não Governamental, independente, sem fins lucrativos, voltada à Educação em Valores. Tem como base fundamental o respeito a toda forma de vida e, como consequência, a ampliação da consciência humana.


Instituto Nina Rosa – Projetos por amor à vida
Organização independente sem fins lucrativos
http://www.institutoninarosa.org.br

Centro espírita se dedica a receber cães, gatos e outros animais

Confira a curiosa rotina do único local na capital especializado em atender bichos de todas as espécies

Carolina Giovanelli | 26/10/2011
undefined Foto 2-Palestra antes do “passe”: pacientes em silêncioPalestra antes do “passe”: pacientes em silêncio
Agliberto Lima

Uma casa de esquina pintada de verde, no Parque Vitória, na Zona Norte, apresenta um movimento parecido com o de um consultório veterinário às quintas, sextas e aos domingos. Dezenas de gatos e, principalmente, cachorros entram e saem presos em coleiras, dentro de caixinhas e aconchegados no colo de seus donos. Não se trata de uma clínica médica, mas da Associação Espírita Amigos dos Animais (Asseama), o único centro dessa doutrina religiosa da capital especializado em receber bichos de todas as espécies. “Queremos mudar a consciência das pessoas em relação a esses seres vivos, que têm alma e dependem de nós”, afirma Sandra Denise Calado, presidente da entidade. Ela diz que se descobriu médium no fim da década de 90. Com dois amigos veterinários, Marcel Benedeti e Cristiane Villarista, criou, em 2006, a Asseama. Três anos depois, a associação ganhou sede própria, onde hoje são atendidos 200 fiéis por semana.
Agliberto Lima
A médium Sandra: “Aqui é só mais uma etapa no processo de cura

A médium Sandra: “Aqui é só mais uma etapa no processo de cura"

Num domingo típico, o dia de maior movimento, os carros começam a chegar por volta das 8h30. Os frequentadores se reúnem em um quintalzinho, onde há uma lanchonete vegana (sem carne, laticínios e ovos). Só são vendidos produtos como croquete de alho-poró com tofu defumado e coxinha de proteína de soja. Em seguida, as pessoas com seus bichos se dirigem a uma sala repleta de quadros religiosos — com imagens de Jesus e São Francisco de Assis, padroeiro dos animais — para orar e assistir a uma palestra. Durante quinze minutos, os animais de estimação permanecem surpreendentemente em silêncio, sentados junto de seus donos. Vez ou outra uma sinfonia de miados ou latidos toma o ambiente, porém o barulho dura pouco tempo.
+ Vinte respostas sobre a saúde do seu pet
+ Creches que hospedam seu bichinho de estimação
No fim da apresentação, um a um eles se dirigem para um cômodo separado a fim de “tomar passe”. De acordo com a doutrina, esse processo se dá quando um espírito transmite energias através das mãos de um médium, colocadas na cabeça do animal. A dona de casa Eloisa Lorenzetti, criada em família católica, aparece ali toda semana com seu pequeno poodle Kiko, de 11 anos. Ele foi diagnosticado com linfoma em maio e perdeu a maioria dos pelos por causa das sessões de quimioterapia. “Antes eu só chorava”, diz ela. “A Asseama me trouxe muito consolo.”
Agliberto Lima
Oração: 200 pessoas vão ao centro por semana

Oração: 200 pessoas vão ao centro por semana

Sempre gratuito, o tratamento também pode ser realizado a distância. Cerca de 3.500 animais de outros locais do Brasil e até do exterior, entre cavalos, ovelhas, porcos e galinhas, foram cadastrados por seus donos no site da entidade para receber as boas vibrações. Logo após as sessões ao vivo, o grupo de quinze voluntários se reúne para pedir auxílio divino para a bicharada distante. Nessa hora, o proprietário precisa estar junto do companheiro de estimação, em silêncio e concentrado. Mantida por doações, a Asseama promove ainda festas temáticas e aulas de culinária vegetariana. No começo do mês, a equipe lançou o livro “O Evangelho dos Animais”, psicografado pela própria Sandra.
+ Onde comprar um labrador ou adotar um pet abandonado
+ Conheça pets que frequentam a Associação Espírita Amigos dos Animais
Quase todos os pets que aparecem por lá sofrem com algum problema de saúde. É o caso da gatinha Lola, que perdeu a visão por causa de um herpes-vírus. “Quando vim para cá, achei que aconteceria um milagre e ela se recuperaria totalmente”, conta a aposentada Yara Alves. “Isso não aconteceu, mas o atendimento ajudou muito em pequenos problemas, como a baixa imunidade dela.” O alegre cão dachshund Bola, de 7 anos, se locomove com um carrinho acoplado a suas patas traseiras por causa de uma paraplegia. Já o cocker Boby enfrenta um câncer no fígado. “Ele sempre sai daqui muito tranquilo”, garante sua dona, a psicóloga Márcia Souza.
+ Dez entidades com animais para adoção
Apesar das reações positivas, a presidente da Asseama não aconselha ninguém a abandonar o tratamento veterinário. “Aqui é só mais uma etapa para auxiliar na cura”, diz. Outra pergunta recorrente relacionada ao serviço é a seguinte: quem perdeu um animal querido pode encontrar sua “alma” circulando pelo local? Acredite se quiser: de acordo com Sandra, seria possível, sim, ter notícias de bichos já falecidos. Mas somente médiuns como ela conseguiriam ver esses espíritos.

Associação Espírita Amigos dos Animais (Asseama)
Rua Manuel de Moura, 63, Parque Vitória
☎ 3534-3643
Quinta, 16h30 e 17h30; sexta, 19h; domingo, 9h, 9h50, 10h45 e 11h35 www.asseama.com.br.

http://vejasp.abril.com.br/revista/edicao-2240/centro-espirita-de-animais

Gata adota filhote órfão de mico em Minas Gerais

Fazendeiro registrou a adoção entre espécies diferentes.
A gata amamenta e cuida do mico como se fosse um de seus gatinhos.

Eduardo Pimenta Mundim Internauta, São José da Varginha, MG

Uma gata adotou um filhote de mico em São José da Varginha, na região central de Minas Gerais. O vídeo feito pelo internauta Eduardo Pimenta Mundim mostrou o felino carregando o filhote de mico nas costas. O pequeno primata é alimentado junto com os outros filhotes da gata, que pertence à filha do fazendeiro.

Nota da redação – O biólogo Marcos Souza Fialho, coordenador substituto do Centro de Proteção de Primatas Brasileiros do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (Icmbio), afirma que a princípio as fêmeas de mamíferos recém paridas acabam com o instinto maternal mais sensíveis, e por isso aceitam a presença de filhotes de outras espécies. “Não é comum, mas esse é um comportamento possível entre cães e gatos”, diz Fialho. “O único risco é que a gata transmita alguma doença de animais domésticos para o filhote, como a toxoplasmose”. O biólogo indica que mesmo com esse risco é melhor que o filhote permaneça junto à ninhada de gatos. “Ele está sendo amamentado e aquecido, melhor continuar entre os gatos até crescer. Se o animal não retornar a natureza sozinho, ele pode ser encaminhado ao um centro de estudo de primatas”.

Fonte: http://g1.globo.com/vc-no-g1/noticia/2011/10/gata-adota-filhote-orfao-de-mico-em-minas-gerais.html

Centenas oferecem lar para cadela cega e seu cão-guia

Cães dinamarqueses foram deixados em abrigo na Grã-Bretanha.

Da BBC

A cadela Lily (Foto: Dogs Trust)

Centenas de pessoas na Grã-Bretanha se ofereceram para abrigar uma cadela dinamarquesa cega e seu cão-guia após os animais terem sido entregues a um abrigo em julho.

Lily, de seis anos de idade, teve seus olhos removidos quando ainda era filhote e é companheira de Maddison, de sete anos, que foi adestrado para ajudá-la a se locomover.

O par foi deixado no abrigo Shrewsbury Dogs Trust quando seus donos não puderam mais cuidar dos animais.

O abrigo diz que a dupla é inseparável, mas alguns potenciais novos donos desistiram por causa da aparência da cadela ou por não ter condições de abrigar dois animais de grande porte.

Mas, desde que lançou um apelo pela adoção, o local recebeu centenas de ligações.

‘Acho que o futuro parece muito bom para essa dupla’, disse a cuidadora Gemma Pinchin.

‘Recebemos centenas de telefonemas pelos quais somos obviamente gratos’, disse ela.

Os funcionários do abrigo disseram que vão ligar de volta para todos os que ofereceram um lar para os cães.

Lily (à esq.) e seu guia Maddison (Foto: Dogs Trust)

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Cães ganham psicólogos, creches e privilégios em famílias no Rio

Família leva weimaraner à creche três vezes por semana.

Em Copacabana, médica construiu rampa para cachorro enxergar a rua.

Uma família que se acostumou a uma rotina que envolve lidar com profissionais de uma creche. Ou outra que tem que resolver alguns problemas domésticos com a ajuda de um psicólogo. Até mesmo encontrar um acupunturista para dores “incuráveis”. Até aí, nada demais, se tudo isso não fosse para um cachorro. Os serviços para cães e gatos cada vez mais se assemelham aos elaborados para os donos, que, muitas vezes tratam o cachorro de casa como filho.

A estudante de arquitetura Juliana Acar comemora o fato de seu weimaraner Ziggy ir à creche três dias por semana. “Ele é uma peste, quando volta de lá não está mais endiabrado. No dia seguinte ele fica em casa, cansado”, contou. Ziggy vai duas vezes por semana para o sítio Casa de Simbad. Pelo serviço, os donos pagam R$ 30 por dia. Lá os cachorros correm à vontade, comem, brincam e “deixam por lá toda a energia acumulada no apartamento”, segundo Juliana.

Casa do Simbad recebe cachorros para creche e para hospedagem (Foto: Divulgação/Casa do SImbad)Casa do Simbad recebe cachorros para creche e para hospedagem (Foto: Divulgação/Casa do SImbad)

O dono do espaço Daniel de Freitas Mesquita explica que o diferencial do lugar é que os bichos ficam soltos o dia inteiro. “A gente só põe eles no canil na hora de comer e de dormir, quando eles vão para passar a noite. Os cachorros maiores gostam muito de ficar na piscina, os menos não ligam muito. A gente joga bolinha com eles, põe eles para correr. A mangueira com água também faz sucesso”. Daniel disse que o sítio também funciona para hospedagem, em que o cachorro dorme por alguns dias. Para este serviço o preço é, em média R$ 50, dependendo do tamanho do cão e do número de dias que ele ficará hospedado.

Ele é uma peste, quando volta de lá não está mais endiabrado. No dia seguinte ele fica em casa, cansado"

Juliana, dona do Weimaraner Ziggy

Ele e a mulher, Jacqueline César Thompson, têm o local há três anos. E é lá onde eles moram também. “Temos uma limitação de estrutura, por isso só aceitamos 15 cachorros por vez. Geralmente ficamos com uns sete.” E as brigas não são tanto frequentes quanto se pode imaginar: “Só me lembro de duas, geralmente cachorros grandes nem ligam para os pequenos. Até quando os menores ficam pulando nos grandes”, relatou.

Psicólogos para cachorros
O mau comportamento de um animal, que antes muitas vezes era resolvido de maneiras politicamente incorretas, agora tem soluções mais embasadas: a zoopsiquiatria, terapia comportamental e antrozoologia (relação entre homens e animais). Cristiane Moll é especialista nos três temas.

“A gente observa o animal. Vou para a casa da pessoa, procuro falar com uma ou mais pessoas da família, vejo como cada um vê o comportamento do animal. Dependendo do caso, posso fazer prescrição de remédios. O trabalho é identificar através do proprietário comportamentos que não são desejados. Vamos identificar quais são próprios e normais dos animais. Por exemplo, fazer xixi e latir são normais, mas não em qualquer lugar e não o tempo todo”, explicou. “Às vezes o bicho está querendo passar alguma coisa, e o dono não percebe”, concluiu.

É a descrença no ser humano. As pessoas não confiam mais tanto nos humanos"

Totó, dono de dois ‘filhos’

Quem não mede esforços para cuidar de seus dois cachorros é Marco Antônio, mais conhecido como Totó. Ele tem uma vira-lata e um golden retriever, que “só falta falar”. Para ele, tratar cachorros como filhos é uma tendência mundial. “É a descrença no ser humano. As pessoas se apegam ao bichinho, porque ele só traz alegrias. Só traz tristeza quando fica doente ou quando morre. As pessoas não confiam mais tanto nos humanos”, disse. Ele explicou que o mercado pet atualmente é um mercado em crescimento constante. Há bolsas de joias de luxo, que custam fortunas, elaboradas por grande marcas especialmente para cachorros. “E essas bolsas têm uma grande procura, são feitas sob encomenda e tem fila de clientes”, ressaltou.

Xampu caro para o ‘filho’
Os “filhos” de Totó dormem na cama com ele. “No frio eles esquentam meu pé. Quando eu viajo, levo a nécessaire deles, com xampu, escovas, condicionador e até o perfume francês. O perfume deles custa R$ 79. O xampu custa mais caro que o meu próprio. Eu gosto de dar banho neles no meu banheiro. E quando viajo só vou para lugares que aceitem cachorros. Já deixei de viajar porque eles não poderiam ir junto”, contou.

O cachorro da médica Marta Galvão tem todas as regalias que pode ter dentro de casa. Até uma rampa para Tevez – o buldogue francês da família Galvão – enxergar a rua de cima de um tablado foi construída na janela do apartamento onde mora, em Copacabana, na Zona Sul do Rio. “Embora as atividades como passeio, alimentação e banho semanal fiquem por minha conta, todos contribuem de alguma forma. Tevez nunca esteve em uma petshop para banho, faço questão de fazê-lo e tem sido um momento prazeroso para nós, onde brincamos e “conversamos” bastante. Escovo seus dentes pelo menos duas vezes por semana. Seguimos cuidadosamente o calendário de vacinações e as visitas ao veterinário. Alimenta-se quase exclusivamente de ração e de alguns petiscos que só compro se não tiverem em sua composição conservantes ou corantes. Quase porque Felippe compartilha um ou outro pedaço de carne.”

Tablado foi contruído para Tevez enxergar a rua (Foto: Arquivo Pessoal/Marta Galvão)Tablado foi contruído para Tevez enxergar a rua (Foto: Arquivo Pessoal/Marta Galvão)

‘Adora ver o movimento dos caminhões da Comlurb’
“A ideia da rampa veio a partir da observação que ele adorava quando o levávamos à janela, no colo. Projetamos uma bancada com largura e comprimento suficientes para mantê-lo confortavelmente deitado para apreciar a rua. Construímos uma rampa, adequamos a inclinação e a forramos com material emborrachado para evitar escorregões e quedas. Surpreendeu-nos quando ficou pronta e Tevez imediatamente a subiu, sem esforço e sem qualquer manifestação de medo.

Observa o mundo lá fora, ora com atenção, ora com desprezo."

Marta, dona de um buldogue francês

E a reação de Tevez foi a melhor possível: "Pareceu-nos que esperava por aquilo há muito tempo. Observa o mundo lá fora, ora com atenção, ora com desprezo, e chegando mesmo dar as costas para a rua, mas lá de cima. É seu ponto de observação, gosta de tomar sol ali e parece se divertir com seus semelhantes que passam lá fora. Adora ver o movimento noturno dos caminhões da Comlurb”, explicou.

A médica disse que Tevez se tornou da família. “Mora conosco, nos emociona, nos diverte, nos preocupa, tem sua caminha, sua rampinha, passeia pela casa sem cerimônia, conhece as regras. É sociável e gentil com as visitas. Parece compreender perfeitamente sua posição no grupo. Todos, sem exceção, o amam. Tornou cada um de nós mais paciente, mais observador, mais cuidadoso e também mais humanos, nos obrigando a nos debruçarmos sobre sua fragilidade, dependência e inocência para percebermos o quanto é importante, insubstituível e amado”, completou

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http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2011/10/caes-ganham-psicologos-creches-e-privilegios-em-familias-no-rio.html