Texto para reflexao dos colegas sobre o dia 16 de abril Dia Mundial antivivisseccao

Dia 16 de abril é o dia mudial anti-vivissecção!

Banalização do Uso de Animais Vivos no Ensino

Segundo o doutor Neal D. Barnard, médico psiquiatra: “O estudante que se recusa a participar de ativadade que parece ou é cruel aos animais deve ser encorajado e não desestimulado, pois a compaixão é mais difícil de se ensinar do que a fisiologia.”

Em nosso país há lei que aborda a questão, a Lei de Crimes Ambientais:

Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:

Pena – detenção, de três meses a um ano, e multa.

§ 1º Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.

§ 2º A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.

Foi realizada uma análise psicológica sobre o processo de banalização da vivisseção em estudantes universitários, incluindo experimentos que muitas vez atingiam dimessões extremamente cruéis ao animais ( para observar a reação dos alunos ). Constatou-se falta de questionamemto e comportamento acrítico por parte desses alunos, justamente os que deviam se questionar, uma vez que seriam eles cientistas em formação. Mesmo naqueles se declaravam amantes dos animais, prevalecia a atitude de passividade e inércia. A prática da vivissecção revelou-se desagradável, para a maioria dos estudantes, porém esses a consideravam necessária a sua formação.

Segundo Sergio Greif e Thales Tréz, mestres em biologia, a banalização da vivissecção, contribui para estimular o mecanismo de desprezo pela vida. O propósito da medicina é salvar vidas e ameniza a dor, é contraditório que na formação desses profissionais, eles sejam causadores do sofrimento desnecessário de animais.

Segundo Albert Schweitzer: “Qualquer um que tenha se acostumado a considerar a vida de qualquer criatura como sem valor, corre o risco de chegar também a ideia de que a vida humana não tem valor.”

Os docetes bem conhecem a relação entre exposição ao sofrimento animal e dessensibilização do estudante. Expor estudante de medicina a presenciar experiencias que promovam dor e sofrimento a animais de laboratório tem como consequência a perda do instinto de compaixão e o estimulo ao raciocínio frio, muitas vezes considerado necessário. Como no errôneo pensamento popular, de que o médico competente é insensível e ríspido ( a exemplo do personagem de seriado norte americano, House )

No Brasil há falta de informação e discussão sobre métodos alternativos, por parte dos profissionais. Estudantes não expõem suas opiniões, temendo repressões por parte da instituição, dos professores e até mesmo dos colegas. A maioria dos professores não aborda o assunto, fazendo com que a prática de vivissecção se torne normal e inquestionável.

Abraços, Aline Corrêa.

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