SEPDA – Castração RJ

Prezados (as) protetores (as),
conforme havíamos informado em comunicado anterior, o Programa Bicho Rio está passando por mudanças. Por isso, após pedidos de protetores de diversas localidades, fizemos ajustes no sistema de agendamento para esterilização.
A partir do dia 14 de janeiro de 2010,  o protetor (a) deverá agendar suas vagas diretamente com os agentes administrativos de cada centro de esterilização. Ou seja, se desejar agendar as cirurgias no centro da Praça Seca, deverá ligar diretamente para lá.
Segue abaixo os nomes dos agentes e respectivos telefones de cada centro de esterilização:
Bonsucesso – Danielle – 21 9366-3336
Coelho Neto – Caroline – 21 9496-9452
Realengo – Marcos – 21 9496-9455
Largo do Machado – Kelly – 21 9496-9451
Praça Seca – Aila – 21 9496-9454
O centro do Campo de Santana terá agendamento em todos os dias da semana, a partir das 9h, pelo telefone 21 2293-6518, diretamente com a Dra. Luciana.
Qualquer dúvida, favor telefonar para: 21 2292-6516 e 21 2273-2816.
Att,
Clarisse Chalréo – Imprensa
Comunicação SEPDA
Secretaria Especial de Promoção e Defesa dos Animais
Rua Afonso Cavalcanti, 455 – Sala 348.
Rio de Janeiro
Tel.: 21 2292-6516 /21 2273-2816
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Ansiedade de Separação em Cães

( ESTA MATERIA PRA MIM FOI ESPECIAL,MINHA FILHA QUANDO SAI PARA FACULDADE A MYLLA FICA DEPRESSIVA E CHORA MUITO E TB ALGUMAS ATITUDES QUE EU NÃO ENTENDIA E ESPERO QUE AJUDEM A VCS TB) .Ansiedade de separação é o conjunto de comportamentos exibidos por cães quando são deixados sós, sendo um dos problemas comportamentais mais comuns em cães. Os proprietários freqüentemente referem-se a estes animais como “rancorosos”, “chateados”, “raivosos”, que agem com “despeito”, “má vontade”, mas este tipo de explicação não tem nenhuma base etológica. Como conseqüência, acabam punindo seus animais de modo incorreto e contribuindo para a manutenção ou aumento da freqüência do comportamento. O mais correto seria descrever este tipo de comportamento perturbado como resultado de uma resposta ao estresse pela separação da pessoa ou pessoas com quem o animal está ligado ou apegado.

O comportamento de apego é essencial para a sobrevivência de animais sociais. É um mecanismo de coalizão social. A partir do nascimento o filhote forma ligações com a mãe e com os irmãos da ninhada. Posteriormente, com o início do período de sociabilização (2 a 4 meses de idade), o filhote irá se ligar a seus irmãos e a outros cães adultos. Com o cão isto pode incluir outras espécies com que tiver contato neste período. O período de sociabilização determina o tipo de relação social que um animal estabelecerá, bem como os processos de comunicação, coordenação, hierarquia e o tipo de relação que terá com seu proprietário. A ligação implica numa relação de confiança e é o fundamento do laço entre o proprietário e o animal de estimação. Porém, quando um cão fica dependente demais de seu proprietário poderá desenvolver alterações comportamentais associadas a separação.

Poderão ser observados: defecação e micção em localizações impróprias, comportamentos destrutivos ( escavar, arranhar, morder objetos pessoais, móveis, paredes, portas e janelas), vocalizações excessivas (latidos, uivos e choramingos), depressão, anorexia e adipsia e hiperatividade. Porém é preciso deixar claro que, somente o levantamento do histórico comportamental e do contexto em que estes comportamentos ocorrem podem determinar um diagnóstico de ansiedade de separação.

Definições necessárias

Medo: sentimento de apreensão associado a presença ou proximidade de um objeto, indivíduo ou situação social de risco. O medo é parte do comportamento normal e pode ser uma resposta adaptativa. A determinação de até que ponto o medo ou respostas de medo são anormais ou inapropriadas deve ser feita pelo contexto em que ocorrem. O medo normal ou anormal são geralmente manifestações graduadas, com intensidade de resposta proporcional à proximidade ou percepção da proximidade do estímulo.

Fobia: uma resposta súbita, tudo ou nada, profunda, anormal, que resulta num comportamento de medo extremo (catatonia, pânico). Muitas reações de medo são aprendidas e podem ser desaprendidas com exposições graduais. Fobias são definidas como reações de medo desenvolvidas rapidamente e profundamente e que não são extintas com exposições graduais. Uma vez o evento fóbico tenha sido experimentado, qualquer evento associado a ele ou a memória deste é suficiente para gerar a resposta.

Ansiedade: uma antecipação apreensiva de um perigo futuro ou desgraça acompanhada por um sentimento de disforia e ou sintomas somáticos de tensão (vigilância e atenção, hiperatividade autonômica, manifestações fisiológicas, aumento da atividade motora e tensão)

Origem e Diagnóstico

A principal característica da ansiedade de separação é que os comportamentos indesejados estão claramente relacionados à ausência de um ou de todos os membros da família. Ocorre quando o animal não pode ter acesso ao proprietário. Mesmo que o animal esteja na companhia de outras pessoas ou animais, o comportamento pode vir a se manifestar por estar associado a ausência de uma pessoa em especial com quem o animal tem uma “ligação muito forte”. Deve-se procurar fazer diagnóstico diferencial com outros distúrbios comportamentais e patológicos. Para isso é preciso obter-se a história comportamental detalhada do proprietário.

O comportamento de ganir, latir e uivar no filhote pode ser considerado normal e é o resultado da separação da mãe, visando a reunião. Quando isto não ocorrer, o filhote fica deprimido, quieto e imóvel até o retorno da mãe. No caso de cães adultos este comportamentos podem se repetir, mas são considerados distúrbios devido às conseqüências.

Cães com ansiedade de separação são muitas vezes obedientes e bem treinados quando estão na companhia do proprietário. A ansiedade de separação é então considerada como o resultado de um estresse pela ausência do proprietário.

Eventos traumáticos na vida de um cão jovem podem aumentar a probabilidade do desenvolvimento de ansiedade de separação. Estes eventos incluem: separação precoce da mãe, privação prematura de laços com a ninhada (filhote de cães mantidos em lojas ou abrigos para animais), uma mudança súbita de ambiente (casa nova, ficar em um canil), uma mudança no estilo de vida do proprietário, resultando em um súbito término no contato constante com o animal, uma ausência de longo prazo ou permanente de um membro da família (divórcio, morte, crianças que crescem e deixam a casa, volta para a escola ou trabalho, férias que terminam) ou a adição de um novo membro na família (bebê recém-nascido, novo relacionamento social ou novo animal de estimação). O problema também pode ser o resultado de uma estadia prolongada ou traumática na casa de um parente ou amigo, em um canil ou hotel. A ansiedade de separação pode estar ainda associada a um evento traumático que possa ter ocorrido durante a ausência do proprietário (explosões, tempestade, assaltos violentos).

Não há predisposição sexual ou por raça. Cães de rua recolhidos em canis de adoção têm predisposição a ansiedade de separação.

Os cães com predisposição a ansiedade de separação são ansiosos, agitados e super ativos. Seguem o proprietário por todo lado, pulam em cima dele e correm sem parar.

Muitos cães podem sentir quando seu proprietário está para sair de casa e ficam ansiosos até mesmo antes de sua saída. Enquanto o proprietário se prepara para sair, o cão apresenta sinais de:

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aumento de atividade, choramingar, ganir, solicitar atenção, pular e seguir o proprietário onde quer que ele vá, tremer ou até mesmo fica agressivo quando o proprietário tenta partir; neste caso a agressão por dominância deve ser pesquisada;
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depressão, fica parado, deitado sem se mexer quando o proprietário chama ou tenta tirá-lo do lugar.

Depois de um tempo variável da saída do proprietário, os cães:

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arranham, cavam e mastigam as portas e janelas na tentativa de seguir seu proprietário;

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mastigam, arranham e cavam objetos domésticos ou pessoais (livros, móveis, fios, paredes, roupas);
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urinam e defecam em localizações inaceitáveis, como na porta ou na cama do proprietário e vocalizam (choramingam, latem e uivam sem parar);
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ficam deprimidos e não comem ou bebem enquanto o proprietário não volta. Isto é especialmente prejudicial se o proprietário ficar fora por um longo período;
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sialorréia, tremor, dispnéia, taquicardia, diarréia, vômito ou auto-mutilação (morder e lamber patas e outras partes de seu próprio corpo).

A maioria dos cães afetados fica super excitado quando o proprietário retorna, saudando seu proprietário mais efusivamente do que o normal. Quando o proprietário retorna, o cão geralmente torna-se extremamente ativo e exagera suas saudações à chegada do proprietário.

Se o problema for recente e o animal não for de temperamento extremamente ansioso, o prognóstico será favorável. Já nos casos mais antigos de ansiedade, ou nos casos em que há associação com comportamentos de pânico, o prognóstico é reservado.

Diagnóstico diferencial

Um cão com comportamento destrutivo deve receber um diagnóstico diferencial. É preciso recolher a história comportamental, o foco do comportamento, o contexto e as circunstâncias nas quais o comportamento ocorreu. Deverão ser caracterizados o ambiente social e físico e a rotina diária (alimentação, higiene, brincar, exercício, dormir). A história comportamental irá informar também como ocorreu o processo de educação e adestramento, incluindo a forma como foi realizado o treino para as eliminações e como foram aplicadas as punições. Deve-se caracterizar a rotina dos habitantes da casa e a forma como se dão as interações, incluindo o sociograma.

Os principais diagnósticos diferenciais devem ser feitos de acordo com o comportamento exibido:

1. Comportamentos associados a eliminação: Falta ou educação deficiente para eliminação. Falta de oportunidade de defecar e urinar em local apropriado Medo ou excitação Submissão, saudação e marcação Patologias (cistite, prostatite, gastroenterites). Cães idosos Agressividade por dominância ou territorial 2. Comportamento destrutivo Comportamento lúdico ou exploratório Mastigação de filhote Resposta de medo Reação a estímulos excitatórios Super atividade Agressividade por dominância ou territorial 3. Vocalização Reação a estímulos excitatórios (sonoros) Facilitação social Lúdico Agressão Respostas de medo O exame laboratorial deve incluir urinálise, coproparasitológico, hemograma, sorologia e hormônios da tireóide e glândula adrenal (hiperadrenocorticismo), na dependência da história e dos sintomas clínicos associados. É preciso pesquisar sintomas de dor. Para cães de mais de 8 anos está indicada a colonoscopia na dependência dos sintomas. Nos casos envolvendo animais com mais de 8 anos, os processos patológicos podem estar associados a disfunção cognitiva geriátrica canina. Esta patologia determina lesões comparáveis a Alzheimer humana, porém a causa não foi ainda estabelecida. Suas manifestações incluem, além dos comportamentos de ansiedade de separação, diminuição de obediência a comandos, irritabilidade, confusão, perda do condicionamento associado a eliminações e alteração no padrão de sono.

Tratamento

Antes de se iniciar qualquer protocolo de tratamento comportamental é preciso orientar o proprietário em como ocorre o aprendizado canino. O conhecimento que temos do processo cognitivo animal é o resultado da análise experimental do comportamento e estabelece relações funcionais entre as variáveis comportamentais e as variáveis ambientais e endógenas. Assim, quando se observa o comportamento de um animal, é preciso entender que ele foi o resultado da interação destas variáveis. Se um determinado animal apresenta ansiedade de separação, o que está implícito é o resultado da relação da ausência do proprietário, o comportamento resultante e os estímulos conseqüentes (condicionamento). O comportamento foi portanto reforçado. Então é preciso identificar quais são os estímulos reforçadores. No caso da ansiedade de separação identificaremos estímulos antecedentes (sinais da saída do proprietário), respostas (após um tempo determinado da saída, o cão apresenta comportamentos inadequados tais como: destruição, eliminação inadequada, vocalização etc.) e no retorno do proprietário haverá estímulos conseqüentes (dar comida, fazer carinho), responsáveis pela probabilidade futura da emissão dessas respostas. É importante ressaltar que, seja qual for o comportamento do proprietário, se o comportamento indesejado se mantiver ou aumentar em freqüência, este estímulo será chamado de reforço positivo. O proprietário deve ser alertado de que, uma vez iniciado o protocolo de modificação comportamental, ele deve se programar e se determinar a segui-lo passo a passo, evitando qualquer falha de procedimento. Parte do tratamento inclui a extinção do comportamento indesejado, isto é não deve haver mais a apresentação de reforço positivo após a emissão do comportamento anteriormente condicionado. Se o proprietário falhar poderá haver o retorno do comportamento e desta vez ainda mais difícil de ser extinto ou modificado. Por outro lado, pode haver estímulos conseqüentes ao próprio comportamento, então diremos que são estímulos auto-reforçadores. Pensando nisto deveremos assegurar que o animal tenha acesso somente a seus próprios objetos, brinquedos, e ossos. Ele não deverá ter mais acesso a objetos pessoais ou móveis. Se preciso, pode-se colocar uma chapa plástica nas paredes para evitar que ele as cavouque.

O princípio subjacente a toda técnica de tratamento para fobias, medos e ansiedades consiste em permitir que um animal experimente situações que elicitem medo e ansiedade sem que fique ansioso ou com medo. Para isso é preciso identificar quais são estes estímulos.

Os métodos para tratar ansiedade de separação incluem: modificação da relação entre proprietário e seu animal de estimação, exercício físico, treino para obediência, modificação dos estímulos antecedentes e conseqüentes, prevenção e medicamentos ansiolíticos.

O sucesso do manejo da ansiedade de separação inclui ensinar o cão a tolerar a ausência do proprietário e corrigir os problemas associados a destruir, vocalizar, e eliminar em locais inadequados.

O cão deverá adaptar-se gradualmente a ficar só através de exposição a pequenas partidas. Se a resposta ansiosa acontecer logo após a partida do proprietário (dentro de 30 minutos), o cão deverá permanecer sozinho, no princípio, durante intervalos muito pequenos (5 minutos) para assegurar o sucesso do tratamento. O período de ausência é então gradualmente aumentado. O proprietário deve evitar a interação enquanto o animal apresenta comportamentos ansiosos. Deve assegurar que o cão não se ocupe com saudações prolongadas no retorno do proprietário, gratificando ou premiando o animal somente quando este estiver tranqüilo e calmo.
O tratamento pode ser iniciado com a dessensibilização às pistas ou sinais que indiquem ao cão a saída do proprietário. O animal deverá permanecer calmo enquanto o proprietário se movimenta. As pistas que antes informavam ao cão a futura saída (estímulos discriminativos antecedentes) serão expostas ao cão, mas não devem ser concluídas com a saída real do proprietário. Pode-se também fazer o contra condicionamento, para isso treina-se o cão a manter-se sentado e calmo enquanto o proprietário se movimenta, se afasta cada vez mais até chegar perto da porta. Posteriormente este treino é feito com ausências que serão gradualmente aumentadas. O proprietário se ausenta por tempos progressivamente maiores, mas não lineares (2, 5, 3, 6, 4, 8 minutos), e retorna antes que o cão manifeste comportamentos ansiosos.

As partidas e retornos deverão evitar super estimular o cão. O cão não deverá receber gratificação ou atenção nas partidas e chegadas. Atenção excessiva anterior à partida e no retorno parece aumentar a ansiedade de separação. Pode-se condicionar o animal a associar a saída do proprietário com um retorno breve e seguro. A TV ou rádio podem permanecer ligados ou um brinquedo apropriado pode ser fornecido ao cão. Porém, é muito importante que a pista não seja um artigo associado a ansiedade. Estas sugestões ajudam o cão a associar positivamente o período de isolamento. Uma vez iniciado o tratamento, o cão não poderá ficar sozinho mais do que o tempo estipulado. É fundamental identificar se há componente de pânico associado; em caso positivo, deve-se tratar a condição, pois o pânico está associado a estímulos específicos e a ausência do proprietário é apenas a chave de onde parte o problema.

Medicamentos ansiolíticos auxiliam a suprimir a ansiedade de separação. São freqüentemente usados em cães com ansiedade de separação severa ou quando os proprietários têm que deixar o cão só por um período longo enquanto o tratamento está em andamento. Na maioria dos casos, fármacos não são uma solução e devem ser usados em combinação com um programa de modificação comportamental. A escolha do medicamento deve levar em conta o fato destes diminuírem a capacidade de aprendizagem e que seu efeito varia de acordo com o indivíduo. O ideal é que ansiolíticos sejam dados ao animal enquanto o proprietário está em casa, para se determinar a duração e os possíveis efeitos colaterais. Caso não sejam constatados efeitos colaterais, a droga deve ser dada uma hora antes da saída do proprietário. A diminuição da dose deve ser gradual e conforme avaliação do sucesso do programa de modificação comportamental. Os principais medicamentos utilizados são os antidepressivos tricíclicos, progestágenos, barbitúricos, fenotiazinas e benzodiazepínicos. O objetivo é reduzir a ansiedade sem induzir sedação, o que poderia interferir com a aprendizagem. Além disso é preciso considerar o estado clínico do animal antes de se ministrar o medicamento e os efeitos colaterais.

Em casos severos o proprietário pode ter também que executar um programa de dessensibilização da dependência do cão a uma pessoa, evitando contatos prolongados, impedindo que o animal durma no mesmo quarto ou na mesma cama que o proprietário. Ignorar o cão por um período de tempo não quebrará o laço afetivo com o proprietário, mas diminuirá a dependência extrema do cão, permitindo que ele tolere sua ausência sem ansiedade. Ignorar um animal de estimação pode ser difícil para o proprietário, mas é importante que ele entenda que isto resultará em uma relação muito mais saudável e feliz para ambos.

Castigos ou punições físicas só pioram a ansiedade, por isso não são recomendados como tratamento. A punição é um procedimento que visa suprimir rapidamente a freqüência de um comportamento por meio de um controle aversivo. Raramente o procedimento é aplicado com planejamento e conhecimento. As pessoas confundem punição com “castigo”, sendo que o castigo aplicado muitas vezes só serve para aliviar a ira do proprietário contra um cão que fez algo inadequado. Como conseqüência há o desenvolvimento de comportamentos respondentes (medo/agressividade) diante do punidor. O uso da punição como estímulo aversivo deve ser feito com planejamento, de modo que a punição seja aplicada imediatamente após a ocorrência do comportamento a ser suprimido, o que é difícil pois, no caso de ansiedade de separação, tais comportamentos só ocorrem na ausência do proprietário.

Prevenção

Quando o proprietário inicia um relacionamento com seu animal de estimação de maneira muito intensa, afetiva, carinhosa e por muito tempo, mas sabe que esta disponibilidade irá mudar, deveria preparar gradualmente o cão para essas mudanças, evitando assim a ansiedade de separação.
Se um filhote ou um cão novo é trazido para casa, é importante evitar situações que encorajem um apego excessivo. O cão deve ser acostumado lentamente a ficar. Isto pode ser realizado através do “treino da gaiola” (anexo1). Este tipo de exercício é especialmente útil quando se sabe que o proprietário irá se ausentar por longos períodos. Outra orientação deve alertar o proprietário a impedir que o cão o siga constantemente, ajustando-o gradualmente a estar só em casa por um longo período. Deve-se evitar estimular ou reforçar comportamento de brincar com outros objetos que não os brinquedos apropriados. Todos os comportamentos que estimulem demasiadamente o cão devem ser evitados. Todo comportamento de chamar a atenção ou solicitar coisas ao proprietário não devem receber atenção. Os comportamentos tranqüilos e silenciosos devem ser reforçados. Após os 5 meses de idade o cão pode ser ensinado a sentar, ficar e esperar. Se o cão começar a morder objetos inadequados, o proprietário deverá evitar a interação, mas se for absolutamente necessário deve-se utilizar um spray de água imediatamente enquanto o animal morde o objeto (estímulo aversivo). O exercício físico diário (passeio), deve durar no mínimo 20 minutos e oferece a oportunidade da interação tranqüila, calma, paciente e consequentemente gratificante. O passeio possibilita ainda a oportunidade de ensinar o cão a sentar, ficar e esperar.

Anexo 1

*
Treino da gaiola para filhotes a partir de 45 dias de idade.
*
Use um gaiola ou uma caixa de transporte com espaço suficiente para o filhote dar a volta.
*
Acostume o filhote a ficar, dormir ou brincar neste espaço sem fechar a portinha.
*
Após uma semana inicie o treino, deixando o filhote por curto espaço de tempo, fechado na casinha e sem contato visual com você.
*
Terminado o tempo estando o filhote calmo e relaxado, abra a porta e interaja com o cão de modo calmo.
*
Vá progressivamente aumentando o espaço de tempo em que o animal fica fechado dentro da casinha até chegar a 1,5 horas.
*
Assegure-se que ele tenha evacuado e urinado antes de iniciar o exercício.
*
Não corra atrás do animal para pegá-lo.
*
O alimento deve ser fornecido 15 minutos depois de terminado o exercício.

http://redebichos.ning.com/group/dicasteisparaseusbichinhos/forum/topic/show?id=3060656%3ATopic%3A47827&xg_source=msg_group_disc

Cloreto de Magnésio? Uma verdadeira panacéia… também para os animais

Autora: Marie-France Muller – doutora em psicologia e naturopatia

Capítulo 5 – págs 38 a 55 do livro Medicamentos suaves para animais para melhor curá-los e amá-los
Editor – Jouvence Editions – France
Tradução livre: Nina Rosa Jacob

Argila e cloreto de magnésio são, a meu ver, insubstituíveis por sua simplicidade de aplicação, sua importante eficácia e seu baixo custo. Você conhece esse remédio maravilhoso, simples, não tóxico e barato? Ele permite que você cure a você mesmo e a seus animais por alguns poucos reais, mesmo quando os antibióticos parecem não resolver. Trata-se de um remédio muito fácil de encontrar, é vendido sem receita, em qualquer farmácia.

Resultados rápidos

Pouco ou mal conhecido, (diria mesmo desconhecido,) o cloreto de magnésio normalmente permite obter resultados rápidos e espetaculares, inclusive em alguns casos de patologias graves ou agudas, e em um bom número de doenças infecciosas. O Professor Delbet considera-o um dos melhores agentes profiláticos do câncer. Daí seu imenso interesse, inclusive para os animais. Ele pode prestar imensos serviços tanto nos pequenos males, quanto nos casos mais sérios que atingem esses nossos amigos

É também um remédio preventivo de múltiplas virtudes, cujo único inconveniente é… seu gosto detestável! Entretanto, nunca tive dificuldades para ministrá-lo a meus animais: passada a primeira (e desagradável) surpresa, eles constatam sua eficácia e compreendem que têm todo o interesse em tomá-lo. Nisso eles são muito mais sábios que a maioria de nós…

No uso veterinário, o método citofilático (“que protege as células”), o cloreto de magnésio oferece múltiplas possibilidades.

Nos meus amigos de patas (quatro ou duas), os resultados sempre foram excelentes: do hamster ao nosso cão, todo mundo toma, ao menor sinal de alarme. Em geral nós acrescentamos regularmente um pouco em sua comida, de acôrdo com seu peso, para prevenir eventuais doenças. Funciona!

A maioria de meus pequenos companheiros foram resgatados de um fim prematuro e chegaram à nossa casa em desespero de causa (mas em geral se restabeleceram). Nesses casos, começamos por lhes ministrar uma cura de cloreto de magnésio em boa dose (não importa se ocorrerem alguns estragos nos dois primeiros dias); o bom resultado não se faz por esperar…

Alguns animais precisam ser “persuadidos” a engolir essa mistura, mas sempre conseguimos, mesmo com animais que não nos conhecem.

Modo de usar

Fácil de preparar, simples de tomar, barato, esse remédio pode evitar os problemas mais graves. Assim, um gato em contato com outro que tenha leucose – essa doença terrível similar à leucemia, que dizima a população felina – poderá facilmente estar protegido de eventual contaminação, se consumir diariamente na sua comida um pouco de cloreto de magnésio.

Importante saber que esse produto tem efeito ligeiramente laxativo. Se você lhe ministrar demais, pode acontecer um pequeno acidente; mas em geral seu animal não terá dificuldade de reter; não interrompa o tratamento por causa disso. Considere como normal e de bom augúrio as fezes moles de seu gato ou cão no início do tratamento; logo as coisas se regularizarão sozinhas.

Preparação

Nada mais simples. Você encontrará o cloreto de magnésio em sachês de 20 gramas ( no Brasil, em média 33 gramas).

Diluir o conteúdo de um sachê em um litro de água pouco mineralizada, e está pronta a solução para ser utilizada. Ela se conserva muito bem, mesmo sem geladeira. Melhor ter sempre alguns sachês à mão, para evitar atravessar a cidade domingo à noite procurando uma farmácia aberta.

USO INTERNO

Ministrar uma dose da solução (de acordo com o peso do animal) de uma a seis vezes ao dia, de acordo com o caso (ver adiante). Pode-se ministrar a solução diretamente ou misturar na comida ou bebida.

1 – se desejamos apenas um efeito preventivo (fadiga, epidemia ou outro) geralmente é suficiente tomar uma dose pela manhã ou à noite durante alguns dias.

2 – Em caso de doença aguda (febre, todas as infecções,) é aconselhável começar por duas ou três doses com 3 horas de intervalo; depois uma dose a cada 6 horas durante 48 horas; em seguida a cada 12 horas (de acordo com o estado do animal). Finalmente, apenas uma dose ao deitar durante uma semana, para restaurar a imunidade.

3 – Em casos de distúrbios benignos sem febre, podemos nos contentar com uma dose, uma ou duas vezes ao dia. Sempre prosseguir alguns dias após o desaparecimento dos sintomas.

Como poderá constatar, esse tratamento é simples, pode ser levado sem problemas em viagens, porém muito eficaz. Ele combina muito bem com tratamento homeopático ou outro, se necessário.

GATOS

Nossos queridos são delicados; nem pense em misturar uma colher de café da solução no seu patê, mesmo naquele seu preferido: eles vão amarrar a cara com um “snif” desdenhoso e preferirão se abster de comer, a cometer tal indignidade. Em caso de doença, o método forte se impõe: a seringa! Use uma seringa hipodérmica.

Segure seu gato pela pele do pescoço, levante-o ligeiramente ou mantenha-o firmemente imobilizado(depende do gato) e injete rapidamente o medicamento na sua garganta, pelo canto da boca. Lembre-se de mantê-lo ainda alguns instantes seguro até perceber que ele engoliu.

Nos casos de gatos que se oponham vigorosamente a qualquer ação deste gênero, melhor fazer o procedimento em duas pessoas: envolva o gato numa coberta ou uma toalha de banho grande, enrole várias vezes para não ser arranhado, mantenha-o apertado, deixando de fora apenas a cabeça, que a segunda pessoa vai segurar com uma mão e introduzir o medicamento com a outra.

Posologia

– gato filhote: (10 cc respeitando o ritmo (uma a seis vezes por dia)

– gato adulto: 20 cc à uma colher de café por dose

Doença dos gatos jovens: Tifo
Por ser um vírus muito contagioso, é a doença mais mortal nos felinos não vacinados (e mesmo entre os vacinados). O método citofilático traz excelentes resultados, mesmo que aplicado tardiamente. Porém, evidentemente melhor os tratar desde os primeiros sintomas.

Uma ou duas colheres de café da solução cada 2 ou 3 horas no primeiro dia, depois 2 ou 3 vezes por dia conforme for melhorando, até o restabelecimento definitivo.

Gastro-enterite infecciosa
Também nessa doença o cloreto de magnésio faz maravilhas quando ministrado uma colher de café (duas, se o tratamento vier tardiamente) a cada 3 horas até a melhora dos sintomas; depois apenas uma colher de café 2 ou 3 vezes por dia até o completo retorno à normalidade.

Todas as outras doenças podem ser tratadas da mesma forma.
CAVALOS

O tratamento pelo cloreto de magnésio mostra-se muito eficaz e barato.

Gurma(usagre),estado febril, febre tifóide,… não há doença infecciosa que resista a este tratamento tão simples.

Existem tres métodos:

– se seu amigo aceita o remédio: injetar em sua boca com uma grande seringa um litro ou mais da solução.

– se ele não aceita, será necessário mantê-lo afastado de seu bebedouro habitual e fazê-lo beber a solução em um balde.

– outra possibilidade: misturar a solução no trigo.

Posologia

Potro: meio litro da solução 2 vezes ao dia ( ou mais , se necessário)

Até 500 kilos: 1 litro cada 6 horas durante quatro dias, depois cada 8 horas até o restabelecimento definitivo.

Mais de 500 kilos: 1 litro e meio da solução, como indicado acima.

Em casos muito graves, iniciar com duas doses a cada duas ou três horas.

Em todos os casos, respeitar os ritmos indicados. Podemos aumentar ou diminuir a quantidade em função das reações do animal; os cavalos em geral reagem muito bem ao tratamento.

Uso externo

Em uso externo a solução de cloreto de magnésio também lhes trará muitos benefícios: banhos para os pés, lavagem de feridas e lesões, compressas, etc. É um bom complemento ao tratamento com argila. Pode-se preparar a pasta de argila usando a solução de cloreto de magnésio no lugar da água.

Nota: este tipo de tratamento se aplica também aos bovinos. O Doutor Neveu trata também com sucesso a febre aftosa, o aborto, a dificuldade de parir, a mastite, o fleumão, as corizas e bronquites verminosas…

Mesmas posologias.

CÃES
Em geral é suficiente adicionar ao seu patê ou latinha a dose necessária: ele engolirá tudo gulosamente. Se ele estiver muito doente e se recusar a se alimentar, use o sistema da seringa hipodérmica (sem a agulha, evidentemente!) e injete o líquido em sua garganta pela comisura dos lábios.

Posologia
– cão pequeno porte ou filhote: uma colher de café ou de sopa (20 a 50 cc) uma a várias vezes ao dia, de acordo com seu tamanho e com a gravidade do caso.

– cão porte médio: um copo (125cc) uma a várias vezes ao dia

– cão porte grande: um copo e meio (180cc) uma a várias vezes ao dia.

Doença do Quadrado (Carré)

Essa doença equivale à poliomielite humana e se cura com o mesmo método. O cloreto de magnésio cura imediatamente a forma óculo-nasal, cura rapidamente as formas digestivas e respiratórias.

Ele cura também a forma nervosa, paralisante, desde que a paralisia não exceda ainda 8 dias. Minha experiência comprovou que, mesmo nesses casos, é possível obter a cura, e, em todos os casos, ocorre uma visível melhora no estado do animal.

Ministrar a solução cada 6 horas durante quatro dias, depois cada 8 horas até o restabelecimento total. Em casos muito graves, iniciar por duas doses a cada 2 ou 3 horas.

Em casos de urgência, peça ao seu veterinário as injeções intravenosas de cloreto de magnésio Cloreto de magnésio injetável, comercializado em farmácias (laboratório Meram): elas podem salvar a vida do animal.

N.B. as ampolas contém 5 g de cloreto de magnésio por 20 ml de soro fisiológico: 1/2 ampola é suficiente para um cão de grande porte, ¼ de ampola para um de pequeno porte. Esta fórmula galênica só se utiliza em situação de grande urgência, como por exemplo em casos declarados de tétano, leucemia aguda, hepatite viral, parvovirose…

A injeção deve ser aplicada por via intravenosa lenta (20 minutos).

Piroplasmose
A cura é rápida: ministrar uma dose da solução pela manhã e à noite durante 2 ou 3 dias.

Gastro-enterite
Ministrar a solução pela manhã, meio dia e noite, durante 5 dias.

Picada de cobra
Saiba que, nesses caso em particular, o cloreto de magnésio pode salvar seu animal e você: em geral apenas uma dose é suficiente!

PORQUINHO DA INDIA, COELHO ANÃO
É muito fácil faze-los tomar a solução com um conta-gotas. Uma dezena de gotas são suficientes, de uma a seis vezes por dia. Em casos de infecção grave, não hesite em ministrar uma colher de café duas ou três vezes por dia: não há risco algum de super-dosagem! Como ação preventiva, podemos também banhar os grãos que eles comem com algumas gotas, adicionadas de uma preparação de vitamina C.

Em casos de problemas de pele (sobretudo para coelho anão) ou de conjuntivite, o cloreto de magnésio (assim como a argila) é muito eficaz quando aplicado localmente.

GALOS, GALINHAS, PATOS, POMBOS, ROLINHAS, etc.

É muito fácil tratar nossos amigos de penas dessa maneira, porém o mais simples é evitar que eles fiquem doentes, tendo o hábito de misturar o cloreto de magnésio à sua comida. Esta precaução é ainda mais importante se você consome seus ovos.

Preventivamente: uma dose adaptada ao peso do animal no bebedouro (e também na argila) ou, pAra maior eficácia, misturada à sua comida.

Curativamente: Trate separadamente o animal doente ministrando-lhe diretamente no bico a dose necessária, ou substitua a água dele pela solução magnesiana.

Difteria aviária, cólera aviária, febre aviária, peste aviária: Uma dose da solução a cada 3 horas (somente durante o dia) até o restabelecimento da saúde.

Pneumonia contagiosa dos frangos: Uma dose da solução a cada duas horas durante o dia até o restabelecimento da saúde.

Diarréia branca, etc.: Substituir a água do bebedouro pela solução de cloreto de magnésio.

Pevide (Pépie): Uma vez retirada a enduração córnea da língua, ministrar imediatamente duas colheres de café da solução: sua galinha voltará imediatamente a comer.

Posologia média geral
– galinha, galo: uma ou duas colheres de café (dependendo do tamanho da ave)

– pato: uma ou duas colheres de sopa

– pombo, rolinha: meia colherinha de café.

HAMSTER

Três a quatro gotas serão suficientes, ministradas com conta-gotas ou misturadas à sua água de beber. Em casos de problemas de pele, podemos também lavar a mesma com um pouco da solução.

PÁSSAROS
O tratamento citofilático é um grande recurso na prevenção de doenças. Faça um tratamento de duas ou três semanas nas mudanças de estação ou quando ele lhe parecer doente. De acordo com o tamanho, adicione a dose da solução de cloreto de magnésio diluída em sua água de beber: eles aceitam muito bem. Vigie seus excrementos e diminua a dose em caso de diarréia.

Posologia
– pássaros pequenos (canários, etc.): meia colherinha de café da solução no seu bebedouro cheio de água (podemos acrescentar vitaminas ao mesmo tempo). Para os pequenos passarinhos e as raças muito pequenas, algumas gotas serão suficientes.

– rolinhas, mainás…: uma colher de café da solução para um bebedouro cheio de água.

– papagaios: uma colher de sopa da solução para um bebedouro cheio de água.

PEIXES

Adicione algumas (poucas) gotas de cloreto de magnésio na água do aquário: só poderá lhes fazer bem. Atenção à dose, principalmente para os peixes de água doce. Seja muito moderado!

USO EXTERNO

Utilize o cloreto de magnésio para tratar todos os ferimentos ou lesões possíveis. A solução não arde e seu animal guardará uma boa lembrança para a próxima vez. Pense também em pomadas à base de cloreto de sódio.

Chagas, ferimentos diversos, mordeduras
Lave bem o ferimento com a solução de cloreto de magnésio sem adicionar nenhum outro produto. Se o ferimento parecer infeccionado: aplicar uma compressa embebida na solução e mantê-la no local, se possível, com uma bandagem. Se não for possível, tente deixa-la sobre o ferimento ao menos alguns minutos: o tempo de fazer-lhe um bom carinho.

Em alguns casos pode ser mais fácil e eficaz para banhar um membro (a perna de um cavalo, uma pata) utilizar uma bacia cheia da solução normal a 20 ou 33 gramas por litro de cloreto de magnésio – à qual você poderá adicionar argila (nesse caso melhor fazer o tratamento do lado de fora, se possível, em consideração aos seus tapetes!) Alguns minutos serão suficientes. Repetir o procedimento quantas vezes for necessário.

Ao mesmo tempo que a aplicação externa, é muito útil ministrar também o cloreto de magnésio por via interna, a dose da manhã e da noite, até o completo restabelecimento.

Em caso de infecção, temperatura elevada: siga a posologia habitual ministrando a solução em intervalos regulares várias vezes ao dia.

Eczema, sarna, alopecia e outros problemas de pele

Banhar generosamente a pelagem duas a três vezes ao dia, fazendo a solução penetrar até a pele. Cuidado no inverno para que o animal não sinta frio. Acrescente um pouco de cloreto de magnésio à sua alimentação cotidiana para manter as defesas imunológicas, adicione também levedo de cerveja e óleo de germe de trigo (vitamina E).

Queimaduras

Aplique uma compressa de gaze embebida de cloreto de magnésio. Deixe-a no local afetado, molhando suavemente com a solução várias vezes ao dia. Pode-se alternar esse tratamento com aplicações de lama argilosa.

Todos os animais podem se beneficiar do método citofilático, associado ou não a outros tratamentos. Inspirando-se nos conselhos aqui descritos e com um pouco de prática, você estabelecerá facilmente o melhor programa de tratamento.

Tradução livre: Nina Rosa Jacob