COM 17 CÃES EM CASA, ESTUDANTE FAZ CAMPANHA PARA PRODUZIR CASINHAS PET

MS campogrande campanha doaçãoA estudante já tirou 17 cachorros da rua e 5 estão para adoção. (Créditos: Marcos Ermínio/Divulgação).

Para dar abrigo aos cães e gatos nos dias de frio, Paola Brizuena, de 23 anos, criou em Campo Grande uma campanha de arrecadação de bacias de plástico, para fazer casas que serão doadas às famílias e ONGs para proteger os animais nos dias gelados. Apesar de lançada na semana passada, Paola está com dificuldades de conseguir as bacias.

"Até o momento nada foi doado e a gente se preocupa com o sofrimento deles" diz. Ela é acadêmica de Medicina Veterinária e ressalta que mesmo que eles sejam resistentes a baixas temperaturas, por conta da pelagem, também estão sujeitos a hipotermia e sentem a necessidade de um abrigo em noites muito frias.

MS campogrande campanha doação2Izabela, Nathalia e Paola estão arrecadando bacias para fazer casinhas. (Créditos: Marcos Ermínio/Divulgação).Pensando nisso, ela e um grupo de amigas que sempre fizeram partes de ONGs na cidade, decidiram se unir para conseguir doações. Também são aceitos panos, cobertores e roupinhas que as pessoas não utilizam e que podem servir para aquecer os peludos.

"Nós estamos visitando bairros e batendo de casa em casa pedindo doações. Também estamos vendo quais áreas têm mais cachorros na rua e que precisam de abrigo", esclarece Paola.

A confecção das casinhas fica por conta de Paola, sua irmã e mais três amigas que caminham juntas na empreitada. Não há limite de doações, quanto mais recursos forem arrecadados, mais animais serão protegidos. Mas o objetivo é que até o início dos dias mais frios, elas consigam entregar o máximo de casinhas e cobertores pela cidade.

Paola sempre foi apaixonada por animais, tanto que decidiu seguir na profissão para contribuir ainda mais. Ela fundou a ONG Guarda Animal e está aberta a receber voluntários que queiram ajudar com doações para os cães que ela pega na rua. "Nós não temos uma sede fixa por enquanto, mas estamos sempre resgatando e cuidando de cães abandonados para que possam ser adotados".

MS campogrande campanha doação3O objetivo é proteger os animais nos dias mais frios. (Créditos: Marcos Ermínio/Divulgação).Atualmente ela tem 17 cães dentro de casa. Todos foram encontrados na rua e adotados por Paola. Destes, 5 estão para adoção. Ela milita na causa desde 2014. "Eu sentia muita necessidade de ajudar. As pessoas também recebem ajuda, mas eles também precisam de amor e carinho. E todos os dias vemos cães abandonados e sofrendo pelas ruas", lamenta.

Quem deseja contribuir com doações, pode entrar em contato com a ONG Guarda Animal pelo Facebook, Instagram ou pelo telefone (67) 9854-3108.

E para quem não tem uma bacia em casa, mas deseja ajudar algum animalzinho na rua ou até mesmo proteger o cão que não tem casinha pronta em casa, o Lado B encontrou opções com materiais que muitas vezes há dentro de casa. Veja que fofo:

MS campogrande campanha doação4Créditos: Reprodução/Facebook.

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MS campogrande campanha doação6Créditos: Reprodução/Facebook.

Fonte: Campo Grande News

Irmão Animal
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No ar em ‘Haja coração’, Betty Gofman fala da mania de adotar animais

Atriz apresenta Menina, uma de suas cadelas, e Nina, uma macaca-prega

POR BETTY GOFMAN

11/09/2016 4:30

2013-628285435-2013-626627752-2013070480317.jpg_20130704.jpg_20130711.jpgDupla. Betty Gofman com a cadela Menina – Eduardo Naddar / Agência O Globo

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RIO – Menina chama enquanto escrevo. Precisa de mim. Está surda.

Na casa em que nasci, o bicho veio não para aprender, mas para ensinar. Minha irmã Clarisse, com dificuldade de andar, aprendeu a levantar com quem anda em quatro patas. Quando todos nós chegamos, já havia bicho. Viemos depois.

Dolly, a pincher, morreu quando eu tinha 11 anos. Chorei tanto, mas tanto. Como se tivesse perdido alguém. Eu, talvez?…

Quatro irmãos, eu caçula. Carro na estrada, subindo a serra. A menina me chama. Eu olho pela janela, sozinha. Bichinhos machucados, abandonados e meu coração enxerga. Não conto para ninguém e choro, escondida até de mim.

Vou morar sozinha e não tenho coragem de ter um bicho de novo em casa. Escondo na rotina o olhar do coração.

Então, numa feira de animais — o que hoje sei ser uma coisa odiosa —, me deparo com aquele ser frágil. Eu o levo comigo. Ele morre rápido, sem as vacinas nem a idade que tinham me dito que tinha.

Pouco tempo depois, caminhando desatenta, o coração enxerga um whippet. Me prometo que esse será meu companheiro para sempre. Companheira, na verdade. Veio menina, a minha Menina.

“Olha aquelas duas magrelas correndo na Lagoa!” Faço tudo com ela: trilhas, almoços e banhos. No chuveiro, o meu xampu e o dela.

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Os olhos do coração se abrindo cada vez mais, Menina ao meu lado, tendo seus filhotes e a vida segue.

Recém-casada, com a Menina, encontro na estrada, à beira de uma comunidade, um vira-lata maltratado, triste. Invisível aos olhos, mas não aos da alma. Não quis levar e fui embora.

“Meio doida, sabe? Mulher carente.” Com medo de ser vista assim, como os protetores são vistos, fraquejei. Chorei 15 dias, arrumei o telefone do lugar, mas era tarde. Atropelado. Chega.

Não era por eles, só. Era por mim. Necessidade que eu tinha de ajudar. O radar para as dores deles não desligava e eu não podia ignorar. Prometi que, desse dia em diante, iria ajudar sempre.

Fui fazer um filme em Barcelos, na Amazônia. Lá eu a vi, em posição fetal, amarrada a uma árvore. Nina me chama. Sem nem me olhar. A macaca-prego de barriga amarela acabou no meu colo de tanto que falei dela. E nem sabia o que fazer, mas tinha que fazer. Liguei para Dayse, a bióloga que me ensinou a cuidar. Comprei fraldas, leite, taquei tudo numa bolsa e fui para o set de filmagem. Na volta, punha ela para dormir cantando.

Antes de as minhas filhas sonharem em vir, já tinha sido mãe. De outra espécie. E daí? Tem gente que cuida de gente, eu de bicho.

Nina foi para Manaus, mora no Hotel Tropical e estrelou, por acaso, o filme “Tainá”. Virou atriz, como a mãe.

Menina me chama. Está surda. Tem a idade do meu despertar. Da menina que vive dentro de mim.

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Eu resgato bichos de rua e, ao doar para um novo lar, me resgato também. Já não consigo comer carne, frango. A natureza de cuidar é maior que a de ser predador em mim.

Menina me chama. Eu obedeço. Ela, surda, mas a gente se escuta, sempre. Ela quer sair, passear por aí, ser bicho.

Quem sou eu para não responder? Esta não seria eu.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/cultura/revista-da-tv/no-ar-em-haja-coracao-betty-gofman-fala-da-mania-de-adotar-animais-20081045#ixzz4K3vUSo88
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Pit bull conduz seu dono até cão abandonado e dá esperança ao pobre animal

Incrível a sensibilidade do Ace!Confiram a materia

Recentemente um homem de Nova Jersey, EUA, passeava com seu cão, o pit bull Ace, e repentinamente o animal começou a puxar seu dono.

Os dois acabaram em uma casa abandonada e encontraram outro pitbull. Tratava-se de um filhote de 10 semanas de vida que estava à beira da morte.

O homem imediatamente levou o cachorro para a Second Chance Resgate NYC, uma instituição que cuida de cães.

Os funcionários perceberam que Theo, como passou a ser chamado o cão, tinha um grave traumatismo craniano, estava perdendo a visão e não conseguia se mexer, entre outras coisas. Em suma a condição era crítica e imaginava-se que ele não sobreviveria.

Mas ao longo dos dias seguintes um milagre aconteceu. Isso porque o cachorro começou a se mover por conta própria e voltou a enxergar. Felizmente o animal está se recuperando.

Pit bull conduz seu dono até cão abandonado e dá esperança ao pobre animal

Pitbull Ace conduziu seu proprietário a uma casa abandonada onde encontraram outro pitbull, um filhote de 10 semanas em mal estado de saúde. Foto: Second Chance Rescue NYC

Foto: Second Chance Rescue NYC

Foto: Second Chance Rescue NYC

Foto: Second Chance Rescue NYC

Foto: Second Chance Rescue NYC

Foto: Second Chance Rescue NYC

Foto: Second Chance Rescue NYC

Foto: Second Chance Rescue NYC

Foto: Second Chance Rescue NYC

Foto: Second Chance Rescue NYC

Foto: Second Chance Rescue NYC

Fonte: Littlethings / gadoo

Pitbull cego passa anos tentando e finalmente consegue encontrar um lar para sempre

No ano de 2013, Georgia Obenaus, CEO e fundadora do centro de adoção Go Pet Rescue Adoption Center na cidade de Virginia Beach, EUA, se deparou com um pitbull sem lar e o pegou para cuidar.

O animal, chamado Marco, estava ferido, com infecção de pele e outros problemas de saúde.

O fato de o cachorro ser cego dificultaria sua adoção, mas a mulher não desistiu de buscar por uma. Com a ajuda da comunidade, sua instituição recolheu o dinheiro necessário para pagar a cirurgia de Marco.

Pessoas de todo o país contribuíram e em novembro de 2015 o animal finalmente ficou livre das cataratas. Pela primeira vez, ele pôde ver o mundo ao seu redor.

Georgia acreditava que isso aumentaria as chances de o animal ser adotado, e, tempos depois, o casal Ashley e Sara McGinley – que conheciam a história do pitbull e inclusive ajudaram com as doações para a cirurgia dele – o adotaram.

Pitbull cego passa anos tentando e finalmente consegue encontrar um lar para sempre

Pitbull cego chamado Marco foi encontrado em más condições de saúde em 2013 e tratado no Go Pet Rescue Adoption Center, EUA. Ele conseguiu encontrar um lar. Foto: Go Rescue Pet Adoption Center

Foto: Go Rescue Pet Adoption Center

Foto: Go Rescue Pet Adoption Center

Foto: Go Rescue Pet Adoption Center

Foto: Go Rescue Pet Adoption Center

Foto: Go Rescue Pet Adoption Center

Foto: Go Rescue Pet Adoption Center

Foto: Go Rescue Pet Adoption Center

Foto: Go Rescue Pet Adoption Center

Foto: Go Rescue Pet Adoption Center

Foto: Go Rescue Pet Adoption Center

Foto: Go Rescue Pet Adoption Center

Foto: Go Rescue Pet Adoption Center

Foto: Go Rescue Pet Adoption Center

Foto: Go Rescue Pet Adoption Center

Fonte: Littlethings

CADELA ACORRENTADA E EXPLORADA PARA REPRODUÇÃO DÁ À LUZ PELA ÚLTIMA VEZ

Por Caitlin Jill Anders / Tradução de Roberta M. Bordin

EUA Florida cadela acorrentada da luzFotos: Big Hearts for Big Dogs Rescue

Durante a maior parte de sua vida, Dory foi mantida em uma corrente de 1,22 m e reproduziu repetidamente.

Quando uma funcionária do controle animal da Flórida ouviu falar sobre a situação de Dory, ela imediatamente começou a colaborar com a família, na esperança de incutir um pouco de compaixão neles.

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"Pelo que nós pudemos entender, ela teve diversas ninhadas, enquanto acorrentada, sendo que muitos dos filhotes não sobreviviam," contou Trinity, diretora da Costa Oeste do Big Hearts for Big Dogs Rescue, ao The Dodo.

Finalmente, a família decidiu que não queria mais a prenha Dory, e a cedeu ao Clewiston Animal Control. Infelizmente, o abrigo público estava muito lotado e as equipes de resgate estavam preocupadas que Dory talvez não saísse de lá com vida.

Uma mãe adotiva local, que tem trabalhado com o Big Hearts for Big Dogs Rescue, ouviu sobre Dory e sabia que ela tinha que ajudar. Ela contatou a organização e perguntou se eles cuidariam dela – e eles disseram que sim. Então, a mulher tornou-se a mãe adotiva de Dory, e as duas começaram a se preparar para a chegada dos filhotes.

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A Dory estava incrivelmente prenha quando ela foi resgatada, mas no fim, ainda tinham algumas semanas até parir. Parecia que ela estava prestes a estourar…

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…antes que seus primeiros filhotes finalmente chegassem ao mundo, no último dia 24.

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Devagar e sempre, os outros filhotes também chegaram…

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…e depois de um período de várias horas, Dory havia dado à luz 8 pequenos filhotes, cinco meninos e três meninas.

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Eventualmente os filhotes receberão nomes de personagens dos desenhos Procurando Nemo e Procurando Dory, e Dory e seus peixinhos estão passando bem.

“Até agora todos estão bem e Dory é a cadela mais meiga de todas, muito carinhosa e agradecida por estar fora das correntes,” disse Trinity.

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Dory tem sido uma mãe excepcional para seus filhotes, e, finalmente, depois de tantas reproduções, Dory poderá descansar sabendo que não terá que engravidar nunca mais.

“Uma vez que os filhotes estiverem desmamados e tiverem sido adotados, ela será castrada e estará disponível para adoção também,” disse Trinity. “Chega de filhotes para ela!”

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Diariamente, muitas mamães pit bull, como a Dory, acabam em abrigos depois de se reproduzirem repetidamente. Siga a história da Dory para saber quando ela e seus filhotes estarão disponíveis para adoção.

Se você estiver pronto para adotar um animal de estimação, você pode começar visitando a página Adopt-a-Pet.com.

Fonte: The Dodo

A mulher admitiu a autoria do crime atribuindo ter sofrido “um ataque de fúria”.

Por mim, nunca mais teria animal….

O juiz impôs à mulher inabilitação para ter animais durante três anos.

Por Fernando León Rejas / Tradução de Adriana Shinoda

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O Juizado Penal 2 de Badajoz, na Espanha, condenou Y.G.R., uma mulher de 41 anos, a uma pena de oito meses de prisão e inabilitação de ter animais durante três anos após um acordo no qual a acusada admitiu a autoria do crime ocorrido na madrugada do dia 10 de setembro de 2015, conforme confirmou o magistrado. Conforme foi publicado na data do ocorrido, “por um arrebato” ela jogou pela janela do segundo andar – a seis metros de altura – seu cão Chico, de quatro anos, cinco quilos e de raça indeterminada.

O juizado aceitou assim a decisão da acusada pelo delito de maus-tratos aos animais, com boas vistas do Ministério Fiscal, dado que assumiu a autoria. Isso motivou que não fosse necessário que se fizessem as alegações orais da causa, pois a mesma assumiu a responsabilidade, pois, como já havia declarado para a polícia, “agiu depois de ter sofrido um ataque de fúria”.

Portanto, não se fez necessário ouvir a declaração das testemunhas citadas, entre as quais os policiais que atenderam a ocorrência e o veterinário Carlos Rosa que cuidou de Chico, decidindo não disponibilizar o cão para adoção e ficando com ele.

Uma pessoa que vive no mesmo imóvel desceu para comprovar o estado do animal e, acreditando que estivesse morto, o jogou em um contêiner, mas os agentes da polícia local que atenderam ao chamado comprovaram que estava vivo e avisaram à clínica Clinivex, de Carlos Rosa, que é contratada da Prefeitura. Este conseguiu removê-lo do local, apesar do traumatismo craniano e da midríase (não podia fechar as pupilas), além ter perdido as unhas da pata esquerda ao bater violentamente no chão.

Na mesma casa onde vivia Chico havia outros três cães e um gato, os quais inicialmente a mulher se negou a entregar, mas foram retirados no dia seguinte.

Fonte: El periodico Extremadura