Coleção de Cosméticoas MAC

Coleção Haute Cães de M.A.C. Cosméticos

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Espere, maquiagem em um blog de cão? Não se preocupe, você não está perdida. A marca Gigante de cosméticos MAC coleção de maquiagem criou o mais novo ‘s, Haute Dogs,apresenta tons (para lábios, bochechas, olhos e unhas) inspirados pelas colorações de nossos amigos peludos favoritos. A coleção, que celebra nossas relações com os nossos melhores amigos caninos, caracteriza máscaras. O site da coleção também apresenta uma galeria de selfies "doggelganger" (onde você pode fazer upload de suas próprias fotos!), bem como um questionário para determinar seu estilo cão Haute. (Eu sou um Chow Chow.) Confira a coleção completa sobre a MAC

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http://dog-milk.com/

Após 12 anos, os donos desta cadela achavam que ela podia ser jogada fora. Mas os novos donos não gostaram mui to disso…

Chorei…

Não deixem de ler… reflexão e muito amor envolvido…

No blog de uma amante dos animais, esta carta ficou famosa alguns dias atrás. Ela conta sobre uma pessoa desconhecida que adotou uma cadela de 12 anos de um canil onde seria morta. Aqui está a tradução da carta para o português.

“Olá. Você não me conhece e para o seu bem é bom você torcer e rezar para nunca ter o azar de me conhecer.

Como eu sei o seu nome? Porque as pessoas no
abrigo de animais me deram o formulário de admissão da Cocoa. Você sabe, aquele que você preencheu. Aquele que diz que Cocoa tinha 12 anos e que você havia sido a dona dela durante todos esses anos. Aquele que dizia que você estava se mudando para um apartamento onde não era possível ter animais e não podia levar sua companheira de 12 anos. Você sabe, aquele no qual você diz que ela foi uma “doce e maravilhosa companheira”. Aquele que você disse que estava com recursos limitados.

O negócio é o seguinte, Jean. Ah, não perguntei se podia te chamar de Jean, mas vou assim mesmo. Ou então podia te chamar de vários outros nomes, nenhum dos quais você iria gostar muito. Quando eu vi a foto de Cocoa no site de controle de animais, quando eu vi aquele focinho cinza e li a descrição que seus donos de 12 anos, sua família, a haviam deixado no canil, isso partiu meu coração.

Jean, uma vez eu tive uma cadela que era tão rabugenta que se meteu em problemas por morder a bunda de uma criança porque ela estava puxando suas orelhas. Quando a cidade colocou minha cadela em quarentena por 48 horas, eu estava pronta para deixar minha casa, minha escola, tudo no calar da noite, tudo exceto minha cadela. Eu ia vazar da cidade com ela. Eu não estava brincando. Porque é assim que eu sou. Não se deixa cachorros para trás, Jean.

Então quando eu vi aquela foto da Cocoa, eu simplesmente não conseguia entender porque alguém jogaria fora um membro da família. E minha empatia por aquela cadela me consumiu até que eu tomei mais uma dura decisão e corri para o canil para adotá-la.

Aja na pressa, arrependa-se com calma. Este é o meu lema, Jean.

Quando eu peguei a Cocoa, eu tinha um olho roxo e uma infecção nasal. Eu estava muito doente, mas eu fui buscá-la de qualquer maneira, porque eu estava preocupada que aquela cadela estava apavorada e ia ser sacrificada, sozinha e assustada, olhando para todos os lados em busca de ajuda. Eu não podia aguentar este pensamento e ela nem sequer era minha cadela.

Demorou dois dias de antibióticos para que eu percebesse porque você a tinha deixado no canil. Algo me diz que Cocoa não ficou com uma severa incontinência de uma semana para outra, desde o dia que você a abandonou até o dia que eu a trouxe para casa.

Demorou algumas semanas, Jean, mas nós finalmente acertamos a dose certa de medicamentos para deixar a incontinência sob controle. Eu estava feliz, Cocoa estava feliz e a casa estava limpa novamente.

Mas isso não durou muito tempo, Jean. Apenas algumas semanas depois, ela passou a sofre de pancreatite. Isso significava que ela precisava de antibióticos e uma alimentação especial, comida que custava US$ 2,25 a lata, e ela podia comer duas latas por dia com facilidade. Mas essa não era a pior parte, Jean. Você provavelmente sabe o que eu vou dizer na sequência, certo? Sobre os tumores?

Eles não conseguiam determinar com certeza se eram os tumores que estavam causando a pancreatite, então nós decidimos que “esperar e observar” era o melhor que podíamos fazer naquele momento.

E eu fiquei mais e mais convencida que você tinha abandonado um membro da família porque você sabia que ele estava doente. Você sabia que ela tinha câncer e você não podia tratá-la ou ajudá-la. O que me deixa tão transtornada, Jean, é que você não podia sequer dirigir os 20 minutos extras para levá-la à “Human Society”, um abrigo onde eles não sacrificam os animais. Ou mesmo levá-la ao veterinário e sacrificá-la de maneira humana, com você lá para confortá-la.

Então eu tinha que continuar comprando comida cara para a Cocoa, o membro da família que você jogou no canil. A cadela que você abandonou. E eu tinha que comprar as pílulas de controle de incontinência. Eu descobri que as fraldas extra grandes era o que funcionava melhor, depois de eu cortar um buraco nelas para o rabo dela.

E nós esperamos.

Neste meio tempo, Cocoa fez um passeio nas montanhas. Ela caiu ao lado de uma pequena montanha, viu veados. Ela se divertiu muito. Ela ficava brincalhona e tentava brincar com meus outros cachorros logo depois de eles comerem. Acontecia toda noite. Ela era tão linda. Meus meninos a amavam e a aceitavam, do mesmo jeito que eles aceitam todas as histórias tristes que acontecem comigo. Eles deixavam até mesmo que ela ficasse com a melhor cama toda noite se ela quisesse.

Nas manhãs de domingo eu às vezes deixava todos os cachorros subirem na minha cama comigo por um tempo. Cocoa realmente gostava dessas manhãs, Jean. Ela gostava de ser incluída. Às vezes eu deixava os três cachorros e dois gatos subirem na cama. Ela amava isso.

Mas enquanto isso, os tumores continuavam lá. E cirurgia não era uma opção.

Esta semana a barriga da Cocoa começou a inchar. Eu fiquei esperando que abaixasse, mas isso não aconteceu, Jean. Ontem nós fomos tirar alguns raios X e descobrimos que as massas estavam grandes demais, a barriga dela com muitos líquidos, tornando até mesmo impossível de ver seus órgãos. Nós podíamos tentar diuréticos para remover os líquidos, mas isso seria apenas como um bandaid. Não ia adiantar. E eu não queria que os últimos dias de Cocoa fossem marcados pela preocupação de ela causar acidentes em casa novamente. Você vê, essa é a diferença entre nós, Jean. Eu me preocupava em como a Cocoa estava se sentindo. Eu podia olhar nos olhos dela e ver o estresse quando acidentes aconteciam.

Então nós resolvemos seguir sem os medicamentos. Eu a levei para casa e pensei que daria a ela algumas boas últimas semanas. Eu a mimaria e a faria sentir como a grande dama que ela era.

Mas não foi isso que aconteceu, Jean. Aconteceu que hoje foi o último dia de Cocoa.

Mas o negócio é o seguinte: em vez de morrer no chão frio de um lugar frio, com pessoas que poderiam dar ou poderiam não dar a mínima para o jeito como tudo acabaria, ela morreu nos meus braços. Eu segurei sua cadela nos meus braços e cochichei para ela enquanto ela dormia para sempre. Eu a disse que linda garota ela era. Eu a disse o quanto eu a amava conforme eu dava tapinhas naquele ponto em cima dos olhos.

Eu me certifiquei que ela soubesse que era amada. Eu me certifiquei que meu rosto fosse o último que ela visse, que minha voz fosse a última que ela escutaria.

Você pode estar se perguntando porque eu estou te dizendo tudo isso, Jean. Você pode estar se perguntando se eu queria apenas que você soubesse que Cocoa estava ok.

Eu queria te desiludir. Eu estou escrevendo essa carta apenas para que você saiba o pedaço de merda que eu acho que você é. Se algum dia você ler esta carta, saiba que eu, junto com todos os meus outros amigos amantes dos animais, consideramos você o lixo mais lixo de todos. Não se pega uma cadela de 12 anos, uma “doce garota, maravilhosa companhia” e se joga ela fora em um canil sujo. Você nem sequer deu a ela uma chance.

Ela teve sorte no dia em que eu vi a foto dela porque, deixa eu te contar, Jean, eu não abandono meus animais. E para todas as pessoas lendo isso que conheciam a Cocoa, para todos os amigos dela ao redor do mundo, aqui é onde sua história acaba.”

Essas palavras são tão sinceras e nos tocam diretamente no coração. Como é possível que alguém faça isso? Eu fiquei totalmente revoltado. Compartilhe esta carta e mostre para todos como alguém deve lidar com os últimos momentos de um companheiro fiel da vida toda.

FONTE: naoacredito

Cachorros confortam vítimas em tribunais dos EUA

Cachorros são treinados por dois anos para dar suporte emocional às vítimas em tribunais nos Estados Unidos (Foto: Reprodução/Facebook/Courthouse Dogs Foundation)

Animais são treinados por dois anos para prestar serviços.
Crianças vítimas de crimes violentos são o foco do projeto.

Prestar depoimento em um tribunal pode ser muito estressante para algumas pessoas, principalmente se forem vítimas que precisem confrontar seu agressor. Para ajudar a aliviar a pressão do momento, a “Courthouse Dogs”, organização sem fins lucrativos americana, oferece a companhia de cachorros para darem apoio emocional às vítimas no tribunal.

A fundação foi criada em 2004 por Ellen O’Neill
Stephens e Celeste Walsen, com o objetivo de facilitar o depoimento de vítimas emocionalmente abaladas nos tribuinais, através do carinho proporcionado pelos cães.

Organização americana treina cães para dar suporte emocional às vítimas de crimes violentos, principalmente crianças (Foto: Reprodução/Facebook/Courthouse Dogs Foundation)
Em post no fórum Reddit, elas explicam que "os cães de assistência são usados para ajudar vítimas de crimes violentos, com foco especialmente no apoio para crianças".

Os animais são usados nas salas de tribunais, permanecendo ao lado ou aos pés da vítima, em silêncio, durante o depoimento. "Para algumas crianças, isso faz a diferença entre ela ser capaz de testemunhar em um tribunal e ficar totalmente calada", afirmam no fórum online.

Os cachorros são treinados especificamente para o trabalho por dois anos e são usados cães da raça labrador e golden retriever. Atualmente, a organização possui 87 cachorros trabalhando em 28 estados americanos.

Mas não é sempre que os animais são bem-vindos nos tribunais. Segundo o jornal "Seattle Times", em 2010, um homem acusado de roubo apelou na Justiça, afirmando que permitir que o cachorro sentasse ao lado da testemunha de acusação durante o julgamento seria injusto. Segundo o homem, a presença do cão poderia reforçar a imagem de vítima da testemunha. A corte decidiu por unanimidade que a breve presença do cachorro no tribunal não influenciaria no julgamento.

FONTE: G1

Morador de rua que dedica seu tempo para cuidar de cães abandonados

Steve perdeu sua casa em 2001. Enquanto vagava pelas ruas da Califórnia se deparou com improváveis e amigáveis companhias: cachorros abandonados. Sem hesitar, o morador de rua começou a cuidar de todos eles.

Em sua trajetória, Steve já alimentou mais de 150 cães. Em certo momento, um amigo de Indiana lhe ofereceu ajuda. A situação, impossível de recusar, deixou Steve num impasse: ele não poderia abandonar os cachorros que o acompanhavam, porém, não tinha como atravessar o país sem um veículo para transportá-los.

A solução que Steve encontrou foi a de anexar um vagão junto à sua bicicleta e levar os 11 bichinhos com ele nesta jornada de duas mil milhas.

Enquanto Steve pedalava na cidade de West Memphis, no estado do Arkansas, Alicia Edrington ficou comovida com a cena. A partir deste momento ela ajudou o homem oferecendo-lhe visibilidade, com uma página no Facebook, Steve’s Strays united across the USA, que narra o dia a dia da viagem, como as caronas que eles conseguem, além das mensagens de pessoas que admiram a solidariedade de Steve.

Uma campanha de crowdfunding também foi criada para que sejam feitas doações a Steve e seus animais, para que eles tenham comida, roupas, estadia em hotéis, cuidados veterinários, entre outras necessidades, como um espaço maior para que eles vivam com maior qualidade.

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Todas as imagens via Facebook

Shar Pei mais fotogênico da internet faz sucesso no Instagram

Paddington é um cachorro da raça originária da China Shar Pei. Ele vive, porém, na Tasmânia, costa sul da Austrália, já a sua fama é mundial, graças à internet. Annie Jacob é dona do Paddington e da popular conta no Instagram, onde ela posta fotos inspiradoras.

Além do cachorro, Annie também tem quatro gatos, que aparecem ocasionalmente na página, principalmente Butler, que parece ter uma amizade terna com Paddington, provando que sim, cães e gatos podem ser bons companheiros.

Paddington posa com inúmeras fantasias e perucas, resultando em fotos divertidas. Já as cenas em que ele está acompanhado dos felinos da casa nos arrancam suspiros. Veja todas elas noInstagram e acesse também a fanpage do Paddington no Facebook.

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Todas as imagens via @anniepaddington

MULHER LÊ PARA CÃES DE ABRIGO PARA QUE SAIBAM QUE NÃO ESTÃO SÓS

07 AGOSTO 2015

Por Stephen Messenger / Tradução Alda Lima

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É entristecedor pensar em como a vida pode ser assustadora para os incontáveis ​​cães e gatos definhando em abrigos de animais em todo o país — nunca sabendo o que virá em seguida enquanto esperam pelo que parece uma eternidade dentro dos limites de um canil. Mas, felizmente, existem algumas amáveis pessoas ​​dispostas a oferecer seu tempo voluntariamente para mostrar a esses animais que eles não estão sozinhos.

Na terça-feira, um usuário do Reddit chamado “puglife123” compartilhou uma fotografia emocionante mostrando um simples ato de bondade de uma senhora para levantar o ânimo dos cães num abrigo na Pensilvânia:

"Essa mulher vem ao meu abrigo local, se senta à frente do canil e lê livros para os cães."

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A imagem, supostamente tirada na Western Pennsylvania Humane Society, rapidamente se alastrou pelo fórum de internet como um dos posts mais populares do dia — levando consigo a mensagem para que outros se envolvam em ajudar animais em necessidade.

"Eles sempre precisam de voluntários!" escreveu o usuário que compartilhou a foto. "Você pode fazer qualquer coisa, desde passear com os cães, afagar os gatos, ou até ajudar com os coelhos! Eu não vou lá tão frequentemente quanto gostaria por causa do trabalho, mas quando consigo ir faz meu dia muito mais feliz."

E o deles, também, sem dúvida.

Para saber mais sobre o voluntariado para ajudar animais em abrigos, contate uma ONG ou associação perto de você.

Fonte: The Dodo / Olhar animal

Cadela abandonada com metade do rosto é encontrada em estado grave após ser abusada, mas permanece abanando o rabo em tentativa de fazer novos amigos

Uma cadela pitbull com apenas metade do rosto encontrada por um membro de um grupo de resgate após ser abandonada e espera agora fazer novos amigos.

Khalessi, a cadela pitbull mestiça, de dois anos de idade, foi encontrada por Stephanie Paquin, membro do grupo de resgate “Passion 4 Pits Rescue,” após ele ter recebido uma ligação.

Encontrada abandonada em um gramado em Orlando, Flórida, EUA, a cadela estava abaixo do peso, perdendo o focinho, narinas e cavidade sinusal, o que a deixou com um visual incomum.

Cadela abandonada com metade do rosto é encontrada em estado grave após ser abusada

Khalessi, cadela pitbull com visual incomum e vítima de graves maus-tratos, foi encontrada após ter sido abandonada em um gramado em Orlando, Florida, EUA.

Além disso, suas patas traseiras não “funcionavam” e o animal ainda possuía múltiplas lesões em diferentes estágios de cura, o que fez Stephanie acreditar que ela teria sofrido graves maus-tratos. Mas, apesar de tudo, sua calda não parava de abanar.

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Um vídeo do animal foi postado na página do grupo de resgate no Facebook e mostra Khalessi vestida com uma roupa.

A cadela precisará passar por uma cirurgia corretora em suas patas traseiras e outra para em seu focinho, além de tratamento dentário.

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Fundos têm sido arrecadados para ajudar com os custos veterinários de Khalessi.

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Fonte: DailyMail

Casal vende tudo e sai de SP rumo ao Alasca para ajudar cachorros de rua

Sergio Medeiros e Eleni Alvejan saíram de São Caetano do Sul, na Grande São Paulo, para uma viagem rumo ao Alasca, no extremo norte da América, onde devem chegar em 2016. Por onde passam, um objetivo: ajudar cachorros de rua, seja com comida, água e cobertores ou apenas carinho Divulgação

Há dez anos, Sergio Medeiros era representante de vendas e Eleni Alvejan, motorista de uma van escolar. Apesar da vida confortável, o casal sentia a necessidade de mudar e de colocar os sonhos em prática.

Foi isso que os levou, a no começo deste ano, partir de São Caetano do Sul, na Grande São Paulo, para uma viagem que deve terminar em 2016 no Alasca, no extremo norte da América. Por onde passam, têm o mesmo objetivo: ajudar cachorros de rua, seja com comida, água e cobertores ou carinho.

Em 2007, o casal começou a trabalhar como assistente voluntário de moradores de rua e, nessa atividade, desenvolveram um afeto especial pelos cães que normalmente acompanham essas pessoas. Começaram a dar cada vez mais atenção aos animais, até que, no final de 2013, montaram o Projeto Mundo Cão e passaram 30 dias rodando por Brasil, Argentina e Chile para tentar despertar a atenção pelos bichos quanto pelos humanos em situações delicadas, além de entender como diferentes culturas lidavam com os peludos. Nascia ali o embrião da aventura que vivem no momento.

Ao retornarem do Chile, Eleni e Sergio começaram a planejar uma mudança radical em suas vidas. Decididos de que o Alasca seria o próximo destino, começaram a pesquisar, planejar e a trabalhar para que a longa viagem desse certo. Fizeram uma poupança, venderam móveis e eletrodomésticos e alugaram o apartamento onde viviam para angariar recursos.

"Tínhamos uma casa confortável e hoje vivemos dentro de um carro, tínhamos trabalhos estáveis e hoje vivemos com um pouco mais de 20% do que ganhávamos antes. Não temos nenhum tipo de patrocínio ou coisa assim, são recursos 100% próprios. Buscamos trabalhos voluntários pelo caminho, de preferência em lugares ligados aos animais, em troca de hospedagem, assim economizamos um pouco e com isso temos vivido experiências bem interessantes", explica Eleni, que, junto do marido, registra tudo no site do Projeto Mundo Cão.

Afeto antes da comida
"A criação do projeto foi uma ideia que nasceu pronta. Notamos essa necessidade das pessoas enxergarem os animais de rua, animais estes que fazem parte da faixa invisível, a mesma onde vivem pessoas em condições de rua, idosos abandonados, crianças que passam fome… Se cada um fizer um pouco, o todo pode se transformar. Distribuímos ração para os animais. Eles não vivem nas ruas, eles morrem nas ruas", diz Eleni ao explicar o projeto.

Por onde passaram, encontraram realidades tão tristes quanto as que veem no Brasil. Em uma cidade peruana, contaram mais de 20 cães perambulando sem dono em apenas três quarteirões. Na Bolívia, cachorros reviram o lixo a cada quilômetro rodado.

Por outro lado, têm se surpreendido com o crescente número de entidades, fundações e pessoas dispostas a ajudar. "Neste momento aqui no Equador, associações, fundações e organizações tentam a aprovação de um projeto de lei para o bem estar e proteção animal. Caminhamos para uma sociedade mais consciente, mas ainda estamos muito longe do dia que a consciência irá superar a maldade das pessoas".

Também é comum que ouçam relatos de histórias de cumplicidade entre pessoas e seus animais. Eleni acredita que a maior conquista que tiveram até o momento foi descobrir que "todos os animais, em qualquer parte do mundo, são iguais, esperam somente afeto. Parece que nos sentem, aparecem do nada, recebem o nosso carinho e só depois comem, porque é isso que eles esperam de nós, primeiramente afeto".

Pelos planos inicias de Eleni e Sergio, hoje já deveriam estar retornando do Alasca. Entretanto, logo depois que caíram na estrada, perceberam que deveriam fazer tudo com calma, aproveitando cada instante, cada cidadezinha por onde passam. Então, o objetivo passou ser chegar no extremo norte do continente em junho de 2016, durante o verão do lugar, única época na qual é permitido fazer turismo por lá.

Até agora praticamente não tiveram problemas com a viagem, exceto uma adversidade ou outra com o carro. "A dificuldade de verdade para nós é em relação aos cachorros, é muito difícil virar as costas e controlar o desejo de enfiar todo mundo dentro do carro e levar junto", diz Eleni.

Mas as alegrias da jornada compensam. "Olhar um cachorrinho comendo, nos olhando curioso com o rabinho balançando, com certeza que ele pensa: ‘de onde saíram esses loucos?’ Isso é felicidade pura".

FONTE: UOL

Bebê e cachorrinho que nasceram no mesmo dia pensam que são irmãos

Ivette Ivens, que é fotógrafa, registra todos os momentos de seu filho Dilan e do buldogue francês Farley.

O companheirismo de um bebê e um buldogue francês está fazendo sucesso na Internet.

O neném Dilan e o cachorrinho Farley nasceram no mesmo dia e agem como irmãos. De acordo com a mãe Ivette Ivens, os dois são inseparáveis.

Irmãos que a vida uniu. (Foto: Reprodução / Bored Panda)

Irmãos que a vida uniu. (Foto: Reprodução / Bored Panda)

Quando descobriu a data de nascimento do buldogue francês, ela fez questão de que o cão fizesse parte de sua família porque acredita que era o destino.

Ivette é fotógrafa e faz lindos registros dessa incrível amizade. Ela conta que os dois fazem tudo juntos, inclusive o cão Farley lambe o pescoço de Dilan quando ele está chorando, então o bebê começa a rir.

Veja mais fotos:

Eles fazem tudo juntos. (Foto: Reprodução / Bored Panda)

Eles fazem tudo juntos. (Foto: Reprodução / Bored Panda)

Ivette acredita que os dois pensam ser da mesma espécie. (Foto: Reprodução / Bored Panda)

Ivette acredita que os dois pensam ser da mesma espécie. (Foto: Reprodução / Bored Panda)

Carinho e companheirismo. (Foto: Reprodução / Bored Panda)

Carinho e companheirismo. (Foto: Reprodução / Bored Panda)

Nada melhor do que dormir juntinhos, não é? (Foto: Reprodução / Bored Panda)

Nada melhor do que dormir juntinhos, não é? (Foto: Reprodução / Bored Panda)

Ivette conta que o cão aguarda pacientemente Dilan acordar para que brinquem juntos. (Foto: Reprodução / Bored Panda)

Ivette conta que o cão aguarda pacientemente Dilan acordar para que brinquem juntos. (Foto: Reprodução / Bored Panda)

MUitas risadas. (Foto: Reprodução / Bored Panda)

Muitas risadas. (Foto: Reprodução / Bored Panda)

Fonte: Bored Panda

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5 Coisas que os cachorros conseguem perceber nos humanos

Você não precisa falar nada, porque o sexto sentido do seu cachorro é capaz de detectar tudo!

(Foto: Reprodução / A Place to Love Dogs)

(Foto: Reprodução / A Place to Love Dogs)

A intuição dos cachorros é muito forte. Aquilo que costumamos chamar de sexto sentido parece existir mesmo nos cães.

Nós não precisamos dizer nada e nosso cachorro sempre sabe o que estamos sentindo.

Veja a lista com 5 coisas que os cachorros conseguem perceber nos humanos:

  1. Seu humor – Eles são capazes de perceber com qual humor estamos. É muito comum o cão ficar estressado quando estamos nervosos ou não sair do nosso lado quando estamos tristes.
  2. Quando não estamos prestando atenção – Os cachorros são muito inteligentes. Já percebeu que eles são capazes de roubar uma comida da mesa naquelas 10 segundos que você se distraiu? Os cães sabem exatamente quando você não está prestando atenção em algo.
  3. Desigualdade – Um estudo recente descobriu que os cachorros conseguem perceber quando são tratados de maneira diferente em relação a outro cão. Os pesquisadores colocaram dois cachorros por vez e davam o mesmo comando por voz. Mas a recompensa só era dada para um deles. Então, o cachorro que não recebeu recompensa não respondia a mais nenhum comando.
  4. Quando você está doente – Muitos tutores afirmam que os cachorros ficam por perto quando estão doentes. E diversos estudos já comprovaram que os cães conseguem detectar células cancerígenas através do olfato.
  5. Se você não é confiável – Pesquisadores revelaram que os cachorros sabem quando alguém está mentindo. Para saber mais sobre o estudo clique aqui.

A intuição canina é poderosa. (Foto: Reprodução / Vetstreet)

A intuição canina é poderosa. (Foto: Reprodução / Vetstreet)

Referência: The I Love Dogs Site

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