Arquivo do dia: março 9, 2012

A Conexão: Violência Contra Animais

Recebido por email, merece ser compartilhado.

A Conexão: Violência Contra Animais
e Violência Contra Humanos

Original em Inglês no site da Humane Society of the United States

Já existe um trabalho como este no Brasil, Feito por Maria Pàdilha, o livro/tese dela analisou casos semelhantes em pernambuco com u percentual muito alto de casos de agressão a animais e a mulheres.

A Humane Society of the United States (HSUS) é a primeira organização a conduzir um estudo nacional examinando a predominância de violência humana em situações que envolvem crueldade contra animais.O estudo da HSUS, conduzido de Janeiro a Dezembro de 2000, aponta números de pessoas que maltraram animais, tipos de animais maltratados e incidentes de violência em família nos casos mais comuns de crueldade contra animais, nos Estados Unidos.

Os resultados de um ano de estudo, descritos abaixo em detalhes, mostram que um número extremamente alto de de casos de crueldade intencional foram cometidos por adolescentes do sexo masculino, com idade inferior a 18 anos. Além disso, a pesquisa mostra que grande número de casos de crueldade intencional contra animais, também envolvem algum tipo de violência familiar, seja violência doméstica, maus tratos contra crianças ou idosos.

A HSUS compilou informações de 1624 casos de crueldade contra animais que ocorreram nos EUA no ano de 2000. Os relatos são de fontes bem documentadas, como a mídia e associações protetoras de animais locais. Desses casos, 922 envolvem violência intencional e 504 envolvem extrema negligência. O que se segue é uma avaliação do número de pessoas que cometeram maus tratos, tipos de abusos, outras formas de violência e número de pessoas que cometeram crueldade intencional.

Quem Sao os Autores dos Crimes?
Os do sexo masculino são responsáveis por 76% dos casos no geral e 94 % dos casos de crueldade intencional. Enquanto mulheres são responsáveis por apenas 24% do total, elas são resposáveis por 24% dos casos de severa negligência, incluindo 68% de casos de pessoas que criam muitos animais juntos.
Em casos de crueldade contra animais proposital, a maioria dos infratores era do sexo masculino e a maioria estava na faixa de menos de 18 anos: 31% cometido por adolescentes com idade inferior a 18 anos ( 94% por adolescentes do sexo masculino); 4 % cometido por crianças com idade inferior a 12 anos.

Existe uma Conexão entre Crueldade contra Animais e Violência Humana?
Quase um quarto de todos os casos de crueldade contra animais proposital, envolve alguma forma de violência familiar. Violência doméstica foi a forma mais reportada, seguida por abusos contra crianças e pessoas idosas.

21% dos casos de crueldade contra animais intencional também envolvem alguma forma de violência familiar.
13% envolvem violência doméstica. Nesses caso, o culpado abusa do parceiro ou cônjuge, forçando a vítima a testemunhar atos de crueldade contra animais.
7% diz respeito a abusos contra criancas.Nesses caso o culpado abusa de suas crianças e (ou) forca a vítima a testemunhar atos de crueldade contra animais.
1% envolve abuso de idosos. Nesses casos, o culpado abusa do idoso e ou força a vítima a testemunhar atos de crueldade contra animais.

Quem são as vitimas?
Animais de companhia são os alvos mais freqüentes de crueldade, principalmente os cães ( 76% de todos os animais de companhia) que são comumente mais relatados que casos de crueldade contra gatos ( 19% de todos os animais de estimação). Esse número baixo de incidências, não corresponde ao que dizem os que trabalham na causa e isso sugere que o público, a mídia e os reforços das Leis, parecem dar menos importância para casos de crueldade contra gatos, que para casos que envolvem crueldade contra cães.
O que se segue é uma análise dos animais vítimas de crueldade neste estudo: 76% dos casos envolvem animais de companhia.
12% dos casos envolvem animais de fazendas.
7% dos casos envolvem animais selvagens.

5% dos casos envolvem múltiplos tipos de animais.

Que tipo de crueldade é cometida contra animais?
Mais de 57% dos casos revistos foram caracterizados como abuso intencional ou tortura, 31% envolvem negligência extrema, incluindo deixar o animal passar fome e sem cuidados básicos, e 12% envolvem ambos, negligência e crueldade direta.
Nos casos de crueldade contra animais intencional, as ofensas mais comuns são tiros, espancamento, arremesso do animal e (ou) mutilação.
33% dos caso envolvem tiros
14% dos casos envolvem espancamento
8% dos casos envolvem arremesso do animal
8% dos casos envolvem mutilação
6% dos casos envolvem queimaduras

6% dos casos envolvem envenenamento
5% dos casos envolvem facadas
4% dos casos envolvem rinhas
4% dos casos envolvem chutes
2% dos casos envolvem sexual abuso contra animais
2% dos casos envolvem afogamento

2% dos casos envolvem enforcamento
6% dos casos envolvem outras formas de violência intencional

Quantos animais são afetados?
Fica impossível dizer quantos animais sofrem ou estão em risco de serem vítimas de crueldade, porque no momento não há no País um sistema de reforço de leis ou mesmo entidades pra monitorar todos os casos. Entretanto, no exemplo dos casos revistos nessa pesquisa, uma média de 3.4 animais foram vitimizados em casos de negligência.NA maioria (63%) os animais foram mortos ou tiveram que ser sacrificados devido ao resultado de seus ferimentos.
O relatório da HSUS corrobora com a mais recente pesquisa sobre a conexão entre crueldade contra animais e violência humana.
Apesar de ser este o primeiro estudo nacional para analisar a prevalência de violência humana em casos de crueldade contra animais, nas últimas duas décadas psicólogos, sociólogos e criminilogistas têm conduzido diversos estudos para examinar a extensão de casos de cruedade contra animais em casos de violência em família. Interesse antigo na conexão entre crueldade contra animais e violência humana foi inspirado por casos contados pelo povo, compilados pelo FBI e outras agências criminalistas ligando assassinos seriais, estupradores seriais e assassinos estupradores a atos de crueldade contra animais antes da idade de 25 anos. Muitos desses casos, incluindo reportagem onde houve alegação de maus tratos a animais por David Berkowitz e Jeffrey Dahmer, têm sido amplamente divulgados pela mídia e trazido conscientização do público sobre a conexão entre violência humana e violência contra animais. Entretanto, recentes estudos e pesquisas constatando a incidência de crueldade contra animais onde há casos de violência familiar, nos provê com evidências mais concretas.
Em 1995 pesquisadores entrevistaram uma pequena amostra de vítimas de violência doméstica que procuravam abrigo em Utah e descobriram que 71 % das que tinham animais de estimação receberam ameaças de seus agressores maltratarem ou matarem os animais da família. Estudos mais completos em 1997 e 2000, nos EUA e Canada, corroboraram essas descobertas e examinaram o efeito que essas ameaças têm no sentido de evitar que a vítima saia dessa relação familiar abusiva. Pesquisas relacionadas a esses estudos revelam que mais de 20% das vítimas de violência doméstica afirmam terem adiado sair de uma relação afetiva abusiva, temendo a segurança dos animais de estimação. Em resposta a essa constatação, associações de bem estar animal começaram a fazer parcerias com as agências que atendem casos de violência doméstica, no sentido de desenvolver programas que propiciam abrigo emergencial temporário para os animais de estimação de vítimas de violência doméstica.
Similar aos casos de violência doméstica, os que abusam de crianças freqüentemente o fazem com animais para exercitar seu poder de controle sobre a criança .Em alguns casos forçam crianças a atos sexuais com animais ou exigem que elas matem o bicho de estimação favorito , a fim de chantageá-las para que mantenham os abusos como um segredo de familia. Geralmente apenas a ameaça de machucar um animal da criança é suficiente para fazer com que ela se cale em relação às agressões que sofre. Um estudo realizado em 1983 referente ao New Jersey Division of Youth and Family Services for Child Abuse descobriu que 88% das familias que têm animais de estimação com histórico de abuso fisico, pelo menos uma pessoa cometeu crueldade contra animais. Em 2/3 dos casos o agressor é um dos pais. Entretanto em 1/3 as próprias crianças se tranformam em agressores, muitas vezes imitando a violência que viram ou experimentaram, usando o animal como a vítima.

Recomendações da Humane Society of the United States: Leis & Soluções para a Comunidade
Enquanto o estudo da HSUS é apenas uma amostra de milhares de casos de crueldade que as associações, os canis municipais e a polícia encontram a cada ano, os resultados do estudo nos dá um melhor entendimento de como crueldade contra animais se encaixa dentro de problemas maiores da comunidadde e da violência em família. A alta porcentagem do envolvimento de adolescentes em atos intencionais de crueldade e a prevalência da violência em família em muitos dos casos de crueldade contra animais, sugerem a necessidade de leis e soluções na comunidade, para crueldade contra animais e violência humana.

Nos últimos anos a conscientização do público e de profissionais sobre essa conexão aumentou devido a pesquisas e muitos casos estudados. Como resultado, muitas áreas do país já comecaram aa ajustar leis sobre crueldade contra animais e estão desenvolvendo programas inovadores junto às comunidades designados a reduzir violência. 31 estados e o Distrito de Columbia elaboraram projetos de lei " felony level" (felony= mesmo nível de crime dos que cometem assassinato ou estupro. Sujeito a sentença severa por cometer crime considerado grave) e a maioria foi aprovada nos últimos anos. Muitos Estados também aprovaram leis exigindo avaliação psicológica e terapia para os que são presos por cometerem crueldade contra animais. Neste ano ( 2001) 18 estados estao trabalhando em leis contra crueldade (felony) melhorando as que já existem, no sentido de fazer com que esse tipo de crime seja considerado crime passível de sentenca pesada. Em adição, cinco estados -Florida, Virginia, Arizona, South Carolina and Massachusetts- introduziram leis que obrigam as denúncias de crueldade contra animais que chegam aos órgãos de controle Animal ( canis municipais e abrigos), sejam estudadas em conjunto com denúncias contra crianças que chegam aos servicos especializados de proteção a elas.

Além dos esforços em relação à legislação, muitas comunidades americanas já estão desenvolvendo programas anti-violência que têm a intenção de prevenção, usando a conexão violência contra animais/ violência contra humanos, para identificar e dar assistência a animais e humanos vulneráveis à posicao de vítimas. Departamentos de polícia, grupos de assistência social, abrigos para vítimas de violência doméstica, educadores e outros grupos anti-violência estão trabalhando em conjunto com entidades de bem-estar animal, desenvolvendo interatividade no sentido de reduzirem violência doméstica e crueldade contra animais. Muitos desses programas se utilizam de comparações de relatos entre organizações ( que cuidam de crianças, animais e casos de vilência em família) , trabalhando no sentido de encontrar uma solução conjunta.
Talvez o meio mais eficaz de se combater crueldade contra animais e violência humana seja a prevenção. A maioria dos maus tratos infligidos a animais e a humanos, é motivado por medo, ignorância e inabilidade de se ter empatia pelas necessidades e sentimentos de outros. Educação humanitária pode ser essencial para se introduzir o conhecimento de valores que podem ajudar a prevenir crianças de começarem a percorrer um caminho destrutivo. Esses esforços nao podem desfazer gerações de abusos, mas eles podem ser um significado efetivo no sentido de quebrar o ciclo de violência em familia, de uma geração para outra.

Texto original no site da Humane Society of the United States http://www.hsus.org

Gastos com pets superou R$ 86 bi no ano passado

Segunda, 05 Março 2012 08:42

Print

pets.jpg
Os americanos estão gastando mais do que nunca com seus animais domésticos – um total de US$ 50 bilhões no ano passado (cerca de R$ 86,4 bilhões).

A cifra consta de um relatório recém-divulgado pela Associação de Produtos para Animais Domésticos (APPA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos.

Gastos com alimentação e veterinário constituem cerca de 65% do total, mas a categoria ”serviços para animais domésticos” cresceu mais do que qualquer outra, totalizando US$ 3,79 bilhões (cerca de R$ 6,6 bilhões).

Serviços para animais domésticos incluem coisas como hotéis para animais, babás e serviços de beleza.

Setor em expansão

Os gastos com serviços de animais de estimação deve continuar a crescer e alcançar US$ 4,11 bilhões (R$ 7,1 bilhões) até o final de 2012, segundo o presidente da APPA, Bob Vetere.

"Estamos vendo um boom nesta categoria (de serviços). As pessoas que trabalham precisam de serviços como babás e de pessoas que possam passear com seus animais”, afirma Vetere.

Outro setor previsto para crescer é o de seguros para animais de estimação. Os gastos com esse segmento ficaram na faixa de 284 milhões (cerca de R$ 490 milhões) em 2011.

Uma prova de que o filão é de fato rentável é que os Estados Unidos possuem um expressivo setor de vestimentas e adereços para animais domésticos, como camisas polo, perucas e sofisticados vestidos.

Fonte: http://www.e-tribuna.com.br/

A cura através do sangue

LI ESSA REPORTAGEM SOBRE AUTO- TERAPIA: A CURA ATRAVES DO SANGUE , RESOLVI REPASSAR: ( estive com um vet. que me falou sobre essas possibilidades serem bem sucedidas.

Ouvi falar do assunto ao levar uma cadela com sarna demodécica na Dra. Carmen Cocca. A cadela ficou ótima (foi tratada com alimentação natural, própolis, alho cru, cápsulas de ômega 3, homeopatia e auto-hemoterapia) e esqueci do assunto. Só que de repente comecei a ouvir aqui e ali relatos de outras pessoas usando a auto-hemoterapia em cães para combater de erliquiose, a sarna demodécica e cinomose.

Opa, hora de pedir um texto para quem conhece o assunto. Espero que seja útil e que ajude muitos de vocês a tratar seus peludos. Gostaria de deixar claro que não recomendo nenhum tipo de tratamento sem o acompanhamento de um bom médico-veterinário.

Peço especial atenção para a introdução do texto da Dra. Carmen, onde ela fala sobre a questão das pesquisas científicas. Abaixo alguns trechos, para conferir a íntegra do post do blog HomeoPatas basta clicar no título “Autohemoterapia em animais: pouco uso e muita controvérsia”.

A autohemoterapia é um recurso terapêutico de baixo custo e de simples aplicação, composto da retirada de sangue venoso do paciente, seguido de sua inoculação muscular, no mesmo paciente, momentos depois através de injeção.–> Ou seja, o sangue é retirado da veia e injetado no músculo do animal, logo em seguida. NÃO é transfusão de sangue! E só pode ser usado com o sangue do paciente doente.

Alguns estudos sugerem um aumento no número de células chamadas de macrófagos em até quatro vezes, como resposta a terapêutica. Macrófagos são células responsáveis pela limpeza do organismo através da fagocitose(captura) e digestão de células estranhas ao organismo e também pela apresentação dos antígenos da partícula fagocitada ao restante do sistema imune. O aumento desta imunidade inespecífica é sempre muito bem vindo quando tratamos de doenças de fundo alérgico, parasitário, infecciosas, neoplásicas, degenerativas e auto-imunes, seja no início das patologias, na evolução, no controle ou na cura delas.

Apesar de ser um método seguro, não está isento de complicações e por isso deve ser sempre acompanhado por profissional capacitado, sob condições adequadas de assepsia e biosegurança.

Aproveito para transcrever abaixo a entrevista que o jornalista Márcio Fonseca Mata fez com o médico-veterinário Antônio Mauro Ribeiro sobre a auto-hemoterapia.

A auto-hemoterapia também é feita em animais

por Marcio Fonseca Mata
Dentro da série de artigos que escrevo a respeito da prática da auto-hemote-rapia no Brasil, tenho de destacar o que acontece também com relação aos animais. É que além do ser humano, a aht tem enormes resultados com os bichos. Eu procurei para conversar sobre o assunto o experiente médico veterinário carioca Antonio Mauro Ribeiro. Formado pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, o doutor Mauro se especializou em auto-hemo-terapia em cachorro.

Em que caso é feita a AHT em animais?
Esse procedimento é feito em vários casos e, principalmente, em caso de papilomatose, uma doença viral em que o animal fica com a pele cheia de verrugas, geralmente na face, boca, gengiva, garganta etc.

Existe uma explicação técnica para isso?

Ainda não se tem uma explicação técnica. O importante é que a aht funciona. Aplica-se uma vez por semana e logo as verrugas começam a cair, as gengivas regeneram e a garganta sara.

O senhor então usa auto-hemo-terapia em cachorros habitualmente?
Sim, mas comecei mesmo por influência do doutor Luiz Moura, que gravou um DVD falando sobre aht. Desenvolvo esse trabalho em minhas clínicas em Madureira e em Gramacho, Caxias. Trato cachorro com problemas de cinomose ( doença que atinge o sistema nervoso e quase sempre leva o animal à paralisia dos quartos). Nos casos de esporotricose ( doença causada por um fungo e que é transmitida para seres humanos) quando associada ao tratamento tem uma resposta muito mais rápida e também papilomatose, como já disse.

Tem algum caso especial que o senhor possa destacar?
Sim, tenho o caso do cachorro Tibor. Ele estava com anemia profunda. Foi constatada uma doença transmitida pelo carrapato e que afeta a medula, baço etc. Na época, o animal já não andava e respirava com muita dificuldade.

E que providência foi tomada para salvar esse animal?
Olha, eu tinha de fazer alguma coisa, pois a dona do Tibor estava deseperada. Propus, então, fazer aht. Ela concordou e eu inicie o tratamento imediatamente. Como Tibor tinha 14 Kg, retirei 10ml de sangue e injetei no músculo do animal. Imaginava que ele não chegaria no dia seguinte. Com a auto-hemoterapia, Tibor começou um processo espantoso de melhora a cada semana. Após algumas semanas, a doença ficou estacionada, apesar de ser um cachorro de 14 anos e doente renal. Tibor, com a auto-hemoterapia, atingiu 17kg. Ficou bom e passou a correr e brincar normalmente com outros animais e comia de forma saudável.

O senhor tem conhecimentos de outros veterinários que fazem esse tratamento?
Sim, tenho informações de que outros colegas estão praticando auto-hemoterapia.
A auto-hemoterapia tem feito enormes benefícios às pessoas que buscam solucionar seus problemas de saúde. O assunto vai ser objeto de um livro que lançaremos no segundo semestre. Aguarde!

Fontes

http://homeopatas.blogspot.com/

http://hssuffer.wordpress.com/auto-hemoterapia-sangue-que-cura/

http://www.cachorroverde.com.br/

http://homeopatas.blogspot.com/2011/05/autohemoterapia-em-animais-pouco-uso-e.html

Blog no WordPress.com. O tema Adventure Journal.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 207 outros seguidores