Pitbull é usado em terapia para deficientes

Edson Silva/Folhapress
Paciente brinca com Digit (cão rotweiller) e Romeu (pitbull) na entidade Cantinho do Céu, em Ribeirão Preto
Paciente brinca com Digit (cão rotweiller) e Romeu (pitbull) na entidade Cantinho do Céu, em Ribeirão Preto

JULIANA COISSI
DE RIBEIRÃO PRETO

O pelo negro e o porte atlético dão ao rottweiler Digit um ar de "bad boy" o suficiente para passar a madrugada como cão de guarda em uma obra, espantando ladrões. No canil, Romeu impõe-se como um pitbull de 42 kg de puro músculo.

Apesar dessa fama, uma vez por semana, Digit e Romeu deixam de lado a valentia e se tornam cães terapeutas para crianças e adultos excepcionais no Cantinho do Céu, em Ribeirão Preto (SP).

Estigmatizadas como raças agressivas, o pitbull e o rotttweiler têm ganhado espaço, ainda tímido, entre labradores e outros cães usados em asilos e hospitais.

Em Ribeirão, a visita ocorre todas as sextas. O Cantinho abriga 50 crianças e adultos, a maioria acamados ou cadeirantes com paralisia cerebral.

Digit e Romeu são os principais cães usados na terapia. "Eles são agitados. Mas é só chegar aqui que até parecem outros cães", disse o adestrador Sérgio Cantadeiro, 37.

Comportado sob a guia do adestrador, Romeu balança a cauda a todo momento nos dois dias em que a Folha acompanhou a experiência no Cantinho do Céu.

Ao comando de Cantadeiro, fica de pé para apoiar as patas nas camas e aproximar seu rosto. As reações são diversas: alguns se deixam ser lambidos, como Rafael, 24.

Já Rose, 37, grita alto depois que o pitbull a deixa para brincar com os outros.

Thiago, 20, um dos poucos pacientes que anda e fala, veste a camisa de adestrador e arrisca até dar ordens a Romeu, segurando a guia.

Quem tem mesmo medo confesso é a fundadora do Cantinho do Céu, Sônia Ponciano -um temor, conta, vindo da infância. "Mas as crianças adoram eles. Quando os cães estão aqui, é só paz."

Sônia diz não ter medo de que algum paciente seja mordido. "Ele [o adestrador] tem todos os procedimentos, não deixa os cães sozinhos".

CÃO HOMENAGEADO

Em São Paulo, Taz é um pitbull hoje aposentado, com seus 20 anos. Em seis deles, porém, foi cão terapeuta em clínicas e hospitais.

A atividade rendeu a Taz, em 2009, uma homenagem na Assembleia Legislativa de São Paulo pelos serviços prestados -uma tentativa de desmistificar a fama de violento.

A escolha de um cão terapeuta depende mais do temperamento do que da raça em si, segundo Valéria Oliva, coordenadora de um grupo de terapia assistida por animais na Unesp de Araçatuba.

Segundo a docente, a seleção tem de ser rígida. "Deve ser um cão capaz de ser puxado com força, ou mordido, ou ter muita gente por perto e ainda assim não reagir."

Para ela, um possível limite do pitbull e do rottweiller pode partir do paciente.

FOLHA.COM

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Cãorrida – 1ª SP DOG RUN – 21 DE SETEMBRO

3 de setembro de 2014 • Corrida

1ª SP Dog Run – Cãorrida reúne atletas caninos e seus donos e conta com a participação do Dr. Pet e a cachorrinha Estopinha

SP Dog Run - Cãorrida

Evento será realizado no dia 21 de setembro no estacionamento do Shopping SP Market. Além da competição, estão previstos Show de Agility, o Cão Goleiro e apresentação de adestramento com o zootecnista Alexandre Rossi e sua mascote.

Acontece no dia 21 de setembro, a partir das 07h30, o 1ª SP Dog Run – Shopping SP Market, umacompetição esportiva em que cães e donos formam uma equipe. As empresas Pet Party e SportsFuse, pioneiras em eventos que unem cães e seus donos na prática de atividades físicas e competições esportivas, serão as responsáveis pela organização das atividades, no fim de semana de aniversário do Shopping.

O evento consiste em duas modalidades de prova, Cãorrida e Cãominhada, em um percurso de 2 Km montado dentro do estacionamento do Shopping SP Market especialmente para o evento. “Na Cãominhada podem participar mais pessoas da família com um cachorro, ou uma única pessoa com mais de um peludo. Já na Cãorrida, participam apenas um dono e um cachorro”, explica Carla Zajdenwerg, da Pet Party. Com isso, a expectativa de público é de 3.000 pessoas, na arena do SP Dog Run.

As inscrições para o SP Dog Run têm o valor de R$30,00 e dão direito a um kit pré-prova – considerado o melhor e mais completo kit entre participantes de eventos de corrida – com camiseta oficial do evento e bandana canina, luvas coletoras da Bayer, além de outros brindes dos patrocinadores. Ao final das provas, todos os participantes receberão outro kit com água e frutas, para recompor as energias, além de mais produtos de parceiros e medalha. Como prêmio, os cinco primeiros ganhadores da cãorrida nas categorias feminina e masculina levam troféus e presentes das empresas parceiras.

Para quem deseja participar, é possível se cadastrar para o evento no site www.spdogrun.com.br a partir do dia 24 de julho até o dia 17 de setembro. Se o evento atingir o limite de 1.300 inscrições antes desse período, elas serão encerradas.

Atrações

Além das provas, o SP Dog Run – Shopping SP Market contará com as presenças do zootecnista Alexandre Rossi (popularmente conhecido como Dr. Pet) e da sua cachorrinha Estopinha, que após a corrida realizarão a entrega dos prêmios aos ganhadores, além de uma apresentação de adestramento e os benefícios da convivência com os pets. Espaços de comidinhas e moda para os pets: "Tenda Gourmet", com produtos próprios para os animais de estimação e a tenda “Pet Fashion”, com empresas de acessórios diversos para cães, estarão presentes com os mimos. Para a alegria dos peludos e das crianças, a pulga gigante da empresa Bayer também participará do evento. Haverá ainda as atrações Cão Goleiro e Show de Agility, ambos da Sabor e Vida, principal patrocinadora do evento.

“Para garantir a segurança das mais de 1.300 competidores previstos no evento, serão disponibilizadas uma ambulância simples e outra com UTI. Os pets, por sua vez, contarão com o serviço da Osgate, composto por uma equipe de especialistas em veterinária e resgate animal, e uma ambulância de UTI especial para os pets”, conta Alessandro Zonzini, da Sports Fuse.

Sobre a Pet Party

Fundada em 2008 pela publicitária Carla Zajdenwerg, a Pet Party é uma empresa especializada em organizar eventos voltados para animais de estimação e seus donos. A proposta surgiu da ideia de unir dois universos que a empresária compartilha – a experiência de 10 anos na organização de eventos sociais e corporativos, e o amor pelos animais. Pioneira no mercado pet, a Pet Party é referência na organização de festas de aniversário, casamentos, encontros para cães, entre outros eventos, sempre trabalhando com buffet, decoração e locação de espaços exclusivos para melhor atendê-los. Também foi pioneira em trazer para o Brasil eventos esportivos – corridas e caminhadas – para pets e seus donos.

Sobre a SportsFuse

A SportsFuse é uma empresa especializada na organização de eventos e competições esportivas, sendo que seu principal objetivo é proporcionar conforto, qualidade e segurança aos participantes das mais diversas modalidades. Em 2014, a SportsFuse completa 11 anos de atividades em todo o Brasil, oferecendo sempre as melhores condições de apoio e estrutura para os atletas que desejam alcançar seus melhores resultados em nossos eventos.

1ª SP Dog Run – Shopping SP Market
Data: 21 de setembro de 2014
Local: Estacionamento do Shopping SP Market
Endereço: Av. Nações das Unidas, 22.540, São Paulo – SP
Horário de abertura dos portões: 07h30


Horário da largada: 9 horas

Inscrições: www.spdogrun.com.br, a partir de 24 de julho a 17 de setembro ou até completar 1.300 inscrições.

Fonte http://www.amocachorros.com.br/

Após rejeição, cão enterrado vivo posa ao lado da nova família em MG

Valente foi adotado por família de Itamogi e vive com ‘irmãos’ caninos.
Animal foi resgatado por movimento de proteção após sofrer violência.

Jéssica BalbinoDo G1 Sul de Minas


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Ao lado do 'irmão', Valente está feliz com a nova família (Foto: Arquivo Pessoal / Thamiris Teodoro)Ao lado do ‘irmão’, Valente está feliz com a nova
família (Foto: Arquivo Pessoal / Thamiris Teodoro)

Após quase dois anos, um cão que foi praticamente dado como morto após ser enterrado vivo em Poços de Caldas (MG), hoje esbanja saúde e alegria. Valente, que recebeu este nome após ser resgatado e ter sobrevivido a maus-tratos, agora tem uma família. O cão divide a casa com os “pais” e os cinco irmãos caninos em Itamogi (MG).

De acordo com a cabeleireira Thamiris Beatriz Silva Moreno Teodoro, de 24 anos, que adotou o cachorro após conhecê-lo no hotelzinho em que ele estava em Poços de Caldas (MG) depois de ser resgatado, Valente traz a gratidão na expressão do olhar. “Ele é muito agradecido e muito amoroso. Tem um olhar de ‘muito obrigado’, sabe? Só quem adota um cachorro sofrido sabe como é esse olhar”, contou.

Valente tem este nome por causa da própria história, marcada por agressões feitas por um objeto cortante, por ter sido enterrado vivo e por ter enfrentado a rejeição durante muitos meses antes de finalmente encontrar um lar. Para Thamiris, o cão foi um presente de casamento antecipado. “Eu fui a Poços para adotar um cachorro, sabia de outro, mas me mandaram um vídeo do Valente e quando fui conhecê-lo, me apaixonei na hora que eu o vi e ele veio correndo e pulou em mim”, disse a dona do animal.

Com a 'mãe', Valente se diverte em passeios e com patês de fígado (Foto: Arquivo Pessoal / Thamiris Teodoro)Com a ‘mãe’, Valente se diverte em passeios e com patês de fígado (Foto: Arquivo Pessoal / Thamiris Teodoro)

Segundo a presidente do “Movimento das Patinhas”, Maria Luísa Untura Carneiro Santiago, que ajudou no resgate do cachorro quando ele foi enterrado vivo, Valente “lutou para sobreviver”. Quando foi encontrado, segundo a veterinária Sheila Patresi, que também acompanhou o resgate de Valente, ele tinha a pata dianteira esquerda fraturada, um corte na cabeça de cerca de 28 centímetros feito por objeto cortante, uma perfuração na coxa direita que já havia provocado uma ferida, bernes no saco escrotal, além de cupins por todo o corpo. Ele também estava bastante sujo de terra por ter sido enterrado.

Depois ser rejeitado e enterrado vivo, Valente se diverte com família (Foto: Arquivo Pessoal / Thamiris Teodoro)Depois de enterrado vivo, Valente se diverte com a
família (Foto: Arquivo Pessoal / Thamiris Teodoro)

"O amor foi essencial na recuperação dele. Ele cura qualquer trauma. Ele tinha medo de humanos e hoje é o cão dócil que podemos ver”, disse a veterinária. Desde o primeiro momento em que viu Valente, Thamiris não se separou mais dele. O cão já viajou com ela de Poços de Caldas para Itamogi e apesar da gratidão, já pregou peças na dona.

“Quando chegamos, na primeira casa que fomos morar, ainda tinham pedreiros trabalhando e em um descuido ele fugiu. Achamos ele fácil, porque perto de casa tinha um pasto e ele foi para lá. Quando me viu, venho correndo, todo sujo de coco de vaca”, lembrou.

Contudo, apesar de ser apaixonado por patês, Valente não ‘consegue’ engordar. De acordo com Thamiris, não é por falta de tentativas. “Ele é muito magro e eu vivo tentando engordar ele. Já tentei vitaminas, dou comida, patê, tudo, mas ele é magro por natureza. Quando eu o adotei, me disseram que ele comia todo tipo de ração, mas agora ele não quer mais, ficou mimado depois que veio para minha casa”, brincou.

Depois disso, a cabeleireira conta que “ficou esperta” com ele. “Não posso ficar desatenta. Ele era de rua, então se descuidar ele corre”, diz.

O cão Valente agora, com roupas e antes, todo machucado, quando foi encontrado (Foto: Arquivo Pessoal / Thamiris Penha)O cão Valente agora, com roupas e antes, todo machucado, quando foi encontrado (Foto: Arquivo Pessoal / Thamiris Penha / Sheila Patresi)

E apesar das aventuras e histórias para contar referentes ao cachorro, Thamiris destaca que não se arrepende da adoção e que os bons momentos e os carinhos em forma de lambidas recebidas do Valente são a melhor retribuição. “Meu coração até dói de pensar o que fizeram com ele, enterraram ele vivo. Mas ele é muito agradecido e nós gostamos muito dele. É uma alegria tê-lo conosco”, completou.

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SOBRE NÓS, QUE AMAMOS OS ANIMAIS

Pela escritora Catarina Maul

14 de novembro

As emoções de um humano que ama realmente os animais são diferentes. Para aqueles que não ligam, que ligam e somente respeitam, que respeitam mas sem lhes dizer nada, pode ser incompreensível que lidemos com certas situações com mais dor e pesar do que com a perda de algumas pessoas, de alguns parentes. Mas sentimento não se escolhe, quando vemos ele nos toma a alma, nos crava o coração, nos domina o cérebro.

Desde pequena, tinha total preocupação com os animais de rua. Uma vez vi um cão atropelado, e em volta dele, muitos cães perplexos e tristes. Já os humanos passavam, em suas rotinas, sem fazer nada. Eu era pequena, voltava da escola, nada podia fazer do alto dos meus onze anos, mas aquela dor me acompanhou por dias, meses, anos. Me acompanha até hoje, com o retrato fiel daquela imagem que não perdeu uma só cor durante todo esse tempo.
Depois, na adolescência, tive minha primeira cadela, a Cereja, uma vira lata que viveu somente 7 anos por total incompetência e mercenarismo de um veterinário petropolitano. Éramos grudadíssimas, relação de total cumplicidade. Quando eu viajava com os amigos e telefonava para casa, não queria saber como estava a família, só como estava a Cereja. E ela, só de sacanagem, quando eu me ausentava, ficava deprimida, não comia. E lá vinha eu embora no meio da viagem, preocupada com a cadelinha. Nem filho tinha, mas tinha a Cereja, o que era quase a mesma coisa.
Quando ela se foi, depois de um final trágico, conheci o Lexotan, única forma de dormir, tamanha a minha dor. Foram meses de angústia e alma trancada, de tanta falta que senti. Demorei para me curar. Ou, senão, superar.
E assim, os animais me tomaram conta, sempre, vários, para os quais muito me dedico e amo incondicionalmente.
Assim, nós que amamos os animais, nos sentimos. Nos colocamos no lugar de cada um ser vivo, olhamos em seus olhos com cumplicidade, tentamos adivinhar o que pensam, quem são.
Lembro-me bem, e esta é uma prática que tenho com meu filho até hoje, de cuidar para nunca esmagar um inseto, de espantar mas não matar os mosquitos, de levar as larvas das verduras para um vaso de plantas fora da casa, para ela achar outro destino e viver. Parece atitude de monge tibetano, mas somos meio monges assim mesmo, amando a natureza.
E isso se estende para as plantas. Semana passada, mudei os meus cactos de vaso. Achei que estavam desconfortáveis, espremidos, tristes. Comprei vasinhos, terra nova, cuidei deles. Cinco dias depois nasceram flores em quatro deles. Senti uma atitude de agradecimento no ar.
Por isso somente nós que amamos os animais acima de tudo nos entendemos. E fazemos com a maior boa vontade as faxinas repetitivas na casa, aturamos os tantos compromissos com banho, tosa, vermífugos, veterinários, e conhecemos os animais dos amigos pelos nomes. Reduzimos os períodos das viagens, só viajamos sob a garantia de que alguém de extrema confiança assumirá o controle sobre eles, vivemos em sua função, literalmente.
Somente nós, que perdemos noites para dar um remedinho, que acendemos com muita fé as velas a São Francisco de Assis, que fazemos declarações de amor constantes a todos, um por um, para evitar complexos, é que sabemos o que sente quem ama, de verdade, os animais.
E lamentamos pelos que não amam, porque perdem uma imensa oportunidade de conhecer o mais puro, recíproco e verdadeiro amor. E a paz de sentir um querer bem de verdade.
Nós, que amamos os animais, somos abençoados. E essas bênçãos são a oração que entoamos, juntos, como um mantra, com os irmãos fiéis dessa seita mágica e única onde o deus maior é o respeito pelas criaturas vivas que não pediram para nascer nessa condição de impotência e insegurança.
Mas, esse sentimento, entendemos que não atinja todas as pessoas. Somente a nós que, privilegiadamente, amamos os animais. E, felizmente, vamos amar para sempre. Mais do que tudo.

Catarina Maul

O horário de verão também afeta a vida dos cachorros?

Cãominhada

Uma turma de corredores de Florianópolis e que também ama animais promoverá uma caminhada no dia 8 de novembro para integrar pessoas e seus cães, promovendo novas amizades. A primeira Floripa Runners Dogs terá dois percursos, um de três e outro de seis quilômetros. A saída será no Parque de Coqueiros, às 9 horas. O evento é aberto ao público e para participar basta se inscrever na tenda da assessoria esportiva Floripa Runners, montada no local, e doar um quilo de ração para cães ou gatos, que será entregue a uma organização protetora dos animais.

Horário de verão

Cães são animais que precisam de rotinas e de constância em suas vidas. Quando a rotina familiar é interrompida, a mudança pode afetar o comportamento canino. Os cachorros têm se ajustado ao excêntrico comportamento humano desde que o primeiro lobo decidiu se deixar domesticar. Na maior parte do tempo, eles estão acostumados a ajustar suas rotinas à nossa, mas algumas vezes precisam da nossa ajuda. Assim, como nós, eles também precisam de ajuste com o início e o término do horário de verão.

Rotina

Alimentar ou passear com os cães em horários que não sejam fixos os ajuda a passar pelos ajustes ao horário de verão de maneira mais tranquila. Também ajuda a diminuir comportamentos ansiosos que podem ser resultar em comportamentos inadequados, como latidos excessivos, agitação durante o passeio, engolir a comida rapidamente etc. As variações não precisam ser grandes, o cachorro pode ser alimentado logo que você acordar, por exemplo. No outro dia, ele recebe o alimento imediatamente antes de você sair e em outro, depois do seu desjejum e por aí segue a lógica. A prática reduz o estresse neles e em nós, que não os temos implorando/exigindo comida e passeios.

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Dez coisas que aprende-se com um cão

1. Viva o momento

Apesar de os cachorros lembrarem de coisas como onde guardamos a comida deles, que rua está no caminho de casa e quem já conhecem, eles só acessam essas informações quando precisam – no momento. Eles podem estar comendo uma tigela de ração ou correndo atrás de uma bola: cães vivem para o momento presente. O passado já foi; você não pode fazer nada a respeito. O futuro é desconhecido. A única coisa que você pode realmente apreciar e influenciar é o presente.

2. Supere o medo com amor

Há muitas histórias sobre cães medrosos e agressivos que se transformaram em bichos bondosos e gentis depois que se mudaram para um ambiente cheio de amor. Cachorros superam o medo e a insegurança com amor, e os humanos podem fazer o mesmo. O amor conquista tudo, de verdade, e o primeiro passo é amar-se a sim mesmo. Se você conseguir trocar a autocrítica pelo amor próprio a vida fica mais fácil, não importa a situação em que se encontre.

3. Não guarde rancores

Ressentimentos nascem nas nossas mentes. Os humanos provavelmente são a única espécie capaz de guardar rancor. Um cachorro jamais vai ficar bravo com você porque não ganhou uma comidinha extra depois do jantar de ontem. Guardar rancor é um peso emocional que te impede de seguir adiante na vida. Esqueça deles e você vai entender o que é liberdade.

4. Brinque todos os dias

Cães amam brincar, o que envolve movimento: correr, buscar uma bola, pular. É um bom lembrete para que nós também brinquemos e movimentemos nossos corpos todos os dias. Brincar abre a mente e o espírito para todo tipo de novas ideias. É um intervalo necessário para uma vida de trabalho 24 horas por dia, 7 dias por semana. E, se você fizer exercício enquanto brinca, melhor ainda. Os cachorros são um motivo para você sair de casa e caminhar, correr, fazer trilhas, andar de bicicleta ou de até mesmo de patins (mas eu não recomendaria andar de patins com uma raça que puxa como a minha. É muito divertido para eles, mas vai te deixar apavorado!)

5. Pule de alegria

Você já viu um cachorro correndo em círculos ou pulando de alegria só de pensar em ganhar uma comida de presente ou correr atrás de uma bola? Não seria legal se a gente também pudesse sair pulando quando estamos empolgados? Vivemos numa correria tão grande que esquecemos de nos empolgar e comemorar as coisas boas. Estamos sempre pensando no que vem depois. Vivemos num mundo milagroso, em que o sol se levanta todos os dias, as flores florescem e as estações mudam. Há muitos motivos para pular de alegria.

6. Aceite quem você é

Você consegue imaginar um terrier querendo ter nascido um boxer? Um poodle com inveja dos pelos de um collie? Um pug querendo ter o focinho de um greyhound? Nós humanos passamos um bom tempo tentando nos adequar à visão de perfeição dos outros, em vez de amar nossas características únicas, nossa vida única e, sim, nossos problemas únicos. Seria chato se todos os cachorros (ou todos os humanos) fossem iguais e se comportassem do mesmo jeito. Ame tudo a seu respeito – o bom, o mau e o feio.

7. Curta a viagem

Quando cachorros andam de carro, botam a cabeça pra fora e sentem o vento na cara. Eles não querem saber pra onde estão indo. Estão só curtindo a viagem. É ótimo ter metas, mas sempre esquecemos que o que importa mesmo é a viagem. Quando nos prendemos demais nos resultados com certeza vamos ficar frustrados, deprimidos ou irritados se não atingirmos o objetivo. Da próxima vez que estabelecer metas, esteja aberto a outras possibilidades e curta cada momento de empolgação, criatividade e diversão da jornada – e também as lições.

8. Beba muita água

Cachorros sabem instintivamente quando o corpo precisa de água. Eles costumam parar de comer quando estão cheios e não comem nada que pareça venenoso, com exceção, é claro, de um dos meus huskies, que comeu um prato inteiro de bombons. Enfim… voltando à água. É um bom lembrete para que estejamos sempre hidratados. Na verdade, beber água quando você sente fome é uma boa maneira de controlar o peso, porque muitas vezes o que seu corpo pede é só água. Outra boa dica é beber um copo d’água assim que acordar.

9. Seja leal e confiável

Cães são bichos de matilha. Eles ficam com suas matilhas. Eles brincam com suas matilhas. Esse é um bom lembrete para termos a consciência de que fazemos parte da nossa "matilha". A regra de ouro "Trate os outros como você gostaria de ser tratado" se aplica aqui. Ser leal e confiável como amigo, amante, irmão, parceiro ou pai vai enriquecer sua vida de inúmeras maneiras.

10. Ame incondicionalmente

Cachorros amam incondicionalmente. Eles abanam o rabo quando te veem, não importa se você está mal-humorado. Eles também querem te dar aquele beijo lambuzado mesmo que você tenha acabado de gritar com eles. Amar incondicionalmente não é fácil, mas com certeza faria o mundo melhor se a gente pelo menos tentasse.

Podemos aprender muito com nossos cachorros. A companhia, a lealdade e o amor incondicional deles não tem equivalentes entre os humanos. E, se você tiver huskies, como eu, a cantoria deles sempre vai alegrar seu dia

Rita Mattos

Visite: www.cachhorroderua.blogspot.com

facebook.com/cachhorro.derua

Alemães estão cada vez mais convictos das vantagens de ter cães no trabalho

EFE – dom, 26 de out de 2014

Elena Garuz.

Berlim, 26 out (EFE).- Cada vez mais profissionais alemães se mostram favoráveis à presença de cães nos locais de trabalho para reduzir o estresse em vista dos benefícios que apresentam.

Essa é a principal conclusão do primeiro estudo representativo sobre o tema, "Cachorros no trabalho", realizado pelo site de pesquisa de opinião Statista, destacou em declarações à Agência Efe, o presidente da associação "Berlin Dogtrainer", Markus Beyer.

Segundo a pesquisa, encomendada pela rede social para profissionais Xing, 53% dos empregadores não rejeitam explicitamente a presença de um animal doméstico no escritório, enquanto 28% deles consideram que os animais de estimação deveriam ser permitidos no local de trabalho.

Mais de um terço dos 1.004 entrevistados consideram que os chefes ganham pontos ao permitir a presença de cachorros no escritório. Já 40% dos profissionais estão convencidos de que ter o animal no local de trabalho reduz o estresse e tem efeitos relaxantes.
Beyer explica que ter um cachorro no escritório, algo que já é permitido em diversas empresas alemãs, não tem apenas efeitos benéficos para o dono do cão, mas também para os demais colegas de trabalho e contribui para gerar um clima de "bom humor".

"Quanto maior o estresse contínuo, maior a possibilidade de contrair a Síndrome de Burnout. Um cachorro, neste caso, realmente pode ser de grande ajuda", garante esse treinador profissional de cães sobre a Síndrome de Desgaste Profissional (SDP), como também é conhecida.

Segundo Beyer, "as pessoas liberam oxitocina – conhecido também como hormônio do amor – quando estão em contato com um cachorro, e vice-versa". Estudos científicos internacionais mostraram que um cachorro no trabalho contribui significativamente na redução dos níveis de estresse entre os empregados ao favorecer a liberação da oxitocina, que reduz a excessiva produção dos hormônios do estresse, cortisol e insulina.

"Quando alguém na rua faz carinho no meu cachorro, Chester, brinco que acaba de tomar a sua dose diária de oxitocina", afirmou ao falar de seu animal, que ostenta o cargo de "encarregado de assuntos caninos" na sua associação.

A Federação Protetora dos Animais Alemã também está convencida de que, em certas circunstâncias, um animal pode ser benéfico em um escritório. Para mostrá-lo, a organização criou o "Dia do colega cão", quando as empresas participantes da iniciativa, realizada anualmente, permitem que seus funcionários levem seus animais de estimação ao trabalho.

Na edição deste ano, que aconteceu em 26 de junho, mais de mil empresas de todos os setores, de escritórios de advocacia a livrarias, passando por concessionárias de veículos, agências de viagens e asilos, abriram suas portas para que o melhor amigo do homem entrasse.

Em 8,9% dos lares alemães há pelo menos um cachorro, e em todo o país vivem 5,4 milhões de cães, segundo um estudo do Instituto de Pesquisa Sinus Sociovision Heidelberg, citado pela Associação Alemã de Estudos dos Cachorros (VHD) em seu relatório de 2012.

Segundo um estudo feito pela Universidade de Gotinga em 2006 citado também no anuário do VHD, o trato com os cachorros gera anualmente um volume de negócio de 5 bilhões de euros, o equivalente a 0,22% do PIB do país. EFE

Fonte http://noticias.terra.com.br/

ABANDONO DE ANIMAIS: UMA SOLUÇÃO PARA O PROBLEMA QUE PARECE NÃO TER FIM

Abandono1 (2)

A quantidade de bichinhos abandonados nas ruas do Brasil é enorme, e isso porque grande parte da população que tem um pet acaba desistindo e os deixando largados em qualquer esquina. Os motivos para abandonar um animal indefeso sozinho pelas ruas pode variar, seja o ato de fazer necessidades em lugares inapropriados, soltar uma grade quantidade de pelos ou até mesmo por crescer mais do que esperado pelo Por conta desse tipo de pessoa, a tendência do número de animais de rua crescer é cada vez maior, sendo estes em sua maioria gatos e cachorros. Mas, o que não explica essa atitude, é que antes de qualquer pessoa adotar ou comprar um bichinho, ela fica ciente do comportamento do animal, de que ele irá brincar, crescer, dormir e fazer necessidades, por isso, é sempre reforçado que antes de levar o animal embora, seja perguntado sobre a estrutura e disponibilidade para cuidado dele.

Segundo estatísticas da Organização Mundial de Saúde, existem cerca de 20 milhões de gatos e cachorros de rua no Brasil. Estima-se que eles vivam em média dois anos, dependendo muito se está recebendo os itens básicos para sobreviver, essencialmente água e comida. Além de sofrer traumas devido ao abandono, o bichinho também poderá sofrer agressões, logo a pessoa que abandonar um animal estará cometendo o crime, previsto em lei, no artigo 3º do Decreto Federal 24.645/34, que considera o abandono como um dos exemplos de maus tratos, assim como, manter preso, espancar, mutilar, explorar, entre outros. Diante de atos de abandono ou violência, faça sua parte e denuncie a situação à polícia.

Abandono1 (2)

Caso você realmente queira um animal de estimação, uma solução bem viável para amenizar a população de animais de rua, é a adoção dos bichinhos abandonados. Mas, antes mesmo de pensar em levá-lo para casa, verique se terá as condições de cuidar e prover uma boa vida à esses peludos que merecem nossa atenção e talvez já tenham passado por um grande trauma, procurando agora um cantinho para ser feliz.

Fonte: Oficial Brandabandono

Fonte Imagens: Irmão Animal, Pinterest, Ajudar Animais e Eu Quero Ajudar Curitiba
maus tratos copy

Média de longevidade dos cachorros no Brasil é de apenas três anos.

Posted: 31 Oct 2014 05:52 PM PDT

Cuidados básicos prolongam a vida saudável de cães e gatos. Vamos reverter esta triste estatística e cuidar melhor dos nossos amigos peludos.

Vida breve

No Brasil a expectativa de vida dos cerca de 30 milhões de cachorros domiciliados é de apenas três anos. E pior, apenas os cães domiciliados entraram nas pesquisas, que deixaram de fora das contas os aproximadamente 20 milhões de cachorros que vivem nas ruas e todos os gatos. Ou seja, se fosse contabilizado todo o enorme contingente de animais que vagam abandonados à própria sorte, morrendo de doenças diversas, ou vítimas de atropelamentos, envenenamentos e de outras maldades que sofrem, a expectativa de vida seria ainda pior. Os dados são da Organização Mundial de Saúde, logo, sérios e preocupantes.

Causas

Doenças infecciosas são responsáveis por 35% das mortes e estão em primeiro lugar no Brasil. Já os tumores, que costumam encabeçar a lista em outros países, aqui caem para o segundo lugar. Nos Estados Unidos, a expectativa dos peludos mais que triplica. É de 10 anos, contra 8,3 anos no Japão e os já citados apenas 3 anos aqui no Brasil.

Acidentes

Cada vez mais inseridos na rotina familiar dentro das casas, cães e gatos acabam ficando em contato mais frequente com perigos que podem causar acidentes domésticos, ocasionando desde leves intoxicações a óbitos. Deixar inacessíveis medicamentos, alimentos e produtos químicos que possam fazer mal aos peludos é mais do que obrigatório. Um exemplo é o delicioso e aparentemente inocente chocolate, que pode ser fatal por conter teobromina, uma substância presente no cacau. Resíduos de nicotina, de cigarros inteiros ou de restos em cinzeiros, produtos de beleza e limpeza também podem matá-los e devem permanecer inacessíveis.

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